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Mensagem:  631
Data:  2/6/2005 2:18:40 PM
Nome:  Carlos Silva
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Em tempo de eleicoes nacionais, em epoca de Carnaval, ir aos Fados e so para os verdadeiros amantes da cancao nacional. Assim me sucedeu e fui a Associacao aos Fados, ver Amigos e passar uma noite num bom convivio. O Jantar confeccionado por voluntarios que gostam de ajudar e dar o seu contributo, para as portas da Associacao estarem abertas, estava delicioso e satisfez a todo o mundo presente. Ali, encontrei o Amigo de mais de 35 anos, o Carrusca algarvio de S. Braz, a quem a Comunidade deve uma homenagem por tudo quanto tem feirto pela Comunidade, muitos tem sido premiados com medalhas e honrarias, que comparados ao Carrusca, deviam ter vergonha de as ter recebido. Pode ser que o seu dia chegue. Esperemos. Creio que foi tudo por acaso, mas nesta noite, estiveram presentes, como assistentes grandes artistas da comunidade. como a Fatima Ferreira o Armando Jorge a Carmem e o Manuel Moscatel, o Carlos Goncalves e Fernanda Diniz. Nos fados esteve a guitarra o Antonio Amaro e a viola o Leonardo Medeiros e Tony Melo. que acompanharam o Mario Jorge, a Lina Esteves e o Floriano Rodrigues. Devo realcar que cada vez que o ouco cantar, ao Mario Jorge, me sinto feliz e satisfeito, pois quem tanto criticava nos tempos do First os fadistas desse tempo, agora me surge cantando e encantando quantos o ouvem. Cantou os Meninos do Huambo, Venho dizer te adeus, Saudades trago comigo e ainda Ate o Rei ia ao Fado, Padre nosso baixinho e Roseira botao de gente. Boas interpretacoes,fados diferentes e sempre do agrado de quem escuta. Foi bonito falar se no momento especial por que passou o Humberto Silva que felizmente recuperou bem. E assim, se passou uma noite de Carnaval a cantar o Fado entre Amigos e num ambiente verdadeira mente fadista.


Mensagem:  630
Data:  2/2/2005 6:31:31 PM
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A Administração da "VENUS CREATIONS" tem o maior prazer de informar todos os nossos Cibernautas, de que a partir de hoje temos mais uma excelente colaboradora.
Ela ficará a fazer o tema "FRENTE A FRENTE COM O ARTISTA", um tema que esperamos que gostem e sigam atentamente, é a mãe da nossa bem popular artista "JESSICA AMARO" que já fez parte dos quadros artísticos da V.C. Que seja benvinda ao nosso site "OTÍLIA PRAZERES", e que te sintas bem nesta grande família que é a "VENUS CREATIONS".

E assim os colaboradores estão felizmente a aparecer, porque sabem que estamos a tentar fazer um trabalho sério e honesto.


Mensagem:  629
Data:  1/29/2005 7:36:53 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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A Natureza do Mal Por HELENA MATOS Sábado, 29 de Janeiro de 2005

1. É verdadeiramente assombrosa a capacidade que temos de nos distrair do essencial e perdermo-nos com o acessório. O nosso ainda primeiro-ministro, furioso com os resultados das sondagens, propõe-se processar as empresas que as efectuam. Do mais que provável futuro primeiro-ministro, José Sócrates, cada vez se sabe menos o que pensa. E, contudo, ela move-se. Ou seja a política. No passado fim-de-semana, esteve em Lisboa Josep Carod-Rovira, o líder da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC). O senhor Rovira veio a Portugal falar-nos da Ibéria. Nem mais nem menos. Como o mesmo Rovira declarou ao semanário "Expresso", também na passada semana: "Devemos passar de uma concepção unipolar do Estado para uma outra multipolar, que passe por Lisboa, Barcelona, Bilbau, certamente por Sevilha, e juntos poderemos acabar de alguma forma esta península que nunca foi concluída." E assim de uma assentada, Lisboa, capital de um Estado independente, foi colocada, pelo senhor Rovira, ao nível das capitais das regiões e comunidades espanholas. É de uma inconsciência assombrosa a bonomia com que em Portugal se escutam este tipo de afirmações. Duvido, aliás, que sejam escutadas. O "Jornal de Notícias", no artigo que dedicou à conferência de Rovira, em Lisboa, fez um título que deve ter ido buscar aos tempos em que o generalíssimo Franco era vivo - "Rovira diz que chegou a hora da Catalunha livre". Quem oprime a Catalunha nesta ano da graça de 2005? Não só a Catalunha é livre como o que de facto Rovira disse é que chegou a hora de Portugal se tornar uma região da Ibéria. E note-se que o senhor Rovira não estava a discursar num encontro obscuro ou na sede dum movimento extremista. O senhor Rovira veio a Portugal a convite da Fundação Mário Soares, que, como se sabe, foi Presidente da República deste país que Rovira trata como uma região da Ibéria. Nada disto mereceu destaque na nossa campanha eleitoral. O que pensam, por exemplo, os nossos candidatos a chefes de governo do anúncio feito por Rovira, na Fundação Mário Soares, de que vai propor a Zapatero que a Catalunha participe nas próximas cimeiras luso-espanholas? Sócrates vai dar o estatuto de chefe de Estado aos governantes da Catalunha? E do País Basco? E da Galiza? E vai fazê-lo enquanto a Espanha discute este assunto? Sobre Santana Lopes não vale a pena perguntar o que fará: não só não vai ser primeiro-ministro como, quando da cimeira luso-espanhola em que representou Portugal, aceitou ser colocado ao nível dos presidentes das comunidades autónomas da Espanha. A presente situação espanhola diz-nos respeito: porque os líderes independentistas procuram obter em Portugal o reconhecimento tácito do seu estatuto de chefes de Estado. Porque uma Península com três ou quatro Estados independentes é política e economicamente diferente para Portugal. Porque o processo de desgaste das instituições democráticas fomentado pelos independentistas em Espanha é exemplar dos logros em que as democracias caem. Começou por se fazer equivaler antifascista a democrático, o que está longe de ser verdade. Movimentos como a ETA são profundamente reaccionários, mas o facto de os seus membros terem combatido Franco serviu-lhes de capa de legitimidade para continuarem a matar em plena democracia. À extorsão que praticam chama-se imposto revolucionário. Simultaneamente, pactuou-se com o culto dos mortos em que os nacionalismos e os terrorismos são férteis. O corpo de cada vítima dos nacionalistas, nos anos 70, 80 e 90 do século XX, valia sempre menos que os independentistas mortos pela Falange ou pelas tropas de Isabel, a Católica. Durante anos, olhou-se para o fenómeno da violência de rua e perseguições a não nacionalistas com a mesma tolerância com que os burgueses enfrentam os desmandos dos filhos: aquilo passa-lhes. Não passou. Em Espanha, agora, na urgência do inevitável, arranjam-se argumentos que visem impedir os bascos de organizar um referendo sobre o seu futuro estatuto. Em Portugal, nós já escutámos Rovira dizer-nos qual é o nosso futuro estatuto. Esperemos que não seja demasiado tarde quando tivermos percebido o que ele, de facto, disse. Não sobre a Espanha. Mas sobre Portugal. 2. Outro caso de desatenção óbvia é aquele que envolve Francisco Louçã. As suas declarações no debate com Paulo Portas sobre o aborto causaram consternação entre aqueles que acham que o Bloco é progressista e luta pela liberdade. Este convencimento é um fenómeno da natureza da fé. Todas as vezes que abre a boca, Louçã esforça-se por provar que não só não é democrático como permanece fiel aos seus ideais totalitários. Fê-lo com particular eloquência na entrevista que deu a Miguel Esteves Cardoso e que foi publicada na última edição da "Sábado". Está lá a cartilha toda da esquerda "reciclada": Lenine traído por Estaline. Os bolcheviques paladinos da liberdade contra "um regime czarista e de escravatura generalizada". Louçã não só não sabe quem foi o almirante Reis - é ele quem o diz no início da entrevista! - como não lê nada há muito tempo. Toda a documentação revelada sobre o universo concentracionário instituído por Lenine, o apoio que a Alemanha lhe deu para que derrubasse o czar e negociasse a paz, o gulag... tudo isso Louçã reduz à "experiência trágica" de regimes "que se chamaram a si próprios comunistas". Esta separação entre o ideal e a prática é uma benesse de que o comunismo tem beneficiado. Se em vez de Lenine e do comunismo, Louçã estivesse a falar de Hitler ou do fascismo, admitir-se-ia que usasse o termo "desvio" quando se referisse aos campos de concentração? Louçã continua sem admitir que o comunismo é um totalitarismo. Um totalitarismo que se propôs extinguir pessoas pela sua pertença social e pelo seu pensamento, tal como Hitler se propôs extinguir as raças impuras. Tirem-se ao Bloco as causas mediáticas, as conversas sobre as despenalizações, o apoio às causas políticamente correctas e encontra-se Lenine.


Mensagem:  628
Data:  1/27/2005 3:41:27 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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Grupo dos Amigos de Olivença. www.olivenca.org Nota de Imprensa 2005/01. O Grupo dos Amigos de Olivença, em carta hoje enviada, lembrou aos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas a actualidade da Questão de Olivença e deixou-lhes o apelo para que assumam a relevância do litígio e a necessidade de pugnarem pela sua resolução na Assembleia da República. Para conhecimento, pedindo-se divulgação, transcreve-se o conteúdo da carta: «No momento em que os portugueses vão eleger a próxima Assembleia da República, a Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença toma a liberdade de colocar as seguintes considerações: «A Questão de Olivença continua actual: Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território que continua a considerar, de jure, português. «Na legislatura agora finda, apreciado o assunto em Plenário da Assembleia, foi, por todos os grupos parlamentares, ao sublinharem o respeito pela legalidade internacional, lembrado que o direito internacional continua a indicar Olivença como território português e expressa a vontade de que o Governo analise o litígio e encontre uma solução para o mesmo, como factor de grande utilidade no futuro das relações entre Portugal e Espanha. «Entretanto o Governo português, em obediência ao comando constitucional, vem assinalando publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português». Não há muito, a então Senhora Ministra dos Negócios Estrangeiros, Dra. Teresa Patrício Gouveia, veio explicitar que «o Governo português se mantém fiel à doutrina político-jurídica do Estado português relativa ao território de Olivença». «Todavia, apesar destas posições públicas, o Estado português continua, parece-nos, a subestimar a actualidade e relevância da Questão de Olivença e, nesse campo, a nosso ver, fraqueja na defesa do interesse nacional. «Para o Grupo dos Amigos de Olivença, é escusado, é inadmissível e é insustentável prosseguir na tentativa de esconder um problema desta magnitude. A existência política da Questão de Olivença e o mal-estar que, aliás, traz ao relacionamento peninsular, impõem que a mesma seja tratada com natural frontalidade, isto é, que seja colocada sem subterfúgios – na agenda diplomática. «Não é razoável nem correcto o entendimento de que tal agendamento põe em causa as boas relações com o país vizinho e prejudica outros interesses importantes. Primeiro, porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos, ressentimentos e factos (mal) consumados; depois, porque a hierarquia dos interesses em presença não se satisfaz com a artificial menorização da usurpação de Olivença. «As circunstâncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, verificando-se entre eles um clima de aproximação e colaboração em vastas áreas, são as mais favoráveis para que, sem inibições nem complexos, Portugal assuma que é chegado o momento de resolver a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional. «Por tudo isto, o Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 65 anos de esforços pela retrocessão do território e interpretando os anseios de tantos portugueses, apela para que a Questão de Olivença esteja presente entre as preocupações dos candidatos e que na próxima legislatura, face às considerações expostas, os deputados eleitos, sustentando os direitos de Portugal, dêem uma contribuição decisiva na solução do litígio. Lisboa, 17-01-2005. A Direcção do GAO


Mensagem:  627
Data:  1/25/2005 11:52:20 AM
Nome:  Vitor Pereira
País:  Portugal
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Desta vez, aproveito para falar de futebol, porque mais uma vez, Portugal está de parabéns… E não podia deixar de divulgar esta notícia, mais uma vez um nome de um português anda a maravilhar o mundo. Transcrevi o texto que se segue, do jornal desportivo “O Jogo”. Um abraço…
"José Mourinho, técnico do Chelsea, líder do campeonato inglês, foi eleito o melhor treinador do Mundo em 2004 pela Federação Internacional de História e Estatística de Futebol (IFFHS). José Mourinho Mourinho, que na época passada orientou o FC Porto, com o qual venceu a Liga dos Campeões, teve mais 186 pontos do que o segundo classificado, o francês Arsene Wenger do Arsenal, vantagem inédita desde que a IFFHS estabelece esta classificação. Arsene Wenger conseguiu com o Arsenal o feito de estar 49 jogos consecutivos sem perder no campeonato inglês, e o seu compatriota Didier Deschamps, do Mónaco, que chegou à final da Liga dos Campeões, que perdeu para Mourinho, arrebatou a terceira posição na votação. Na semana passada, o técnico português foi também considerado pela UEFA, através de uma votação “online”, o treinador da equipa ideal de 2004, o que sucedeu pela segunda vez consecutiva. Para a votação, a IFFHS elabora uma lista na qual aparecem, automaticamente, os treinadores dos clubes vencedores dos torneios continentais de clubes, assim como os finalistas da Taça Libertadores e da Taça UEFA, os quatro semi-finalistas da Liga dos Campeões e os técnicos dos melhores 20 clubes do Mundo.
Resultado da votação:
1º JOSÉ MOURINHO (Portugal/Chelsea) 271 pontos;
2º Arséne Wenger (França/Arsenal) 86;
3º Didier Deschamps (França/Mónaco) 72;
4º Frank Rijkaard (Holanda/Barcelona) 71;
5º Rafael Benítez (Espanha/Liverpool) 62;
6º Carlos Bianchi (Argentina/Boca Juniors) 57;
7º Luis Fernando Montoya (Colômbia/Once Caldas) 56;
8º Carlo Ancelotti (Itália/Milão) 48;
9º Alex Ferguson (Escócia/Manchester United) 26;
10º Vanderley Luxemburgo (Brasil/Santos) 19;
11º Claudio Ranieri (Itália/Valência) 18;
12º Fabio Capello (Itália/Juventus) 13;
13º Hugo Sanchez (México/Cidade de México) 11;
14º Javier Irureta (Espanha/Desportivo da Corunha) 9;
15º Robert Robson (Inglaterra/Newcastle) 6."


Mensagem:  626
Data:  1/23/2005 1:02:05 PM
Nome:  Carlos Silva
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ELEICOES E ja a 20 do mes de Fevereiro proximo, que o Povo Portugues vai eleger o seu Parlamento e por consequencia o seu Primeiro Ministro. Ja acontece como em periodos anteriores, todos os interessados prometem tudo e mais alguma coisa, que depois na maioria dos casos nao cumprem. E como sempre, agora estao mais interessados a enxovalharem os seus adversarios do que apresentarem casos concretos para o bom funcionamento dos Ministerios e do bem estar dos votantes. Ha anos atras andava o Paulo Portas, de feira em feira a prometer zelar pelo bem estar dos mais idosos, a melhorar as reformas dos pensionistas, e prometendo tambem a equivalencia das reformas para o salario minimo. Nao o fez,, nem nunca mais se preocupou com os idosos, agarrou-se, sim a um trabalho que devia ser feito por um militar de carreira e nao por um civil. Comecou como Ministro do Mar e preocupou-se de imediato em comprar, submarinos, corvetas, tanques e avioes. O que andou a prometer ficou no rol dos esquecimentos. E assim, em sua casa, deve ter planeado grandes batalhas com as miniaturas das suas compras. Para um Pais que estava de TANGA e surrealista esta obcessao, por esta ideia de despen-sar o que nao temos. DINHEIRO. Dizem os politicos e “voila” os economistas. Um homem que nem sequer fez o servico militar, que concerteza, nao sabe disparar um simples revolver. Teve artes e descaramento para durante algum tempo se entreter em Almirante, aquando da visita do barco do Aborto. Agora o Presidente do CDS, de peito feito, afirma e garante que os seus Ministros tudo fizeram para o Bem da Patria. Os outros, so fizeram asneiras que ele, Paulo Portas embora nao concordasse, teve de as cobrir e suportar. Mas, agora o CDS passou a ser, a fonte de todas as virtudes e esta alheio a crise. O Governo caiu, por decisao do Presidente da Republica, por falta de estabilidade do Governo. Todos os dias havia um facto novo, desavencas entre os proprios dirigentes do PSD. Santana Lopes afirmou mesmo que a Casa tremia por todos os lados e admitiu que houve falhas no seu Governo. Onde foi apunhalado pelas costas pelos seus proprios Amigos e Ministros por si nomeados, mas, logo na primeira oportuni= dade enterrou uma refulgente espada nas costas de Poncio Monteiro, a quem convidou para ser o 2o. homem na lista do Porto, e logo por influencia dos seus apaniguados o correu desse posto. Antes o seu grande Amigo e que foi convidado para Ministro da Juventude e Desporto, Henrique Chaves, demitiu-se porque houve falta de lealdade e de verdade da parte do seu Primeiro Ministro. Foi uma traicao dum Primeiro Ministro e Presidente do PSD, que nao se entende. Santana Lopes o candidato a Primeiro Ministro, tambem foi de uma infelicidade atroz ao dizer o seguinte: Prefiro perder as Eleicoes sem voces, do que ganha-las convosco. Isto referindo-se aos seus colegas, Amigos e membros influentes do seu partido:,Rui Rio, Morais Sarmento e Aguiar Branco. A sua promessa agora, e a de nao aumentar os Impostos e diminuir o numero de deputados no Parlamento. Joao Salgueiro, presidente da Associacao Portuguesa de Bancos (APB), afirmou que Paulo Portas ao dizer que foi pela pressao dos Banqueiros que o Parlamento foi dissolvido, nao sabe o que diz, porque a Banca nem precisou de manifestar-se, uma vez que o mal estar empresarial era bem patente, bem como o descontentamento das Associacoes Empresariais. Silva Lopes, presidente do Montepio Geral, pronunciou-se assim: A decisao de Jorge Sampaio foi Acertada. O “The Economist” escreveu assim: Ao Governo de Santana Lopes, faltou orientacao e autoridade politica, tinha uma imagem de Governo sem lideranca e falta de coordenacao politica, opina ainda ser necessario um abandono de austeridade orcamental, imposta desde o Governo de Durao Barroso O Partido Socialista, que deve agora apresentar o seu Progra-ma, pela voz do seu Presidente Jose Socrates, diz que nao ha nada a inventar, o que e preciso e reduzir as despesas do aparelho de Estado e um combate feroz a evasao fiscal


Mensagem:  625
Data:  1/23/2005 1:47:42 AM
Nome:  VENUS CREATIONS
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É com enorme que publicamos este comentário de Carod-Rovira: a independência da Catalunha e a Questão de Olivença Josep Carod-Rovira, líder da Esquerda Republicana da Catalunha, numa Conferência que proferiu no passado dia 20-01-2005 em Lisboa, a convite da Fundação Mário Soares (fazendo questão de falar em português, como assinalou, por «opção ideológica e por respeito, pois se falasse espanhol não falaria a língua de nenhum de nós»), referiu-se à Questão de Olivença. Admitindo que «como catalão está muito longe das minhas preocupações quotidianas», comparou o caso com o Rossilhão, que reivindica como parte de um Estado catalão, e a que definiu como «a nossa própria Olivença». «A população de Olivença terá direito um dia a falar e expressar a sua vontade», opinou o líder da ERC, que defendeu o direito de auto-determinação dos povos. Quanto à Catalunha, comparou-a a um comboio, sendo a independência a última estação, dizendo que «nós agora queremos um Estado federal e pluri-nacional, mas essa não é a última paragem... E chegaremos à última paragem.


Mensagem:  624
Data:  1/22/2005 3:13:24 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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A Administração da V.C. tem imenso prazer de vos informar de que passamos a contar com mais um valioso colaborador que até já começou a escrever todas as Terças-Feiras a rúbrica "DIVAGANDO PELO FADO" seu nome ("TONY MELO"), (o bem famoso viola de Fado). Ele já conta com imensos anos desta profissão e com toda esta experiência pensamos que ninguém melhor do que ele nos poderá dar uma ampla e vasta panorâmica dos meandros do "FADO". (BEM-VINDO TONY), esperamos que te sintas bem, nesta grande família da "VENUS CREATIONS".


Mensagem:  623
Data:  1/16/2005 10:14:06 AM
Nome:  Tony Melo
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Atraves da Venuscreations, soube que o nosso amigo e colega Humberto Silva tinha sido operado. Pois aqui vai os meus desejos de umas rapidas melhoras, e que possa vir ao encontro das cantigas novamente muito em breve para se ouvir aquilo que nos gostamos que e o nosso FADO. Um abraco amigo, do Tony Melo.


Mensagem:  622
Data:  1/16/2005 9:43:14 AM
Nome:  Tony Melo
País:  Canada
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***DIVAGANDO PELO FADO*** Ola leitores da: www.venuscreations.ca!..,quero-vos dar ao conhecimento ja nestes proximos dias e para aqueles que gostam realmente de Fado,incluindo eu claro!...sempre e bom saber dessa gente nova que se interessa pelo aquilo que e bem nosso. Ora vamos la saber quem vai ser o finalista. III CONCURSO DE FADO AMADOR TWIN'S 19 e 26 de Janeiro e 02 de Fevereiro (quartas-feiras); Na sequência do êxito obtido com os concursos de Fado do ano passado, o Twin's (Porto) irá promover uma mais que justificada terceira edição, nos próximos dias 19 e 26 de Janeiro (eliminatórias) e 02 de Fevereiro (final). Há um limite de 16 inscritos, 8 por cada eliminatória. 4 Concorrentes serão apurados em cada eliminatória, para a final de 02 de Fevereiro. A selecção caberá a um júri composto por três personalidades ligadas ao Fado. 1º prémio: 375 euros Atribuição do prémio: juri composto por 3 personalidades do Fado; Guitarras: Adão Pereira e Jorge Mendes; Viola: Paulo Faria de Carvalho; Baixo: Manuel Mendonça. _____________ ***************__________________ Um bom domingo para todos,e um abraco do : TONY MELO.


 
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