A Família Magalhães começou com Linda nascida na cidade do Porto, filha de Maria Alice Pereira natural do Pico de Regaladas, Vila Verde, Braga, e de José de Sousa Costa nascido na freguesia de Couceiço, Braga. E com Miguel Torres Magalhães natural de Matosinhos Porto, filho de Maria Amélia Magalhães natural de Cabeceiras de Bastos, Vila Nune, e de Manuel Magalhães também natural de Cabeceiras de Bastos, Vila Nune.
Linda e Miguel Magalhães vieram de visita ao Canadá em Lua de Mel em 1988 e acabaram por ficar vivendo oito meses hospedados na casa de seus tios José Pereira e Lola Ortega. Regressados a Portugal, dois meses depois voltam para o Canadá como emigrantes onde tudo se lhes foi facultado devido ao apoio familiar que nunca lhes foi negado. Miguel Magalhães primeiramente trabalhou num restaurante por um curto período de tempo, tendo depois transitado para uma padaria onde aprendeu a arte de Padeiro e Pasteleiro, e onde trabalhou durante cinco anos.
Família Magalhães
Linda Magalhães iniciou a sua vida em terras do Canadá cuidando de crianças. Fê-lo durante pouco tempo porque logo encontrou trabalho, na mesma padaria onde seu marido trabalhava, como empregada de caixa registadora e de mesa. Mas porque no início de qualquer emigrante as circunstâncias financeiras são carentes, os dois aos fins de semana trabalhavam na sala de banquetes Stephanie Hall. Embora fossem muito estimados, decorrido algum tempo surgiu-lhes a ideia de trabalhar por conta própria. Foi então quando Miguel e Linda, de sociedade com o colega de trabalho José Dias e sua esposa Márcia Correia, ambos naturais da ilha de S. Miguel, Açores, em 1994 decidiram abrir a Padaria S. Miguel localizada no 4385 da Boul Saint- Martin Oeste, na Laval. A sociedade durou apenas 12 anos porque em 2006 José Dias optou por cometer a sua parte a Miguel Magalhães que decidiu adquiri-la, mantendo o mesmo ambiente de camaradagem, os mesmos empregados, na sua maioria naturais dos Açores com os quais tem vindo a ter uma excelente relação laboral.
Actualmente a Padaria S. Miguel tem uma clientela predominantemente portuguesa sem no entanto recusar qualquer outra que se digne visitá-la. Ali, numa aroma de perfeita combinação de pão quente com café, encontra-se uma enorme variedade de pastéis, queijadas de nata e de feijão, e como não podia deixar de ser as Cavacas à moda
açoriana.
Linda e Miguel Magalhães sentem-se felizes no seu ramo de negócio e afirmam que se não tivessem escolhido a panificação como forma de vida, teriam optado pela hotelaria, porque essa era a ocupação dos pais do Miguel, e o ambiente em que ele cresceu.
Este casal simpático e exemplar têm duas filhas que completam a família: A Kelly M. ( Magalhães ) que para além de ser uma estudante aplicada, dedica-se às cantigas e já gravou dois
álbuns: Sou Boneca, produzido por Hernani Raposo gravado no seu Midi-Teck Studio, e outro em inglês produzido por Nelson Câmara, gravado no seu próprio Mididistudios, que será editado muito em breve. Para além do referido trabalho, a Kelly já se encontra no processo de gravação do seu terceiro
álbum no mesmo estúdio, mas desta feita novamente em idioma português. Esta menina bonita é uma das participantes no projecto Amor De Artista 2008 da Venus Creations propriedade dos Irmãos Furtados. Para que tudo isto aconteça de uma forma positiva e profissional, a Kelly M. frequenta com muita assiduidade a “Ecole Prochant” em Montreal.
A outra filha que dá pelo nome de Kathleen M. (Magalhães) saiu à sua mãe, pois costuma-se dizer (filho de
peixe sabe nadar), gosta de cantar e aprender a tocar Guitarra Portuguesa. Para isso já frequenta a Ecole de Music Alegro, também em Montreal. De vez em quando já vai surpreendendo a família cantando ao lado da sua irmã. É assim que esta família emigrante dá provas que “querer é vencer”, e de que tudo na vida vale a pena quando sabemos o caminho a perseguir.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “FAMILIA MAGALHÃES” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
O gosto pela musica e a vontade de vencer levou vários jovens a juntarem-se numa garagem com o objectivo de criar uma banda. Colocaram em pratica um plano de angariação de fundos e conseguiram adquirir o material mínimo necessário para fazerem a primeira actuação que aconteceu em 27 de Maio de 1988.
A primeira formação era composta por: -Domingos Matos (viola Baixo e vocalista);
-Armando Marrinhas (saxofone);
-Victor Santiago (guitarra e vocalista);
-José Manuel (teclados);
-João Nédio (Bateria); -Rui Ruela (trombone).
Depois da primeira actuação a febre subiu e nunca mais parou.
Formou-se a ASSOCIAÇÃO MUSICAL TÊ6 em Janeiro de 1989, por onde tem passado muitos jovens. À medida que a banda é conhecida o numero de actuações cresse. Em 1990 foram efectuadas 40 actuações e no ano seguinte 72 espectáculos. Em Outubro de 1990 fizeram actuação conjunta com o conhecido mágico LUIS DE MATOS num queimar das fitas em Coimbra. Em Agosto de 1992 a primeira parte do concerto que o UHF fizeram em Vouzela, e desde então espectáculos conjuntos com: Fernando Correia Marques (vários), Ana, José Alberto Reis, Adelaide Ferreira, Melão, Claudia Isabel, Tina T, Ana Rita, Axel, Carla Maria (vários), Canta Brasil, Canta Baia (Vários), Ágata, Cassandra, Ronalda, Saul, Tino de Rãs, Can Can, Gonçalo da Camara Pereira, etc., etc., etc. alguns deles utilizando o equipamento da banda.
Tudo isto tem sido possível graças a uma forte organização e à boa qualidade dos jovens que passaram e dos que estão na banda. Fica aqui um forte agradecimento a todos eles.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “ASSOCIAÇÃO MUSICAL TÊ6” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
A Sociedade Musical Alvarense, mais conhecida por Banda Alvarense, foi fundada a 25 de Agosto de 1905 por um grupo de naturais de Casal de Alvaro, do qual faziam parte, entre outros, António Pires de Carvalho, José Figueiredo Neves, Joaquim Tavares Camelo, Manuel António Fernandes e José Pires de Carvalho.
O seu primeiro maestro foi João Gonçalves, um musico reformado da Banda do Exército. De 1905 a 1924 a Banda desenvolveu a actividade normal da época, actuando em romarias desde o concelho de Águeda a outras paragem pelo distrito fora. A Banda Alvarense manteve-se durante os tempos, firme e determinada a atingir os objectivos a que se propusera, continuando viva a activa até aos dias de hoje.
Para isso têm contribuido o abnegado esforço dos musicos, sócios, amigos e população Alvarense em geral, que, não obstante a escassez de recursos, tem vindo a ultrapassar todas as dificuldades.
A Banda Alvarense está hoje mais forte que nunca. Tem Estatuto de Utilidade Publica,está devidamente organizada, as suas escolas de musica são frequentadas por mais de 60 alunos. Possui uma banda juvenil com elementos com idades inferiores a 16 anos, vários grupos de musica de camara e a sua Banda principal é composta por 70 elementos , 90% com idade inferior a 30 anos, quase todos a estudar em escolas de musica de grau médio e superior.
A sua qualidade musical é das melhores do país. A actual direcção, composta essencialmente por jovens musicos da Banda, está fortemente empenhada na sua projecção, desenvolvimento, promoção e divulgação, que passa pela realização de concertos inovadores e edição de cd´s. A construção de uma nova sede é tambem uma realidade, tendo já adquirido terrenos e os projectos encontran-se numa fase adiantada.
A Banda é actualmente dirigida pelo maestro Jaime Rego.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “SOCIEDADE FILÀRMONICA SANTA CRUZ DE ALVARENGA” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
banda_alvarense@oninet.pt
Contactos
Rua Banda Alvarense - Casal de Alvaro
3750-402 ÁGUEDA
Aveiro
Portugal
Telefone: 965016785 / 234603103
Número:
142
Data:
DOMINGO 14 DE JANEIRO 2007
Título:
SOCIEDADE FILÀRMONICA SANTA CRUZ DE ALVARENGA
A Sociedade Filarmónica Santa Cruz de Alvarenga, foi fundada em 1902, com o nome de “Philarmonica Alvarenguense” com cerca de 20 elementos, pelo Sr. Adriano Telles, natural de Alvarenga.
A nossa sempre foi uma freguesia com amor à música, e por isso não é de admirar que tenha sido a primeira banda a incluir elementos femininos, na década de 60.
Actualmente conta com cerca de 50 elementos, dos quais 12 são do sexo feminino, que além dos seus empregos e/ou vida académica, se dedicam à música com empenho e carinho, procurando elevar o nome da sua freguesia e banda ao mais alto nível.
É regida desde 1996 pelo 1º Sargento António Manuel Barbosa da Silva, que desde então tem vindo a dirigir esforços para incutir nos jovens a vontade de ingressar nesta bela vida que é a música. Através de uma Escola de música dirigida por ele, que conta também com auxílio de alguns jovens elementos "veteranos" ( isto por serem os jovens que têm mais anos de formação musical ), que a par da sua vida académica, apoiam no ensino da música aos cerca de 35 aprendizes.
Actualmente existem duas gravações feitas da nossa banda, uma de 1997 e outra de 2003.
Para mais informações, visitem o nosso site, ou utilizem outro dos contactos disponíveis.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “SOCIEDADE FILÀRMONICA SANTA CRUZ DE ALVARENGA” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra
A Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra foi fundada em 1911, com o nome de "Sociedade Recreativa beneficente".
Os seus fundadores foram: Francisco Tavares de Almeida, Manuel Luís de Almeida, António Henriques de Almeida, José Moreira, Manuel Borgia, Domingos Tavares de Almeida, António de Almeida Caniço, Joaquim de Almeida, José Lameiras, entre outros.
Inicialmente a Banda não tinha qualquer direcção, existia apenas uma pessoa que tinha a seu cargo a responsabilidade de pagar ao regente.
A primeira pessoa responsável foi o senhor Manuel Tavares de Pinho, seguindo-se outros não menos importantes na vida desta colectividade.
Contudo, a Banda precisava de uma direcção que garantisse firmemente a condução da sua vida. O grande impulsionador da formação de uma direcção foi o Padre Manuel de Almeida Oliveira.
Esta primeira direcção foi constituída pelo Padre Manuel de Almeida Oliveira, Dr. Armindo Ferreira de Matos, Delmiro Henriques de Almeida, Américo de Almeida Freitas e Evaristo de Almeida.
A Banda é constituída por elementos de diversos grupos etários, sendo globalmente uma banda de jovens, com grande sucesso.
Actualmente, encontra-se a funcionar a escola de musica da banda, de forma a receber jovens que queiram a aprender ou aperfeiçoar a arte musical.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “Sociedade Artística Banda de Música de Vale de Cambra” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
12 de Abril corresponde à data da primeira actuação da Banda (12 de Abril de 1925). Mas, na verdade, foi a 16 de Outubro de 1924 que um punhado de músicos (15) se reuniu para dar forma a um sonho antigo e que era alimentado pelo Grémio Cultural, Organismo Oficioso com sede em Travassô - Criar uma Banda nesta terra.
Apenas com a intenção de enquadrar o Grémio neste processo, diremos que, este Organismo foi o herdeiro do Juízo de Paz que também esteve sedeado em Travassô, nos alvores da primeira República.
Tal como o Juízo de Paz, também o Grémio era constituído pelas personalidades da terra com maior índice moral. Dele faziam parte Homens com estatuto social tão diverso como Comerciantes e Agricultores, Escritores ou Proprietários, Licenciados e Religiosos. Estes Homens que, enquanto Juízo de Paz tinham a seu cargo o dever de resolver questões menores, evitando que chegasse aos tribunais uma infinidade de processos resolúveis pelo bom senso, não deixando nos contentores as marcas da solenidade das togas e das salas dos tribunais.
Enquanto Grémio Cultural, era pressuposto contribuírem de forma cuidada no desenvolvimento Social, Cultural e Artístico das populações. Eram também detentores de autoridade bastante para licenciar os agrupamentos que quisessem actuar em público. É aqui que encontramos os verdadeiros precursores da Banda 12 de Abril.
A vida desta colectividade, à luz das razões de hoje, pode ser dividida em dois tempos:
Um primeiro tempo de 1925 a 1980;
Um segundo tempo a partir de 1980.
Assim, no primeiro tempo, tínhamos uma colectividade que procurava encontrar-se consigo própria, criando raízes e laços com a terra que lhe serviu de berço. Era necessário que a população sentisse que podia contar com a sua Banda para todos os dias, sem o sobressalto do começa hoje, acaba amanhã, usual daquele tempo. De salientar que este aspecto foi conseguido pois a sua existência tem sido de permanente actividade. Mas, também esta colectividade começou por ter uma estrutura que lhe permitiu alguma estabilidade. De notar que, ao contrário do que era normal à época, criaram-se estatutos que foram registados e depositados no Governo Civil de Aveiro. Por curiosidade apenas, destacamos dos aspectos disciplinares: "- Os músicos no exercício das suas funções não podem fumar, nem discutir política ou religião." - Estávamos em 1934 Ainda durante esse primeiro tempo, passaram pela direcção artística 6 regentes (Ludgero Pinheiro, Merciano Santos, José Fernandes, Joaquim Almeida, Joaquim Correia e José Lima) todos amadores.
Chegámos a 1980. Falemos agora do segundo tempo:
Em 1980 contratou-se o primeiro Maestro profissional, João Neves - 1º Sargento na Banda da GNR - e o seu adjunto António Pepino, que lançaram as bases do que havia de ser uma Banda diferente no nosso País: - Rompeu-se com o classicismo tradicional das Bandas estilo marcial para dar início a uma Banda Orquestra muito mais do agrado da Gente Jovem. - Não foi fácil enfrentar todas as críticas que vieram, na maior parte das vezes, de outras bandas da região, que rotulavam a 12 de Abril com os epítetos musicais mais ridículos que se pode imaginar. - Mas a teimosia da 12 de Abril foi maior! - Apoiada num projecto bem específico, conquistou o País e o Mundo por onde tem passado - Europa e Américas.
Em 1985 a direcção artística foi substituída pelo José Araújo Pereira, 1º Tenente na Banda da Marinha, tendo como seu adjunto o Professor António Oliveira Gomes, que acumulava nas suas funções a directoria da Escola de Música da Banda.
Em 1988 assumiu funções na chefia o Capitão, Músico e Compositor Amílcar Morais que escolheu para seu acessor um jovem de 13 anos, Pedro Neves, que frequentava com clara evidência artística o Conservatório de Música de Aveiro na Classe de Violoncelo.
Em 1990 o Maestro Amílcar Morais passou o testemunho ao seu pupilo, que até aos dias de hoje é o detentor da batuta que tem feito Esta, agora Orquestra Filarmónica, chegar mais alto e mais além.
O Pedro escolheu para seu acessor , o Carlos Baptista, Músico da Colectividade, cujo trabalho tem justificado Mérito. Porém, com o Pedro por longe, em consequência do seu profissionalismo - Professor da Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa e Violoncelista Chefe de Naipe da Orquestra Metropolitana de Lisboa - teve a 12 de Abril que contratar outro maestro para com ele fazer equipa. O Carlos Marques, Licenciado e com o Mestrado concluído, assume as funções para honra e benefício das gentes de Travassô e da sua Orquestra.
Neste segundo tempo, a colectividade construiu a sua sede, remodelou todo o seu instrumental, projectou-se no País e no Estrangeiro com várias viagens na Europa, nos Estados Unidos da América e no Brasil.
Actualmente a Orquestra é composta por cerca de 70 elementos.
Sem nunca renegar o passado, e muito menos esquecê-lo, a Orquestra Filarmónica 12 de Abril tudo faz para honrar os que acreditaram nela e lhe creditaram toda a sua confiança.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “ORQUESTRA FILARMÓNICA 12 DE ABRIL” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
A Academia Recreativa Musical de Sacavém e a sua Banda de Música foi fundada em 1 de Julho de 1927. A sua criação ficou a dever-se á dedicação e entusiasmo dos senhores Fernando Alves Figueiredo, Inácio Marques Vieira e Inácio dos Santos, que foram os mentores da iniciativa.
Tiveram a preciosa colaboração da Administração da Fábrica de Loiça de Sacavém que possuiu uma Banda de Música e que fora extinta em 1918, a qual cedeu graciosamente todo o seu instrumental, repertório e acessórios. Estes três mentores, ex-músicos daquela Banda, fizeram-se acompanhar por mais duas dezenas de elementos, alguns deles também componentes da Banda daquela empresa, que constituíram o grupo de fundadores da Academia e da sua Banda de Música.
A sua primeira saída e actuação ocorreu no dia 8 de Abril de 1928, percorrendo as ruas da Vila, hoje cidade de Sacavém, efectuando um breve concerto e a execução do Hino inglês, como agradecimento á Administração da referida empresa.
De então para cá a Banda da Academia tem-se excedido na divulgação e valorização da arte musical, e nas suas múltiplas e diversificadas actuações pelo País tem contribuído para a dignificação, exaltação e difusão do sentimento artístico e musical das gentes de Sacavém, tendo ao longo do tempo, formado músicos de alto gabarito.
Desde 1932 que a Academia tem sede própria no local onde ainda hoje se encontra embora em edifício diferente.
O seu Hino foi criado em Setembro de 1927, sendo o seu autor o Maestro João de Sousa Viegas que foi Regente da Banda desde a sua fundação até ao ano de 1982, tendo abandonado devido á sua avançada idade. Foram 55 anos ao serviço da Banda.
A Academia Recreativa Musical de Sacavém foi reconhecida através do Dec. Lei n.º 460/77, de 7 de Novembro com despacho publicado no Diário da República II Série, nº 23 de 28 de Janeiro de 1983, como Instituição de Utilidade Pública, tendo sido até agora agraciada, além de várias condecorações e diplomas, com a Medalha de Ouro e Medalha Municipal de Mérito e Dedicação pela Câmara Municipal de Loures e com a Medalha de Bem Fazer, Medalha de Ouro e Diploma de Generosidade e Filantropia pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio.
O mês de Julho do ano de 2000 fica assinalado com mais um marco Histórico na vida da Academia. Leva a cabo o 1º Encontro do Milénio de Bandas Filarmónicas Amadoras da Cidade de Sacavém e a Banda de Música faz a recepção a Sua Excelência o Senhor Presidente da República Portuguesa aquando da inauguração do Museu da Cerâmica nesta Cidade.
Tem em pleno funcionamento a sua Escola de Música, cujo ensino é gratuito, onde três professores e um monitor preparam e treinam cerca de três dezenas de músicos e futuros músicos.
Actualmente a Banda é composta por cerca de 58 elementos, sendo 43 deles jovens de ambos os sexos com idades compreendidas entre os 8 e os 25 anos.
A Banda é dirigida pelo Maestro José Manuel Ribeiro que é também o Director da Escola de Música e da Orquestra Ligeira.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “ACADEMICA RECREATIVA MUSICAL DE SACAVEM” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
Fundado em 1 de Dezembro de 1992 pelo guitarrista Alfredo Paredes, no intuito de dinamizar e dar continuidade a um antigo projecto de parceria entre este e o entretanto falecido António Afonso ( antigo guitarrista de Alfredo Paredes ).Assim juntou alguma família do fado e alguns amigos e começou a trabalhar no sentido de trazer alguma diferença ao nosso fado na Figueira da Foz.
Desde a sua fundação o grupo Mar e Fados sempre apoiou, incentivou e ensinou a estar no fado todos os que o solicitaram, pois seria imperativo dar oportunidade a quem nunca a teve, principalmente aos novos valores da terra, tão esquecidos até então.
Em 1997, aquando da gravação do primeiro trabalho discográfico do grupo intitulado NÓS E O FADO, este grupo é reconhecido ligando a qualidade ao nome que mantém (Mar e Fados ), e é sinónimo de gente simples, humilde, mas muito profissionista.
Atendendo à qualidade reconhecida de todos os seus elementos, amadores ou profissionais, que o constituem, o grupo Mar e Fados é solicitado em mais de 100/150 espectáculos por ano, tanto pelo país como pelo estrangeiro.
O grupo de guitarras Mar e Fados é frequentemente solicitado para acompanhar fadistas de renome, e esteve em festivais importantes, tais como o The Passion Tour, USA e The Northwest Folklife Festival, USA, onde representou e dignificou a Figueira da Foz e Portugal.
Recentemente, o grupo Mar e Fados criou uma orquestra de câmara, Mar e Fados - Orquestra de Câmara que, para além de guitarra e viola, tem também violino, viola de arco, violoncelo, oboé e piano, dando um ambiente diferente ao fado, sem o desvirtuar.
O grupo Mar e Fados é um grupo em permanente evolução, procurando sempre novas sonoridades, e também misturando fado com vários estilos musicais, tais como Bossa Nova, Mornas, Samba, etc., obtendo assim uma sonoridade diferente mas, novamente, sem desvirtuar o fado. Pode escutar alguns exemplos na secção Fados.
Para nós o fado é símbolo de noites felizes, de saudade, amizade, convívio e festa. Este grupo só será no futuro o que todos quisermos que seja, não dependendo de ninguém em particular, mas precisando de todos em geral, principalmente daqueles que nos ajudam a caminhar no sentido de desempenharmos e representarmos cada vez melhor a Figueira da Foz e o fado, a Canção Nacional.
Atenciosamente: Mar e Fados
Historial
Mar e Fados - Grupo de Guitarras de Fado da Figueira da Foz
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “MAR E FADOS” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.
Associação Filarmónica Adriano Soares foi fundada em 12 de Abril de 1992. O seu principal e único impulsionador foi e continua a ser o regente da mesma, Sargento-chefe Musico Reformado do Exercito Adriano Teixeira Soares Sub Chefe das Bandas Militares, mesmo antes de passar à situação de reforma criou em alguns jovens a dedicação e o amor à arte da música. Mais tarde, na situação de reserva galvanizou com o seu altruísmo e dedicação, as camadas mais jovens assim como outros da sua geração que começaram como alunos.
O embrião desta Filarmónica teve a sua evolução na Freguesia de Torre de Vilela através de uma pequena Tuna que se formou em menos de um ano tendo como sua Sede a actual no Centro Cultural e Recreativo de Vilela.
O calendário foi caindo e a Tuna passou a Filarmónica na data atrás referida, sendo apadrinhada na Praça do Comércio em Coimbra pelas filarmónicas: Matos Galamba de Alcácer do Sal, e Olivense dos Olivais em Lisboa.
Durante os seus poucos anos de vida tem tido uma actuação constante e regular entre 25 a 30 serviços por ano repartidos por concertos, festas religiosas, desfiles e de carácter social.
A Escola de Música da Filarmónica com aulas de, Solfejo/Teoria Musical e Prática instrumental são frequentadas por 20 alunos em média por ano, com duas aulas por semana (quarta-feira e sábado) e o corpo docente é constituído pelo Mestre Regente auxiliado por dois monitores.
A Rádio Clube de Monsanto propõe aos artistas portugueses que desejem
divulgar os seus trabalhos ao nível MUNDIAL através da RCM, que poderão enviar
os seus CDs para:
RÁDIO CLUBE DE MONSANTO
Rua dos Cebolinhos, 6
6060-091 MONSANTO IDN – PORTUGAL
Há muitas rádios em Portugal, mas muito poucas que divulguem tanto os
artistas portugueses como a RÁDIO CLUBE DE MONSANTO.
Parabéns à Rádio Clube de Monsanto pela proeminente homenagem dedicada ao
nosso poeta-amigo Euclides Cavaco.
Por isso é com enorme prazer que temos esta semana como “DISTINÇÃO DA SEMANA” “RÁDIO CLUBE DE MONSANTO” (PARABÊNS), “BEM HAJAM” e continuem sempre a maravilhar todos os vossos inúmeros visitantes.