Conjuntos de Portugal

Este tema e feito por Victor Pereira 
 
 às Segundas Feiras
 
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SEGUNDA - FEIRA 25 DE ABRIL 2005
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SEGUNDA - FEIRA 18 DE ABRIL 2005
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SEGUNDA - FEIRA 11 DE ABRIL 2005
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SEGUNDA - FEIRA 4 DE ABRIL 2005
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SEGUNDA - FEIRA 28 DE MARÇO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 21 DE MARÇO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 14 DE MARÇO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 7 DE MARÇO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 28 DE FEVEREIRO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 21DE FEVEREIRO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 21 DE FEVEREIRO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 14 DE FEVEREIRO 2005
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SEGUNDA - FEIRA 7 DE FEVEREIRO 2005
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12
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SEGUNDA - FEIRA 31 DE JANEIRO 2005
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DELFINS
   
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Vitor PereiraOlá, amigos… Esta semana, vou falar de um grupo que dispensa qualquer tipo de apresentações, muito por culpa da sua já longa carreira. Refiro-me aos “Delfins”. A história do grupo começou, quando, em 1981, Fernando Cunha (guitarra), João Carlos (baixo) e Silvestre (teclas) começaram a dar forma ao sonho de formar uma banda. No ano seguinte entrou Miguel Ângelo, o irmão mais novo de João Carlos, e em Janeiro de 1983, o baterista Pedro Molkow junta-se ao grupo. Após este tempo, ainda não tinham encontrado um nome, até que, António Cunha, irmão de Fernando e empresário do grupo, em 1984, baptiza o grupo de “Delfins”.Delfins Depois da edição do primeiro “single”, com os temas “Letras” e “O Vento Mudou” (uma versão do original de Eduardo Nascimento), participam no Festival RTP da Canção em 1985, com o tema “A Casa da Praia”, que também fez parte do segundo “single”. Esta participação deixou marcas no grupo, além de terem ficado em último lugar, a crítica da época não os pouparam, provavelmente o abanão que necessitavam para uma intervenção mais aguerrida. O ano seguinte, 1986, foi um ano de mudanças, a entrada de Rui Fadigas para o baixo e a Jorge Quadros para a bateria, deu aos “Delfins” a consistência que eles há muito Canção do Engate  buscavam. Finalmente, em Abril de 1987, lançaram o seu primeiro álbum “Libertação”, este incluía uma versão da “Canção do Engate” de António Variações, que fez furor nas pistas de dança Aquele Inverno  nesse Verão. Em 1988, após mais umas trocas de elementos, foi editado o segundo álbum “U Outro Lado Existe”. O disco incluía temas como: “Aquele Inverno”, “Bandeira” e “1 Só Céu” e a partir daí nunca mais pararam…Delfins Em 1995, editaram “O Caminho da Felicidade”, que reuniu algumas das canções mais populares e dois temas inéditos, Sou Como Um Rio
dos quais, se destaca, “Sou Como Um Rio”. A colectânea torna-se no disco português mais vendido de sempre e instalou-se em Portugal uma verdadeira “Delfinomania”. No ano seguinte, saiu então um novo álbum de originais, "Saber A~Mar", que foi, como o anterior, seguido de extensas digressões. Ainda em 1996, foram responsáveis pela banda sonora do filme, "Adeus Pai", de Luís Filipe Rocha. Nesta época, a popularidade do grupo atingiu o seu máximo e, mais uma vez, Miguel Ângelo participou num programa televisivo campeão de audiências, o "Cantigas da Rua", transmitido pela SIC. O ano de 1999 ficou marcado pela estreia a solo dos dois membros mais influentes e populares da banda, Miguel Ângelo e Fernando Cunha. Já em 2000, os Delfins editaram o álbum "Del7ins", recuperando a sua formação de 1988, composta por sete elementos (Jorge Quadros na bateria, Rui Fadigas no baixo, Carlos Maria nos sintetizadores, Fernando Cunha na guitarra, Miguel Ângelo na voz e Nicole Eitner nos coros). Depois de um intervalo de dois anos, em Outubro de 2002, os Delfins voltaram às edições com "Babilónia", o oitavo álbum do grupo. DelfinsEm relação ao tema "Babilónia", trata-se de uma adaptação de "Babylon", um tema original do cantor David Gray. Foi lançado, em 2003, o DVD "Baia de Cascais '96" que incluía o espectáculo gravado, em 1996, durante a digressão "Caminho da Felicidade". Ainda em 2003 editaram a compilação "Caminho da Felicidade II". Do disco também faziam parte os inéditos "Ouve" e "O Teu Nome" e uma nova versão de "1 Lugar ao Sol". Apesar de actualmente andarem um pouco “apagados”, depois dos projectos a solo, de fazerem parte dos “Resistência”, bandas sonoras de filmes, novelas e “reality-shows”, entre outras coisas, espera-se que volte novamente às luzes da ribalta. E para me despedir, nada melhor que aconselhar uma visita ao site oficial dos “Delfins” (www.delfins.pt). Um abraço e até para a semana… Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp
N:  : 
11
Data:   
SEGUNDA - FEIRA 24 DE JANEIRO 2005
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MADREDEUS
   
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Vitor PereiraOlá, amigos... Depois de ter dedicado as últimas rúbricas aos “Heróis do Mar” e aos “Sétima Legião”, vou desta vez levar-vos a conhecer um projecto que surgiu com alguns dos elementos destes dois grupos. Em 1985, Pedro Ayres Magalhães, baixista dos “Heróis do Mar”, e Rodrigo Leão, baixista dos “Sétima Legião”, começaram os primeiros ensaios daquele que se viria a transformar no grupo português com maior projecção mundial. Inicialmente compuseram alguns temas para duas guitarras acústicas, mas entretanto, Gabriel Gomes, acordeonista dos “Sétima Legião” e mais tarde, Francisco Ribeiro (violoncelista), juntaram-se aos ensaios e Rodrigo Leão aventurou-se a tocar sintetizador. Apenas falava uma voz para completar este leque magnífico. Fizeram várias audições, mas sem sucesso, até que, num velho bar do Bairro Alto, descobriram a voz que lhes faltava.Madredeus Na altura, Teresa Salgueiro, com 17 anos era a vocalista do grupo “Amenti”, ao escutarem a sua voz, convidaram-na para uma audição e logo perceberam que tinham descoberto o que tanto procuravam. Ao longo de 1986, passaram a ensaiar no Teatro Ibérico, instalado numa ala do antigo Convento da Madre de Deus, em Xabregas, na zona oriental de Lisboa. E daí surge o nome do grupo, como ainda não possuíam um “rótulo”, ficaram baptizados pelo nome do antigo convento, “Madredeus”. O primeiro disco, foi gravado nesse mesmo local, durante a noite, em Julho de 1987. Os “Madredeus” apresentaram-se ao público em Novembro desse mesmo ano, a estreia teve lugar no Porto, na primeira parte do concerto de apresentação do álbum “Mar d’Outubro” dos “Sétima Legião”. O álbum "Os Dias da Madredeus" foi editado em Dezembro de 1987. Incluía temas como "As Montanhas", "A Sombra", "A Vaca de Fogo", Madredeus"A Estrada do Monte", entre outros. Foi o despoletar de uma referência obrigatória da música portuguesa. A partir daí, começaram a ser requisitados para vários espectáculos, tanto em Portugal como no estrangeiro. Em 1990 é editado o álbum “Existir” que contou com a participação de António Pinheiro da Silva. Este chegou a “Disco de Platina” e contagiou as vendas do primeiro álbum de igual forma. Neste mesmo ano editaram em CD o primeiro álbum, embora excluindo o tema “A Cantiga do Campo”. Podia fazer uma lista de locais por onde os “Madredeus” passaram, mas esta seria enorme. O mundo tornou-se pequeno para este fenómeno! Em 1992, antes do Natal, foi editado o duplo álbum ao vivo “Lisboa”, que tinha sido gravado no Coliseu dos Recreios de Lisboa, em 1991, com a participação especial do grande mestre da guitarra portuguesa, Carlos Paredes. Clique aqui e escute o último álbum dos Madredeus...Avançando no tempo, depois de vários álbuns, espectáculos, participações em projectos paralelos (nomeadamente nos “Resistência” e na carreira a solo de Rodrigo Leão) e de algumas entradas e saídas de elementos, chegamos aos nossos dias. No próximo dia de S. Valentim, vai ser editado “Faluas do Tejo”, o novo disco de originais dos “Madredeus”. No site oficial do grupo (www.madredeus.com) já é possível escutar excertos das canções deste novo trabalho entre outras coisas. E é assim com muita pena, que chego ao fim desta rúbrica… Pena? Porque teria ainda muito para escrever sobre os “Madredeus”, que com duas décadas de existência, não param de nos encantar… Deixo-vos com o vídeo do tema “Moro em Lisboa”, do álbum “Amor Infinito” (2004).
Um abraço... Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp
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10
Data:   
SEGUNDA - FEIRA 17 DE JANEIRO 2005
Nome:   
SÉTIMA LEGIÃO
   
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Vitor PereiraOlá, amigos… Esta semana, vou recordar um grupo que começou há cerca de 23 anos, quando três amigos [Rodrigo Leão (baixo), Nuno Cruz (bateria) e Pedro Oliveira (voz e guitarra)] se juntaram para criar os “Sétima Legião”. Logo nos primeiros passos de vida, conquistaram o segundo lugar num concurso intitulado “Grande Noite do Rock”. Algum tempo depois, o número de elementos aumentou, deu-se a entrada de Paulo Márinho (gaita de foles) e de Susana Lopes (violoncelo). E as letras, que inicialmente eram em inglês, passaram a estar a cargo de Francisco Menezes.Sétima Legião Um ano depois, em 1983, editaram o seu primeiro “single”, “Glória”, que recebeu grandes elogios por parte da crítica, mas passou quase despercebido ao público em geral. E foi após um ano, já sem Susana Lopes, que nasceu o primeiro álbum “A Um Deus Desconhecido”, que ainda hoje é considerado um marco da nova música portuguesa, uma verdadeira referência, devido às composições únicas. Entretanto, o grupo sofreu algumas alterações, entrando Ricardo Camacho (teclas), Paulo Abelho (percussões) e Gabriel Gomes (acordeão). E paralelamente, Rodrigo Leão começava a ensaiar com Pedro Ayres Magalhães um novo projecto, que ficaria conhecido como “Madredeus”. Estiveram algum tempo sem gravar e o segundo álbum; “Mar d’Outubro”, saiu em 1987. Este trabalho discográfico foi um enorme sucesso, atingindo o Disco de Prata. Destacando-se um tema em especial, que se transformou numa espécie de “hino” dos “Sétima Legião”, refiro-me a “Sete Mares”. Em Novembro de 1989 é editado o álbum “De Um Tempo Ausente”, que conta com a participação de vários convidados, entre os quais Luís Represas, Pedro Ayres Magalhães e Teresa Salgueiro. E temas como “Por Quem Não Esqueci”, “Ascensão” e “Porto Santo” tornaram-se êxitos. O álbum,"O Fogo", em 1992, foi o disco que se seguiu. Que ficou marcado por novas experiências do grupo, nomeadamente a nível de sons orientais.Sétima Legião No ano de 1994 surgiu o primeiro álbum ao vivo, "Auto de Fé", gravado no Estádio de Alvalade. Os elementos do grupo participaram em vários projectos paralelos como os “Madredeus”, os “Golpe de Estado” e os “Gaiteiros de Lisboa”, não esquecendo também a carreira a solo de Rodrigo Leão. "Sexto Sentido", editado em 1999, foi o último álbum de originais dos “Sétima Legião”. Um ano depois, a banda editou um disco que reúne os temas mais significativos de uma carreira com mais de quinze anos. "A História da Sétima Legião - Canções 1983-2000" inclui duas faixas inéditas: "A Luz" e "A Promessa", mas igualmente temas clássicos como "Por Quem Não Esqueci" e "Sete Marés". Mas será que foi mesmo um ponto final na carreira dos “Sétima Legião”? Visto que por várias vezes se reuniram para alguns espectáculos e o público aguarda ansiosamente o regresso de um dos grupos mais emblemáticos da música portuguesa. E assim chego ao fim de mais uma viagem pelos conjuntos de Portugal… Um abraço e desejo-vos uma boa semana… Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp
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Data:   
SEGUNDA - FEIRA 10 DE JANEIRO 2005
Nome:   
HERÓIS DO MAR
   
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Vitor PereiraOlá, amigos… Mais uma rúbrica, mais uma viagem, desta vez nos anos 80, que pessoalmente considero, os anos de ouro da música. Em 1981, surgiu um dos grandes grupos, os “Heróis do Mar”, que marcaram uma década, ainda hoje se ouvem os seus temas e alguns elementos ainda dão cartas no mundo da música.Heróis do Mar Os cinco elementos do grupo, constituído pelo baixista Pedro Ayres Magalhães, pelo guitarrista Paulo Pedro Gonçalves, pelo teclista Carlos Maria Trindade, pelo baterista António José de Almeida e pelo vocalista Rui Pregal da Cunha, deram vida a um projecto que pretendia representar Portugal, a sua história e a sua cultura. A escolha do nome do grupo, não foi por mero acaso, sendo este, o primeiro verso do hino nacional. Os “Heróis do Mar” apresentavam um visual nacionalista nas roupas e nas letras das canções. E também foi devido a isso que muitos os acusaram de néofascismo, naquela altura ainda estava na memória de todos o regime autoritário do Estado Novo. Envoltos nesta polémica, no final de 1981, lançam o seu álbum de estreia, auto-intitulado “Heróis do Mar”. Em Junho de 1982, nasceu o primeiro grande sucesso comercial, o “single” “O Amor”, que ultrapassou a marca das 120 mil unidades vendidas, obtendo o Disco de Platina. O segundo álbum, “Mãe”, foi editado em 1983, mas apesar do sucesso que tinham registado no ano anterior, este ficou muito aquém das expectativas. E foi novamente com um “single”, que se repetiu o sucesso, “Paixão” levou-os mesmo a serem reconhecidos no estrangeiro, em particular pela revista inglesa “The Face”, como o melhor grupo de rock europeu. Seguiu-se um “mini-LP” “O Rapto”, em 1984, onde se destacou o tema “Só gosto de ti”. No ano seguinte, depois da edição de mais um “single” de sucesso, “Alegria”, os “Heróis do Mar” andaram um pouco agitados com a edição de projectos paralelos, de salientar a participação no segundo disco de António Variações. Heróis do MarDepois de alguns espectáculos por Portugal e no estrangeiro, partiram para Macau, onde ficaram um mês. Quando regressaram, transportaram as vivências de Macau para um novo álbum, que foi simplesmente “baptizado” por “Macau”, editado em finais de 1986, que veio dar uma nova sonoridade ao grupo. Pedro Ayres Magalhães, entretanto, iniciou o projecto “Madredeus” e o grupo mais tarde em 1990, dois anos após o lançamento do segundo álbum homónimo, separou-se, devido a diferentes opções dos seus elementos e a diferentes projectos onde cada um estava envolvido. Os “Heróis do Mar” como grupo acabaram, mas a música, como todos sabemos, ficou… Termino assim mais uma rúbrica pelos conjuntos de Portugal! Um abraço e até para a semana… Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp
N:  : 
8
Data:   
SEGUNDA - FEIRA 3 DE JANEIRO 2005
Nome:   
DUO OURO NEGRO
   
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Vitor PereiraOlá, amigos… Para começar o ano, nada melhor que recordar um duo, que apesar de não ser própriamente português, foi um marco na música nacional. Raúl Indipwo e Milo MacMahon formaram, em 1959, o Duo Ouro Negro. Um projecto centrado no folclore angolano, que chegou a Portugal no início da guerra colonial. Após vários espectáculos no cinema Roma e no Casino Estoril gravaram três discos. Duo Ouro NegroA carreira do Duo Ouro Negro teve, a partir de então, uma expressão internacional. Depois de Angola e Portugal, num espaço de um ano, actuaram na Suíça, em França, na Finlândia, na Suécia, Dinamarca e em Espanha. Em Portugal, o êxito dos seus primeiros discos, levaram-nos a vários programas televisivos e radiofónicos, conjuntamente com inúmeras presenças em casas de espectáculo. Em 1966, atingem um dos pontos mais altos na sua ainda recente carreira, actuam no Olympia e no Alhambra, em Paris. No ano seguinte, tiveram a honra de actuar na Sala Garnier da Ópera de Monte Carlo (Mónaco), por ocasião das comemorações do IV Centenário do principado. E também, em 1967, são galardoados em Portugal com o Troféu da Imprensa. Foram anos de glória para o Duo Ouro Negro, com várias actuações e espectáculos em diversas televisões europeias. Mas não conquistaram só a Europa com a sua música, também o Brasil, o Canadá, os Estados Unidos, o Japão, entre muitos outros, alcançando uma escala quase mundial. Com a “revolução dos cravos”, o Duo libertou-se um pouco e experimentou sons de carácter mais vanguardistas e apresentaram-se com mais regularidade no estrangeiro, nomeadamente nos Estados Unidos, na Austrália e em França. Com a morte de Milo, no final dos anos 80, terminou a carreira do Duo Ouro Negro. Em tempos de opressão, pois também eles foram alvos do regime, tendo algumas gravações sido apreendidas pela PIDE devido ao seu conteúdo crítico, dando a conhecer ao mundo a cultura angolana. Raúl Indipwo actualmente reside em Portugal e a pintura a par com a música, são as suas grandes paixões. E assim início 2005 com mais uma rúbrica... Um abraço e desejo-vos uma boa semana… Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp