N:  : 
66
Data:   
Titulo:   
OPINIÃO
   
Portugal   
A ciência sem consciência

Adriano Moreira

Quando da tremendíssima Segunda Guerra Mundial (1939-1945), que a muitos pareceu o fim dos tempos em vista da carnificina e destruição, que não apenas a Europa, mas o mundo, sofreu pela primeira demonstração catastrófica do que poderia ser o resultado de uma ciência sem consciência, um resultado a que pode levar o culto crescente da inteligência artificial, presente então na relação entre o aviso da ciência e o predomínio da real politik, subordinada ao invocado justificativo interesse nacional. Tratou-se da descoberta do uso da energia atómica para fins militares, que foi encargo de uma missão científica americana ao serviço do seu governo, envolvido este na guerra mundial e vítima do ataque surpresa japonês em Pearl Harbour. Tinha morrido Roosevelt, o fisicamente inválido presidente que se comportou como um heroico combatente infatigável, e sucedera-lhe, constitucionalmente, o vice-presidente Truman, que decidiu não seguir a opinião dos cientistas no sentido de que, a chamada arma absoluta, não podia ser usada por nenhum governo.

Numa documentada reunião com Churchill, comunicou-lhe três definitivas conclusões: não seria informada a Rússia da posse de armas; comparando o resultado esperado do uso da arma, que era a rendição do Japão, evitaria a morte de pelo menos cem mil soldados americanos no combate exigível para dominar aquele adversário; perante um comentário do seu aliado, respondeu que o Japão não merecia qualquer consideração militar, visto o traiçoeiro ataque de Pearl Harbor. Conhecidos os resultados do tremendo bombardeamento, nomes como os de Bertrand Russel, George F. Kennan, Isaac Deutscher e Kissinger ficaram ligados à meditação da nova conjuntura criada pela chamada arma absoluta, sendo de recordar a carta de Russel aparecida no Statesman de 23 de outubro de 1957, dirigida a Eisenhower e Khrouchtchev chamando a atenção para o facto de que a limitação do controlo dos armamentos nucleares era de importância vital para a espécie humana.

Os factos, no sentido desse controlo, foram absolutamente ineficazes, o pragmatismo que orientou sempre a luta pela proeminência na hierarquia das potências viciou a credibilidade humanitária de quem já possuía a bomba, e procurava limitar a emergência de poder internacional dos que ainda a não tinham. O resultado está hoje na ameaça de uma cascata nuclear causada por qualquer dos numerosos países que possuem a "arma absoluta", bastando a leviandade de irresponsáveis dirigentes internacionais que teimem em demonstrar que esse talento não lhes falta. E sobretudo não lhes falta então uma grande perigosidade, corolário da imprevisibilidade de impedir a ameaça atómica, que a chamada "teoria crítica de Habermas" volta a lembrar a inquietação de Tolstói ao afirmar que a ciência explica o trajeto causal dos fenómenos, mas não responde à questão de saber o que fazer feita pelos homens obrigados a escolher a ação.

A festejada inteligência artificial leva hoje a avaliar o predomínio da ciência e da técnica, transformadas em "ideologia ao serviço da legitimação social e política". Acontecendo que se trata de "uma dissolução da filosofia (uma teoria de conhecimento) em metodologia e teoria da ciência". São palavras da sua Técnica e Ciência como Ideologia (Lisboa, Edições 70, 2014): na "consciência tecnocrática não se reflete a avaliação de uma conexão ética, mas a repressão da "eticidade" como categoria das relações vitais em geral". É por isso que o problema, do qual não se pode deixar de avaliar as consequências na vida das sociedades que mudam inevitavelmente de circunstância, não é o medo da ciência e da técnica, é sim a urgência de não permitir que se instale um corolário da real politik que orientou o uso, e incapacidade de impedir, pelos tratados, a ameaça em que o globo se encontra, ignorando o aviso de Russel, e dos que o acompanharam, advertindo contra os riscos para a espécie humana.

A questão é pois não o avanço desejado da ciência e da técnica, mas a crescente limitação de reconhecer a importância da atenção à sabedoria das humanidades, facilitando assim uma "ciência" aplicada sem "consciência". O próprio Nietzsche se orientou pela igual convicção de Tolstói de que a ciência, a lidar com a natureza, não pode ordenar a conduta humana, assegurando que o "golpe de estado" dado, por exemplo, à religião foi utilizado pelo Estado e não pelo povo.

Há um pessimismo que lamenta, por isso, a decadência do respeito pelos valores, admitindo que a sabedoria foi expressa em "cartas entregues a destinatários errados". Talvez um dos efeitos de as inidentidades serem tão frequentemente criadas pelas redes de comunicação, favorecendo a escolha errada de quem vai deter o poder.

N:  : 
65
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
Um ano para (quase) tudo mudar ou para (muito) ficar na mesma

Por Bernardo Ivo Cruz

Faz hoje um ano que a primeira-ministra britânica enviou a carta que anunciou formalmente à Europa e ao mundo que o Reino Unido deixará de fazer parte da União Europeia, agora dentro de 365 dias. A decisão tomada pelos eleitores britânicos no verão de 2016 foi uma surpresa para todos - os que defendiam o brexit e os que se lhe opuseram -, mas tem uma legitimidade democrática que poucos estão dispostos a negar no Reino Unido. A questão, portanto, é saber se teremos um brexit radical ou um brexit suave. As razões que levaram os eleitores britânicos a escolher o brexit por uma margem de 1,5% são conhecidas: take back control (ou retomar o controle) das leis, das fronteiras e do orçamento. E são essas as razões que ditam as linhas de negociação de Londres, já que - defendem os apoiantes de uma relação mais distante com a União Europeia - para take back control, o Reino Unido tem de sair do mercado comum e da união aduaneira. O que poucos esperavam, e que marcou este primeiro ano de negociações, foi a unidade da posição de Bruxelas e a desunião das posições de Londres. E à medida que os meses avançavam, mais claro se tornava que o Reino Unido não iria conseguir o que desejava: manter uma relação próxima com o Mercado Comum, escolhendo as áreas e as regras que estaria disposto a implementar. Pelo contrário, na primeira fase das negociações, foi Bruxelas que conseguiu a continuação das contribuições financeiras britânicas para o orçamento da União Europeia e a livre circulação de pessoas até 2020. Talvez o exemplo que melhor ilustra as dificuldades que Londres enfrenta seja o caso da Irlanda do Norte. Por causa dos acordos que puseram fim a 20 anos de confrontos violentos entre os unionistas irlandeses - que defendem a continuação do Irlanda do Norte no Reino Unido - e os nacionalistas - que desejam a união das duas Irlandas -, ninguém quer ver uma fronteira física a dividir as duas comunidades. No entanto, a saída do Reino Unido do mercado comum assim o obriga. Para ultrapassar a questão, Londres terá de apresentar uma solução que agrade a Bruxelas ou a Irlanda do Norte continuará alinhada com o mercado comum. Como ninguém em Londres e em Belfast aceita uma fronteira entre a Irlanda do Norte e a Grã-Bretanha, corre-se o risco de todo o Reino Unido acabar alinhado com a União Europeia, sem ter uma palavra a dizer nas regras, nas leis e nos regulamentos. O que os apoiantes do brexit chamam de Bino-Brexit in Name Only, ou "Brexit só no nome". Uma vez que não há uma maioria parlamentar no Reino Unido a favor de um corte radical entre Londres e Bruxelas e mesmo o Partido Trabalhista já aceita que uma união aduaneira é o melhor modelo de relacionamento após o brexit, resta aos deputados que defendem um brexit mais afirmativo, e que são a maioria do grupo parlamentar conservador, atrasar o processo - que formalmente só pode durar dois anos - de tal forma que no final de março de 2019 o Reino Unido saia da União Europeia sem nenhum acordo. Mesmo que, para isso, seja necessário criar uma crise interna no Partido Conservador e substituir a primeira-ministra. Se depender da maioria dos deputados britânicos, alguma coisa mudará entre Londres e Bruxelas, para que muito possa ficar na mesma. Mas não devemos subestimar a vontade dos apoiantes de um brexit radical nem a sua capacidade para fazer do canal da Mancha uma fronteira fechada.

N:  : 
64
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
Camões Rádio & TV antecipadamente celebra o Dia De Reis

Foi no dia 5 de janeiro que a “Nossa Rádio” recebeu no seu estúdio grupos de cantares da Associação Migrante de Barcelos, Associação Cultural Do Minho De Toronto e do Rancho Folclórico Estrelas do Norte. Eram recebidos e cumprimentados pela Administradora e Diretora de programas Adriana Paparella que depois das respetivas atuações lhes servia algo para comer e beber na Pitch Gallery. A emissão também transmitida na íntegra através do Facebook, com aproximadamente três mil visualizações, teve a metódica elaboração e assistência técnica de Paulo Marques, Pedro Ferreira e Luciano Paparella. Absoluto sucesso! Cremos que para o ano será ainda melhor!

Depois do programa “Essência Do Fado” - habitualmente apresentado às sextas feiras entre as 19H00 e as 20H00 em cadeia com a CKWR 98.5 pelo responsável por esta reportagem, naquele dia antecipado para uma hora antes, - chegava ao estúdio o grupo de cantares do Rancho Folclórico da Associação Migrante de Barcelos formada hà 19 anos. De acordo com o seu atual Presidente Vitor Santos o grupo de indivíduos de ambos os sexos naquele dia constituído por dez homens e oito mulheres formou-se inicialmente para cantar as Janeiras aderindo depois aos Reis. Ele fazia a introdução das cantigas, algumas tradicionais e outras inéditas, tendo a certa altura pedido ao Miguel executor da Concertina para explicar a diferença entre o seu instrumento e o Acordeon. O jovem delicada e carinhosamente tentava ser bastante elucidativo.

Depois era o grupo de cantares do Rancho Folclórico da Associação Cultural do Minho de Toronto. Era constituído por nove mulheres e seis hemens, que cantavam, tocavam Pandeireta, Bombo, Concertina, Acordeon e Cavaquinho. Augusto BandeiraPresidente daquela associação que ocasionalmente participa na “Mesa Redonda” daquela estação de rádio, fazia questão de deixar saber que foi aquela associação que dera o pontapé de saída ao cântico das Janeiras e dos Reis em Toronto, e fazia também menção honrosa à Camões Rádio pela iniciativa de os ter convidado. Com ar de graça procedia depois com as apresentações. Também eles com algumas cantigas inéditas de sua autoria.

Para finalizar a programação especial da Camões Rádio antecedendo o dia de Reis, era o grupo de cantares do Rancho Folclórico Estrelas Do Norte de cujo Presidente do Executivo é Lina Pedrosa, naquele dia constituído por cinco indivíduos do sexo femenino e seis do sexo oposto apresentado por Maria Cruz. Também estes a aludir aos Reis que no próximo dia se celebrava sem que, tal como os grupos antecedentes, fizesse questão de deixar no ar um cherinho às Janeiras. Estes grupos cantavam em uníssono e tocavam tão bem emitindo um som maravilhoso que mais perecia uma gravação de estúdio. Parabéns!

Nota: As Janeiras que derivaram de costumes pagãos, que se cantavam e todavia se cantam por altura do Natal, em Portugal, Canadá ou em qualquer parte do Globo onde vivam portugueses é uma tradição aprovada em forma legisladora por D. João Primeiro a 3 de novembro de 1385. O dito documento estipulava ser expressamente proibido cantar as Janeiras depois do Natal na cidade de Lisboa. E quem o fizesse seria punido em cincoenta libras metade delas para quem acusasse tal procedimento e a outra metade para o Concelho. Quem assim não procedesse seria degradado da cidade através de pregão público. Mas em Toronto gostamos de as ouvir mesmo em tempo de referência aos Reis Magos. É de louvar o interesse e a boa vontade dos que fazem prevalecer a tradição especialmente os jovens que a ela aderem alguns deles nascidos em solo canadiano. Bem hajam pela boa vontade, dedicação e sacrifício!!!

N:  : 
63
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
62
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
http://static.globalnoticias.pt/dn/image.aspx?type=generate&name=original&id=5697042&w=579&h=371&t=20170301111300
N:  : 
61
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
60
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
59
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
58
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
57
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
56
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
55
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
54
Data:   
Titulo:   
ROSA LOBATO DE FARIA
   
Portugal   

A escritora e actriz Rosa Lobato de Faria morreu esta terça-feira em Lisboa, aos 77 anos, num hospital de Lisboa, onde se encontrava internada.

O corpo vai estar esta quarta-feira de manhã na Igreja de Santa Isabel, perto do Largo do Rato, em Lisboa.

Nascida em Lisboa em Abril de 1932, escreveu poemas, mas o seu primeiro romance - «O Pranto de Lucifer» - só foi publicado aos 63 anos.

Rosa Lobato Faria esteve várias décadas ligada à televisão, desde que se estreou na RTP como locutora nos anos 1960, tendo integrado como actriz várias telenovelas e séries televisivas.

Como actriz participou, por exemplo, nas novelas «Vila Faia», «Origens» e «Ninguém como tu» e entrou em séries de comédia como «Humor de perdição» e «A minha sogra é uma bruxa».

Várias foram já as reacções ao seu desaparecimento.

Rosa Lobato Faria também passou pelo cinema, tendo entrado recentemente nos filmes «Tráfico» (1998) e «A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003)», ambos de João Botelho. Lobato Faria escreveu ainda dezenas de letras para canções, muitas delas para festivais da canção.

Enviado por Diana Karina
Crónica de Portugal
www.portugalmusica.com.pt
www.venuscreations.ca
dianyfofi08@hotmail.com

N:  : 
53
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
52
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
51
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   

Ola Joe e familia!!

Wowww it's been a long time, but believe me I didn't forget you...
I hope you are all doing good and having Happy Holidays
May 2010 bring you and your loved ones..
Peace, Health, Love and Joy.
Hugs.
Jessica Amaro and family

N:  : 
50
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
49
Data:   
Titulo:   
AMOR DE ARTISTA
   
Portugal   

Tributo À Venus Creations

Parabéns Venus Creations,
Pelo projecto altruísta,
De na cidade de Toronto,
Ter criado o "Amor de Artista".

Em cada ano que passa,
Organiza um festival,
Pra promover os talentos
E as vozes de Portugal.

Tem dado a muitos artistas,
A rara oportunidade,
De gravarem e também,
Alcançar notoriedade.

Que gesto de gentileza,
Este nobre predicado,
Que dá à Venus Creations,
Notável significado.

Áureo impulso de coragem,
Neste poema enalteço.
Seus ilustres directores,
São dignos do nosso apreço.

Bem-haja Venus Creations,
Pela sua festa anual,
Divulgando o "Amor de Artista"
E o nome de Portugal!…


Autor: Euclides Cavaco

N:  : 
48
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
47
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
46
Data:   
Titulo:   
RECORDAR É VIVER
   
Portugal   
N:  : 
45
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
O meu nome é João Santos e faço parte do duo Santos
Vou tocar e cantar na festa do meu amiguinho André Carneiro
No lançamento do primeiro CD MOISACOS Espero ver lá todos os meus amiginhos
N:  : 
44
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
43
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
42
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
41
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
Fantasias do Alvaladezinho

Lá se foi o paleio do Bancadas!... Com que então o tempo do choro estava a aproximar-se?!... Pois, de facto parece que sim. Chora, agora Bancadas dum raio. Foram só dois no bucho, mas até poderiam ser mais. Somos os maiores, e a nossa equipa mostrou que sabe jogar.
Venha agora quem venha, que estamos aqui para todos.
Os do Bolinhas até nem jogaram mal contra o Inter, mas desculpem se vou magoar alguém ao dizer que estão ainda a umas léguas do valor dos nossos.
Viva o Sporting! Grande vitória.
Os comentaristas da nossa bola já vinham anunciando que a máquina portista estava muito bem afinadinha, mas o Sporting desafinou tudo, e ainda não foi desta que o Jesualdo molhou a sopa. Estou muito feliz. A minha equipa mostrou que está bem mais afinada que a dos dragões. Agora é só correr para o título. O Paulo Bento que se mantenha sentadinho no banco, não diga nada, que os nossos jogadores têm a lição bem estudada. Esta é a única maneira de Paulo se ir aguentando mais algum tempo no Sporting, que para mim essa do Manchester foi peta que enfiaram a todos nós, mas eu não fui nela e sou Sportinguista de coração e tudo.
A primeira jornada da Liga Sagres não deve ainda trazer novidades, mas a segunda há-de colocar-nos isolados no primeiro lugar, que o Braga é pera doce.
Venha depressa o início do campeonato, que estou ansioso de ver o Sporting a destacar-se dos seus adversários. Deixo-vos o calendário das duas primeiras jornadas para verdes a lógica do meu racicínio.

Alvaladezinho
www.venuscreations.ca/viewfutebel.asp
Só Futebol

N:  : 
40
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
Comunicado Venus Creations faz saber aos seus cibernautas que por motivos alheios à nossa vontade só agora nos foi possível publicar a nota informativa que abaixo transcrevemos com todo o orgulho, assinada pela nossa prezada e estimada colaboradora Senhora Dra Fátima Toste. Acompanhada de sua mãe, Linda Magalhães, vinda de Montreal, esteve entre nós, a jovem artista Kelly M., que está presentemente gravando o seu segundo trabalho discográfico no estúdio de Nelson Câmara. Kelly M. reside em Montreal na companhia de seus pais Miguel e Linda e ainda de sua irmãzinha mais nova Kathleen que, embora só tenha sete anos, já gosta de cantar em frente ao espelho, imitando sua irmã. Filiada da organização Venus Creations, Kelly M. fez parte do projecto Amor de artista 2007 e certamente será uma das participantes do Amor de Artista 2208. O seu primeiro trabalho discográfico intitulado Sou Boneca, foi gravado em 2005 no estúdio de Hernani Raposo. O seu segundo CD cujo título ainda não foi revelado, inclui uma variedade de temas seleccionados pela jovem artista, que conta com a colaboração de seus pais e o apoio incondicional de sua mãe que acompanha a sua carreira artística com estremoso carinho e dedicação. Em Toronto, Kelly M. actuou no restaurante Lisboa à Noite por ocasião do lançamento do CD Amor de Artista 2007, na Casa dos Açores do Ontário inserida na Semana Cultural da mesma, e no Ontário Place na celebração do dia da Cultura Açoriana, no passado mês de Agosto. Durante a sua estadia entre nós, tivemos o prazer de encontrar Kelly M. no elegante restaurante Le Baton Rouge num jantar de ambiente amistoso que contou com a presença de alguns amigos, e que coincidiu com a celebração do vigésimo nono aniversário de casamento de Nelson Câmara e sua esposa Gina. Parabéns ao casal Câmara por mais um aniversário e à nossa amiguinha Kelly M. pela gravação de mais um trabalho discográfico com votos de muitos e continuados sucessos. Fátima Toste
N:  : 
39
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
38
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
37
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
36
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
35
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
34
Data:   
QUARTA-FEIRA 12 DE SETEMBRO 2007
Titulo:   
LAURA MARINHO
   
Portugal   
Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket LAURA MARINHO
Vocalista de “OS NOTA A NOTA

CURRICULUM ARTISTICO

NATURALIDADE: PORTO

MUSICA: LIGEIRA/POPULAR PORTUGUESA

CARREIRA

NACIONAL: Tem actuado de norte a sul do País em espectáculos ao ar livre, festas Populares, arraiais, festas de empresas, confraternizações, casamentos, Jantares dançantes, passagens de ano, carnavais, piano bar, etc.

CARREIRA NO ESTRANGEIRO:

Pelo menos uma vez por ano vai ao estrangeiro actuar em dominios da Comunidade Portuguesa. Vai com regularidade à televisão espanhola “TELEVIGO” e faz alguns espectáculos em ESPANHA.

CARREIRA NA RADIO:

Faz radio na RADIO VIZELA, no programa “manhãs do joca”, onde anima conjuntamente com um colega todos os dias das 9 horas até ás 12. Anteriormente fazia o programa “porta aberta”.

CARREIRA NA TELEVISÃO: Passou pela Televisão RTP 1, no programa “Casa de Artistas” e “Praça da Alegria”; Passa também pela estação privada SIC, no programa SIC 10 horas; É chamada com regularidade á televisão espanhola “TELEVIGO”; Vai várias vezes á TVI ao programa “OLÁ PORTUGAL”e “VIDA É BELA”

LINGUAS: Essencialmente divulga musica em Português, embora possua repertório Noutras línguas.

TRABALHOS EDITADOS:

Em Março/99 foi editado o primeiro trabalho em CD com canções Portuguesas, algumas versões dos anos 60.
Em Outubro de 2000 foi editado o segundo trabalho em CD com Canções também em português, duas delas de SUA AUTORIA

ESPECTÁCULO

TIPO: Preferencialmente actua como “ CABEÇA DE CARTAZ” ou faz Suporte de artistas nacionais ou estrangeiros.

Contato:

RUA DA NORA, 192- BLOCO 4-4º.ESQ.4620-538
VIZELA (PORTUGAL)
Tel: 253 582 991
Telem: 966 707 056
Email: notaanota@iol.pt
W.Site: www.notaanota.com.sapo.pt

Enviado por Mano Belmonte

manoamano@sympatico.ca
www.venuscreations.ca/ManoBelmonte

N:  : 
33
Data:   
SÁBADO 28 DE JULHO 2007
Titulo:   
CARLOS ALBERTO MONIZ
   
Portugal   
Entrevista a Carlos Alberto Moniz (músico): "A minha figura de ficção favorita é Marques Mendes"

Qual foi a maior decepção que sofreu até hoje?
Decepções? Prefiro guardá-las para a minha intimidade.

Gostaria de viver num hotel?
Desde que lá vivesse com a família. Sozinho, não.

A sua bebida preferida?
Chá, em primeiro lugar. Cerveja, em segundo.

Que número calça?
44. O meu filho, de 12 anos, já calça 45. Está maior que eu...

Que livro anda a ler?
Não ando a ler nenhum agora.

A sua personagem de ficção preferida?
Marques Mendes.

A política não é para levar a sério?
É, é. Por isso Marques Mendes é a minha personagem de ficção favorita.

As aparências iludem?
Iludem. E muito.

Iludem sobretudo aqueles que pretendem ser iludidos?
Não. Geralmente quem não quer ser iludido é que costuma ser apanhado.

A sua cor preferida?
O vermelho. Ainda por cima é económico: ao longo dos anos habituei-me a levar a bandeira vermelha tanto para a política como para os jogos do Benfica.

E a música da sua vida?
Podia dar cem exemplos. Mas basta uma: Traz Outro Amigo Também, do Zeca Afonso. Pelo conceito e pela simplicidade.

Costuma cantar no duche?
Sim, mesmo sem estar afinado. Como qualquer português vulgar.

Sugere alguma alteração ao hino nacional?
Não. Prefiro que este se mantenha. Se fosse alterado, teria muito trabalho a decorar o outro.

O pecado capital que pratica com mais frequência?
A gula. Não propriamente por ser guloso, mas por gostar de comer. De tudo. Pastéis de bacalhau, empadas de todo o género, croquetes... Sou capaz de correr o País à procura do melhor croquete.

O seu prato favorito?
Neste momento, como tomei alguma consciência, peixe grelhado. Ou cozido.

Com que figura pública gostaria de jantar?
Geralmente janto muito com figuras públicas. Gostaria mais de jantar com gente anónima.

Qual o seu maior sonho?
O maior sonho, que já não concretizarei, era ter aprendido suficientemente música para chegar a uma sala de concerto e tocar num Steinway e ser reconhecido como um bom pianista.

E o maior pesadelo?
Não tenho pesadelos. Felizmente durmo sempre bem.

O que o faz irritar profundamente?
A estupidez. Às vezes vem de onde menos se espera.

Em equipa que ganha não se mexe?
Isso mesmo.

Gosta mais de conduzir ou de ser conduzido?
Gosto mais de conduzir, se bem que não me importe nada de ser conduzido por quem conduza melhor que eu.

Gosta de gravatas?
Gosto. E tenho uma grande colecção, embora não as use muito. Geralmente só uso quando não é obrigatório.

O que faria se fosse milionário?
Ia gastando dinheiro de forma mais ou menos inteligente, com alguns disparates à mistura.

Casamentos gay: de acordo?
Não consumo, mas apoio e se for preciso junto a minha assinatura para que se concretizem. Embora com outra designação, sem necessidade de se chamar "casamento".

Exemplo de uma mulher bonita na política?
Idália Moniz

Acredita no Paraíso?
Acredito no Paraíso mas sei que ele está na terra.

Tem um lema de vida?
Tentar acordar todos os dias sem remorso do que fiz na véspera

PEDRO CORREIA

Enviado por Fernada Leitão
www.venuscreations.ca/viewconj2004.asp
www.venuscreations.ca/viewconj.asp
www.venuscreations.ca/viewartportugal.asp

N:  : 
32
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
31
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
30
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
29
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
28
Data:   
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
27
Data:   
SÁBADO 30 DE ABRIL 2005
Titulo:   
ZECA AFONSO
   
Portugal   
Vitor PereiraOlá, amigos… Numa semana em que o tema de fundo em Portugal é a Liberdade, depois de mais um aniversário da “Revolução dos Cravos” na passada segunda-feira, aproveito para escrever sobre um artista que ficou intimamente ligado ao “25 de Abril”. Refiro-me a um símbolo da resistência antifascista, conhecido pelas canções de intervenção… José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (de seu nome completo), que ficou conhecido entre nós simplesmente como Zeca Afonso.Zeca Afonso Nasceu a 2 de Agosto de 1929 em Aveiro e a sua infância dividiu-se entre a vivência em Portugal, onde viveu com os tios, e as passagens por Angola e Moçambique, onde foi ao encontro dos pais, na altura o seu pai era um conceituado magistrado. Com apenas 11 anos foi viver para Coimbra, para prosseguir os estudos no Liceu D. João III. Aos 16 anos, em 1945 começou a cantar serenatas como “bicho”, designação da praxe de Coimbra para os estudantes liceais. Até era conhecido como “bicho-cantor”, o que lhe trazia certas regalias entre as “trupes” estudantis. Em 1948, terminou por fim o Liceu e pouco depois veio a conhecer Maria Amália de Oliveira, que veio a ser a sua primeira mulher e com quem se casou em segredo, devido à oposição de seus pais. Por esta altura, já fazia pequenas digressões com o Orfeão e com a Tuna Académica de Coimbra e jogava futebol na Associação Académica de Coimbra. Em 1949, deu continuidade aos estudos, no curso de Ciências Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras. E quatro anos depois, em Janeiro de 1949, nasceu o seu primeiro filho. Nesse mesmo ano, foram Zeca Afonsoeditados os seus primeiros discos, dos quais actualmente não existem exemplares. Um ano depois, nasceu a sua segunda filha, Helena. Os tempos que se seguiram foram bastante difíceis, nomeadamente devido às crescentes dificuldades económicas. Após o serviço militar obrigatório (1953 a 1955), concluiu em 1963 o Curso na Faculdade de Letras de Coimbra. Divorciou-se em Junho desse ano. A edição do seu primeiro álbum tinha sido feita um ano antes. "Coimbra Orfeon of Portugal" contou com faixas como "Minha Mãe" ou "Balada Aleixo". O seu segundo casamento, com Zélia, precedeu às digressões pela Suíça, Alemanha e Suécia. Em 1964, Zeca Afonso actuou na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, onde se inspirou para fazer a canção "Grândola, Vila Morena", que veio a ser no dia 25 de Abril de 1974 a senha do Movimento das Forças Armadas (MFA). Antes de uma passagem de três anos por Moçambique (1964 a 1967), foi editado o seu segundo álbum, "Baladas e Canções". Regressado a Portugal, e depois de ter estado vinte dias internado numa clínica por motivos de saúde, Zeca Afonso Zeca Afonsodescobriu que havia sido expulso do ensino oficial. O ano de 1968 trouxe consigo a edição de mais um registo, "Cantares do Andarilho". Em 1969, lançou um novo disco, "Contos Velhos Rumos Novos", que mereceu o prémio para o melhor álbum do ano da Casa de Imprensa. Um ano depois, apareceu "Traz Outro Amigo Também", um disco gravado em Londres, onde se destaca o tema que deu nome ao disco entre outras. O Natal de 1971 trouxe a edição de "Cantigas de Maio", desta feita gravado em Paris. Uma nova deslocação ao estrangeiro e um novo álbum, na vizinha Espanha gravou "Eu Vou Ser Como A Toupeira", em 1972. Entre os temas do disco, destaque para "A Morte Saiu À Rua", "Por Trás Daquela Janela" ou "No Comboio Descendente". Foi preso em Abril de 1973 pela PIDE/DGS e fica vinte dias em Caxias. Ainda nesse ano, foi editado o álbum "Venham Mais Cinco". Em 25 de Abril de 1974 deu-se a revolução derrubando o regime fascista. Ainda em 74, foi lançado no mercado mais um registo, "Coro dos Tribunais", uma vez mais gravado em Londres. Dois anos passados sobre a revolução, Zeca Afonso editou "Com as Minhas Tamanquinhas". Mais vinte e quatro meses e foi feito o lançamento de "Enquanto Há Força”. E após uma pausa de dois anos foi lançado Zeca Afonso"Fados de Coimbra e Outras Canções", onde, tal como o título indica, foram cantadas versões de fados da cidade universitária. Em 1982, foi pela primeira vez diagnosticada a doença responsável pelo seu desaparecimento, Zeca Afonso padecia de esclerose lateral amiotrófica. No ano seguinte, foi editado o duplo álbum "Ao Vivo no Coliseu", resultante de uma apresentação feita no Coliseu dos Recreios a 29 de Janeiro. Ainda nesse ano, Zeca Afonso foi agraciado com a Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra, antes da recusa em receber a Ordem da Liberdade dada pelo então Presidente da República General Ramalho Eanes. "Galinhas do Mato" foi editado em 1985, naquele que foi o seu último registo em vida. Zeca AfonsoA doença venceu o cantor no dia 23 de Fevereiro de 1987. O funeral contou com a presença de mais de trinta mil pessoas, numa digna homenagem a um dos maiores compositores que o país conheceu. Injustiçado por estar contra a corrente, por combater o fascismo salazarista, Zeca Afonso foi um dos mentores da canção de intervenção em Portugal. Tentei ser o mais breve possível salientando apenas os factos mais relevantes. Aproveito também para pedir a vossa colaboração, ou seja: se conhecem ou conheceram um artista ou um conjunto português e gostariam de saber mais sobre eles, podem enviar as vossas sugestões para webmaster.aguedenses@sapo.pt. E se for possível encontrar informações suficientes, um artigo poderá assim nascer tendo como base a sua sugestão, porque a sua opinião e apoio são fundamentais! E por fim, após esta narrativa, despeço-me, até para a semana... Um abraço,

Vitor Pereira
webmaster.aguedenses@sapo.pt
www.osaguedenses.com.sapo.pt
www.venuscreations.ca/viewconj2004.asp
www.venuscreations.ca/viewconj.asp
www.venuscreations.ca/viewartportugal.asp
N:  : 
26
Data:   
SÁBADO 23 DE ABRIL 2005
Titulo:   
FRANCISCO JOSÉ
   
Portugal   
Vitor PereiraOlá, amigos… Após algum tempo de ausência, estou de regresso, com vontade de continuar o trabalho que vinha a desenvolver. É para mim um grande orgulho fazer parte da equipa maravilha da Venus Creations, apesar de não escrever já há algum tempo, não deixei de visitar esta página cheia de artigos interessantes, onde a comunidade Portuguesa, os artistas, a poesia, o desporto, a informação internacional e até mesmo o humor não são esquecidos.Francisco José
Desta vez, aproveito para recordar um dos nomes mais populares da canção ligeira dos anos cinquenta. Natural de Évora, nascido a 16 de Agosto de 1924, Francisco José conquistou Portugal com o seu modo apaixonado de cantar. A sua primeira aparição artística foi na festa de finalistas do liceu que frequentava, no Teatro Garcia Resende, com a interpretação do tema “Trovador”. Em 1948, foi aceite no Centro de Preparação de Artistas de Rádio da Emissora Nacional, tendo cantado na audição, as canções “Marco do Correio” e “Marina Morena”. E foi como algo inevitável, a sua voz quente e romântica por excelência tornou-o num dos nomes preferidos dos ouvintes da rádio.
Nesse mesmo ano, com 24 anos, tão grande fora o sucesso, que passou de amador a profissional, vendo-se obrigado a interromper o curso de engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar. Passado três anos, em 1951, editou aquele que foi um dos seus grandes sucessos, a balada “Olhos Castanhos”, que ficou para sempre ligada à sua voz. Os discos que se seguiram, “Sou Doido Por Ti”, “Deixa Falar o Mundo” e “Ana Paula”, gravados em Madrid tal como o anterior, foram outros dos seus êxitos. Em 1954, partiu à descoberta do Brasil, mercado então muito receptivo aos artistas Portugueses, onde acabou por ficar definitivamente. Francisco JoséDepois de seis anos de concertos realizados para plateias de emigrantes Portugueses, só em 1961 grava o seu primeiro disco no Brasil, uma nova versão de “Olhos Castanhos”, que atingiu um sucesso sem precedentes no país, vendendo cerca de um milhão de cópias. Em pouco tempo, Francisco José tornou-se no artista Português mais popular de sempre naquele país, onde residiu quase ininterruptamente até aos anos oitenta. Para além de regulares edições discográficas, que somaram um total de 24 álbuns, dos quais apenas seis chegaram a Portugal, do currículo de Francisco José fazem parte inúmeras passagens pela televisão, tendo apresentado um programa aos sábados no Canal 9, em horário nobre. Em 1973, apresentou o seu maior êxito de sempre em Portugal “Guitarra Toca Baixinho”.  Mas só na década de oitenta regressou definitivamente a Portugal, onde lançou, em 1983, o seu último disco, o “single” “As Crianças Não Querem a Guerra”. Acabou por falecer em 31 de Julho de 1988. Aos poucos, foi deixando de ser apenas um cantor de sucesso para se transformar em mito, o “Frank Sinatra” Português, como alguns o consideraram. E assim termino esta rúbrica, esta pequena viagem no tempo, espero que tenha sido do vosso agrado.

Vitor Pereira
webmaster.aguedenses@sapo.pt
www.osaguedenses.com.sapo.pt
www.venuscreations.ca/viewconj2004.asp
www.venuscreations.ca/viewconj.asp
www.venuscreations.ca/viewartportugal.asp
N:  : 
25
Data:   
SÁBADO 16 DE ABRIL 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
24
Data:   
SÁBADO 9 DE ABRIL 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
23
Data:   
SÁBADO 2 DE ABRIL 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
22
Data:   
SÁBADO 26 DE MARÇO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
21
Data:   
SÁBADO 19 DE MARÇO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
20
Data:   
SÁBADO 4 DE MARÇO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
19
Data:   
SÁBADO 26 DE FEVEREIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
18
Data:   
SÁBADO 19 DE FEVEREIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
17
Data:   
SÁBADO 12 DE FEVEREIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
16
Data:   
SÁBADO 5 DE FEVEREIRO 2005
Titulo:   
CARLOS PAIÃO
   
Portugal   
Vitor PereiraOlá, amigos… Esta semana aproveito para escrever sobre um artista, que embora já não se encontre entre nós, ainda continua bem presente na memória de todos. É caso para dizer: quem é que já não ouviu falar de Carlos Paião?Carlos Paião Nasceu a 1 de Novembro de 1957 na cidade de Coimbra e cedo mostrou os seus dotes para a música. Em 1978 concorreu ao Festival da Canção de Ílhavo (terra de onde era natural, como a sua mãe fez questão de destacar por diversas ocasiões), de onde saiu vitorioso com a canção “Canto de Guerra”. Por esta altura, Carlos Paião já tinha escrito mais de 200 canções. Em 1980, participou, pela primeira vez, no Festival RTP da Canção com o tema “Amigos, Eu Voltei”, mas não conseguiu chegar à final. O primeiro éxito aconteceu, quando escreveu, para Herman José, a “Canção do Beijinho”. Durante a década de 80, muitas das suas composições alcançaram sucesso, mas nas vozes de outros artistas, nomeadamente Joel Branco, Amália Rodrigues, Cândida Branca Flor, entre muitos outros… Em 1981, concorreu novamente ao Festival RTP da Canção e acabou por vencer com a canção “Playback”.  Entretanto, gravou o seu primeiro “single” com dois temas: “Souvenir de Portugal” e “Eu Não Sou Poeta”, que vendeu mais de 50 mil cópias. Representou Portugal no Festival da Eurovisão, apesar do sucesso em terras lusas, “Playback”, não foi além de um penúltimo lugar. O “single” deste tema vendeu mais de 80 mil unidades e conquistou o disco de ouro, chegando ao considerável número das 40 mil cópias vendidas na Alemanha, depois de uma edição internacional, cantada em inglês. Foi ainda em 1981 que Carlos Paião lançou mais um tema intemporal, "Pó de Arroz".Carlos Paião Foi editado, em 1982, um novo “single” com os temas “Marcha do Pião das Nicas” e “Telefonia nas Ondas do Ar”. E finalmente, também nesse ano, foi editado o seu primeiro álbum, “Algarísmos”. No ano seguinte, regressou uma vez mais ao Festival RTP da Canção, desta vez ao lado de Cândida Branca Flor
 interpretando a canção "Vinho do Porto, Vinho de Portugal",que alcançou o 4º lugar na classificação final. Nesse ano, 1983, conclui o Curso de Medicina, mas continuou a ser a música a sua grande paixão. Mas antes disso, lançou mais um “single”, “O Foguete”, que foi o tema do genérico de um programa da RTP com o mesmo nome, feito em conjunto com António Sala e Luís Arriaga. Voltou a colaborar com o humorista Hermam José em 1984, quando compôs todos os temas interpretados por “Serafim Saudade”, personagem “encarnada” por Herman José no programa "Hermanias" da RTP. Em 1985, surgiu no mercado a primeira colectânea de “singles” até então editados, com o título "O Melhor de Carlos Paião". Participou no Festival da Canção Popular de Budonkan, em Tóquio, com o tema "Lá Longe Senhora", com o qual foi seleccionado de entre mais de duas mil composições postas a concurso. Um ano depois, em Junho de 1986, compôs o tema que serviu de hino à presença da selecção portuguesa no Mundial de Futebol do México, “Bamos Lá Cambada”, cantado por “José Esteves” (Herman José). A 26 de Agosto de 1988, a caminho de um espectáculo, Carlos Paião encontrou a morte num trágico acidente de viação. O álbum que estava a preparar, foi editado em Setembro, "Intervalo", aquele que foi o último conjunto de originais do cantor. O tema de maior sucesso foi: “Quando as Nuvens Chorarem”, um dueto com a Dina. A colectânea "O Melhor de Carlos Paião", em 1991, foi reeditada em formato de duplo álbum. Carlos PaiãoEm 2003 foi lançado um duplo CD, “Letra e Música: 15 Anos depois”, com 37 temas de sua autoria, entre eles um inédito (“Caminhar”). Com a sua morte prematura desapareceu um dos mais talentosos compositores e intérpretes da música portuguesa! E é com os temas imortalizados na voz de Carlos Paião, que me despeço por esta semana e como estamos muito perto do dia de S. Valentim, deixo-vos com um dos maiores éxitos de sempre, “Cinderela”
Um abraço, Vitor Pereira (webmaster.aguedenses@sapo.pt) www.osaguedenses.com.sapo.pt www.venuscreations.ca/viewconj.asp
N:  : 
15
Data:   
SÁBADO 29 DE JANEIRO
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
14
Data:   
SÁBADO 22 DE JANEIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
13
Data:   
SÁBADO 15 DE JANEIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
12
Data:   
SÁBADO 8 DE JANEIRO 2005
Titulo:   
   
Portugal   
N:  : 
11
Data:   
SÁBADO 1 DE JANEIRO 2005
Titulo:   
CARLA MARIA
   
Portugal   
Olá meus amigos Desde já as minhas desculpas pla minha ausência devido a problemas no meu PC. Antes de mais gostaria de desejar um FELIZ ANO NOVO a todos aí no Canadá e que 2005 traga mais saúde, mais paz, mais amor e muita música ........... Agora vamos falar de mais uma artista portuguesa uma cara já conhecida pela sua carreira mas, que ainda não lhe foi conferido o mérito que merece, estou a falar de > CARLA MARIA uma artista bonita simpática carinhosa e dotada de uma voz sublime. CARLA MARIA começou jovem a trabalhar na música 1º começou por aprender a tocar teclados, e depois começou a cantar também, Lá longe em terras da SUIÇA . Vem para Portugal onde de imediato é convidada a participar em várias colectânias de onde se destaca “ MÃE, MÃE, MÃE, PAI NATAL, ROMARIAS DE PORTUGAL. Mais tarde lança seu 1º disco numa carreira a solo com o título de DANÇA COMIGO ao que se seguem O TEU AMOR E A LUA , CORAÇÃO MAGOADO e em 2005 irá lançar o seu 4º Cd a solo com o título de DESEJOS. Desde já uma recomendação não deixem de ouvir esta artista, CARLA MARIA é um nome que ficará gravado na estrada da boa música portuguesa. Um abraço a todos Dos artistas de Portugal MARIOGUERRA Mail-mgmarioguerra@hotmail.com / www.venuscreations.ca