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Mensagem:  637
Data:  2/13/2005 12:14:33 AM
Nome:  Joe Furtado
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É com imenso pezar que recebi a notícia do falecimento do Pai do meu Grande Amigo Avelino Teixeira.
Horas difíceis na vida quando uma infelicidade destas nos atinge com as pessoas que nos são mais queridas. Todos nós sabemos Avelino o grande amor e dedicação que tinhas pelo teu Pai. Aqui deixo para ti e tua familia os meus mais sentidos pêsames.

Joe Furtado/www.venuscreations.ca



Mensagem:  636
Data:  2/12/2005 6:53:49 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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Fomos hoje informados de que o pai do nosso grande amigo e colaborador "AVELINO TEIXEIRA" faleceu com a bonita idade de sómente 90 Primaveras.
Sabemos que já andava doente há uns tempos para cá, e finalmente ontem acabou o seu padecimento, fazemos ardentes votos para que "DEUS" o tenha num bom lugarinho.
À familia enlutada aqui vai as nossas sentidas condolências, e muita força para enfrentarem a grande dor que é a perda de um pai ou uma mãe.


Mensagem:  635
Data:  2/11/2005 12:06:11 AM
Nome:  Carlos A. Silva
País:  Canada
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O pais perdeu a inteligencia e a consciencia moral. Os costumes estao dissolvidos, as consciencias em debandada, os caracteres corrompidos. A pratica da vida tem por unica direccao a conveniencia. Nao ha principio que nao seja desmentido. Nao ha instituicao que nao seja escarnecida. Ninguem se respeita. Nao ha nenhuma solidariedade entre os cidadaos. Ninguem cre na honestidade dos homens publicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe media abate-se progressivamente na imbecilidade e na inercia.O povo esta na miseria. Os servicos publicos sao abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia . Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferenca de cima a baixo! Toda a vida espiritual, intelectual, parada. O tedio invadiu todas as almas. A mocidade arrasta-se envelhecida das mesas das secretarias para as mesas dos cafes. A ruina economica cresce, cresce, cresce. As quebras sucedem-se. O pequeno comercio definha. A industria enfraquece. A sorte dos operarios e lamentavel. O salario diminui. O Estado e considerado na sua accao fiscal como um ladrao e tratado como um inimigo Isto era em 1871 e continua actual. Incrivel mas verdade. Esta escrito nas @farpas@ de Eca de Queiroz e Ramalho Ortigao. Encontrei em Amor e Ocio - Passos em redor. Carlos Silva


Mensagem:  634
Data:  2/10/2005 1:00:44 AM
Nome:  Isabel Amaro
País:  Canada
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AMAR FLOWERS tem imenso prazer em desejar a todos os seus estimados clientes e leitores deste website um HAPPY VALENTINES DAY.

Conctate comnosco pois toda a equipa de AMAR FLOWERS terá a maior satisfação em vos servir.

AMAR FLOWERS

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Mensagem:  633
Data:  2/10/2005 12:56:26 AM
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Grupo dos Amigos de Olivença

www.olivenca.org

Senhor Director
Com pedido de divulgação, transcreve-se Comunicado desta Associação.
COMUNICADO
Na evocação do 40.º Aniversário do assassinato do General Humberto Delgado, o Grupo dos Amigos de Olivença presta sentida Homenagem ao Lutador pela Causa da Olivença Portuguesa e seu antigo Dirigente.
Defensor apaixonado das causas em que acreditava, o General Humberto Delgado desde cedo manifestou a mais ardorosa determinação na sustentação dos Direitos de Portugal e desenvolveu esforços para alcançar a retrocessão de Olivença.
Quando apresentou a sua candidatura à Presidência da República era Presidente da Assembleia Geral do Grupo dos Amigos de Olivença. Combatente da Liberdade e da Justiça, ao General Humberto Delgado não podia passar silenciado o drama histórico que a ocupação estrangeira de Olivença significava.
O seu amor à Velha Terra Portuguesa de Olivença terá contribuído para acreditar que nela encontraria apoios para o combate que então travava e, porventura, dado azo a que aceitasse deslocar-se «ao outro lado do Guadiana».
Em 13 de Fevereiro de 1965 encontrou a morte às portas da sua Olivença Portuguesa e depois, já cadáver, cruzaria a Velha Praça a caminho do local onde seria abandonado.
Lutemos nós, Portugueses de hoje, pela Olivença Portuguesa, como o fez o General Humberto Delgado. Essa será a Homenagem devida.
Lx., 12-02-05.
A Direcção



Mensagem:  632
Data:  2/10/2005 12:55:00 AM
Nome:  Anonymous
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Mensagem:  631
Data:  2/6/2005 2:18:40 PM
Nome:  Carlos Silva
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Em tempo de eleicoes nacionais, em epoca de Carnaval, ir aos Fados e so para os verdadeiros amantes da cancao nacional. Assim me sucedeu e fui a Associacao aos Fados, ver Amigos e passar uma noite num bom convivio. O Jantar confeccionado por voluntarios que gostam de ajudar e dar o seu contributo, para as portas da Associacao estarem abertas, estava delicioso e satisfez a todo o mundo presente. Ali, encontrei o Amigo de mais de 35 anos, o Carrusca algarvio de S. Braz, a quem a Comunidade deve uma homenagem por tudo quanto tem feirto pela Comunidade, muitos tem sido premiados com medalhas e honrarias, que comparados ao Carrusca, deviam ter vergonha de as ter recebido. Pode ser que o seu dia chegue. Esperemos. Creio que foi tudo por acaso, mas nesta noite, estiveram presentes, como assistentes grandes artistas da comunidade. como a Fatima Ferreira o Armando Jorge a Carmem e o Manuel Moscatel, o Carlos Goncalves e Fernanda Diniz. Nos fados esteve a guitarra o Antonio Amaro e a viola o Leonardo Medeiros e Tony Melo. que acompanharam o Mario Jorge, a Lina Esteves e o Floriano Rodrigues. Devo realcar que cada vez que o ouco cantar, ao Mario Jorge, me sinto feliz e satisfeito, pois quem tanto criticava nos tempos do First os fadistas desse tempo, agora me surge cantando e encantando quantos o ouvem. Cantou os Meninos do Huambo, Venho dizer te adeus, Saudades trago comigo e ainda Ate o Rei ia ao Fado, Padre nosso baixinho e Roseira botao de gente. Boas interpretacoes,fados diferentes e sempre do agrado de quem escuta. Foi bonito falar se no momento especial por que passou o Humberto Silva que felizmente recuperou bem. E assim, se passou uma noite de Carnaval a cantar o Fado entre Amigos e num ambiente verdadeira mente fadista.


Mensagem:  630
Data:  2/2/2005 6:31:31 PM
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A Administração da "VENUS CREATIONS" tem o maior prazer de informar todos os nossos Cibernautas, de que a partir de hoje temos mais uma excelente colaboradora.
Ela ficará a fazer o tema "FRENTE A FRENTE COM O ARTISTA", um tema que esperamos que gostem e sigam atentamente, é a mãe da nossa bem popular artista "JESSICA AMARO" que já fez parte dos quadros artísticos da V.C. Que seja benvinda ao nosso site "OTÍLIA PRAZERES", e que te sintas bem nesta grande família que é a "VENUS CREATIONS".

E assim os colaboradores estão felizmente a aparecer, porque sabem que estamos a tentar fazer um trabalho sério e honesto.


Mensagem:  629
Data:  1/29/2005 7:36:53 PM
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A Natureza do Mal Por HELENA MATOS Sábado, 29 de Janeiro de 2005

1. É verdadeiramente assombrosa a capacidade que temos de nos distrair do essencial e perdermo-nos com o acessório. O nosso ainda primeiro-ministro, furioso com os resultados das sondagens, propõe-se processar as empresas que as efectuam. Do mais que provável futuro primeiro-ministro, José Sócrates, cada vez se sabe menos o que pensa. E, contudo, ela move-se. Ou seja a política. No passado fim-de-semana, esteve em Lisboa Josep Carod-Rovira, o líder da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC). O senhor Rovira veio a Portugal falar-nos da Ibéria. Nem mais nem menos. Como o mesmo Rovira declarou ao semanário "Expresso", também na passada semana: "Devemos passar de uma concepção unipolar do Estado para uma outra multipolar, que passe por Lisboa, Barcelona, Bilbau, certamente por Sevilha, e juntos poderemos acabar de alguma forma esta península que nunca foi concluída." E assim de uma assentada, Lisboa, capital de um Estado independente, foi colocada, pelo senhor Rovira, ao nível das capitais das regiões e comunidades espanholas. É de uma inconsciência assombrosa a bonomia com que em Portugal se escutam este tipo de afirmações. Duvido, aliás, que sejam escutadas. O "Jornal de Notícias", no artigo que dedicou à conferência de Rovira, em Lisboa, fez um título que deve ter ido buscar aos tempos em que o generalíssimo Franco era vivo - "Rovira diz que chegou a hora da Catalunha livre". Quem oprime a Catalunha nesta ano da graça de 2005? Não só a Catalunha é livre como o que de facto Rovira disse é que chegou a hora de Portugal se tornar uma região da Ibéria. E note-se que o senhor Rovira não estava a discursar num encontro obscuro ou na sede dum movimento extremista. O senhor Rovira veio a Portugal a convite da Fundação Mário Soares, que, como se sabe, foi Presidente da República deste país que Rovira trata como uma região da Ibéria. Nada disto mereceu destaque na nossa campanha eleitoral. O que pensam, por exemplo, os nossos candidatos a chefes de governo do anúncio feito por Rovira, na Fundação Mário Soares, de que vai propor a Zapatero que a Catalunha participe nas próximas cimeiras luso-espanholas? Sócrates vai dar o estatuto de chefe de Estado aos governantes da Catalunha? E do País Basco? E da Galiza? E vai fazê-lo enquanto a Espanha discute este assunto? Sobre Santana Lopes não vale a pena perguntar o que fará: não só não vai ser primeiro-ministro como, quando da cimeira luso-espanhola em que representou Portugal, aceitou ser colocado ao nível dos presidentes das comunidades autónomas da Espanha. A presente situação espanhola diz-nos respeito: porque os líderes independentistas procuram obter em Portugal o reconhecimento tácito do seu estatuto de chefes de Estado. Porque uma Península com três ou quatro Estados independentes é política e economicamente diferente para Portugal. Porque o processo de desgaste das instituições democráticas fomentado pelos independentistas em Espanha é exemplar dos logros em que as democracias caem. Começou por se fazer equivaler antifascista a democrático, o que está longe de ser verdade. Movimentos como a ETA são profundamente reaccionários, mas o facto de os seus membros terem combatido Franco serviu-lhes de capa de legitimidade para continuarem a matar em plena democracia. À extorsão que praticam chama-se imposto revolucionário. Simultaneamente, pactuou-se com o culto dos mortos em que os nacionalismos e os terrorismos são férteis. O corpo de cada vítima dos nacionalistas, nos anos 70, 80 e 90 do século XX, valia sempre menos que os independentistas mortos pela Falange ou pelas tropas de Isabel, a Católica. Durante anos, olhou-se para o fenómeno da violência de rua e perseguições a não nacionalistas com a mesma tolerância com que os burgueses enfrentam os desmandos dos filhos: aquilo passa-lhes. Não passou. Em Espanha, agora, na urgência do inevitável, arranjam-se argumentos que visem impedir os bascos de organizar um referendo sobre o seu futuro estatuto. Em Portugal, nós já escutámos Rovira dizer-nos qual é o nosso futuro estatuto. Esperemos que não seja demasiado tarde quando tivermos percebido o que ele, de facto, disse. Não sobre a Espanha. Mas sobre Portugal. 2. Outro caso de desatenção óbvia é aquele que envolve Francisco Louçã. As suas declarações no debate com Paulo Portas sobre o aborto causaram consternação entre aqueles que acham que o Bloco é progressista e luta pela liberdade. Este convencimento é um fenómeno da natureza da fé. Todas as vezes que abre a boca, Louçã esforça-se por provar que não só não é democrático como permanece fiel aos seus ideais totalitários. Fê-lo com particular eloquência na entrevista que deu a Miguel Esteves Cardoso e que foi publicada na última edição da "Sábado". Está lá a cartilha toda da esquerda "reciclada": Lenine traído por Estaline. Os bolcheviques paladinos da liberdade contra "um regime czarista e de escravatura generalizada". Louçã não só não sabe quem foi o almirante Reis - é ele quem o diz no início da entrevista! - como não lê nada há muito tempo. Toda a documentação revelada sobre o universo concentracionário instituído por Lenine, o apoio que a Alemanha lhe deu para que derrubasse o czar e negociasse a paz, o gulag... tudo isso Louçã reduz à "experiência trágica" de regimes "que se chamaram a si próprios comunistas". Esta separação entre o ideal e a prática é uma benesse de que o comunismo tem beneficiado. Se em vez de Lenine e do comunismo, Louçã estivesse a falar de Hitler ou do fascismo, admitir-se-ia que usasse o termo "desvio" quando se referisse aos campos de concentração? Louçã continua sem admitir que o comunismo é um totalitarismo. Um totalitarismo que se propôs extinguir pessoas pela sua pertença social e pelo seu pensamento, tal como Hitler se propôs extinguir as raças impuras. Tirem-se ao Bloco as causas mediáticas, as conversas sobre as despenalizações, o apoio às causas políticamente correctas e encontra-se Lenine.


Mensagem:  628
Data:  1/27/2005 3:41:27 PM
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Grupo dos Amigos de Olivença. www.olivenca.org Nota de Imprensa 2005/01. O Grupo dos Amigos de Olivença, em carta hoje enviada, lembrou aos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas a actualidade da Questão de Olivença e deixou-lhes o apelo para que assumam a relevância do litígio e a necessidade de pugnarem pela sua resolução na Assembleia da República. Para conhecimento, pedindo-se divulgação, transcreve-se o conteúdo da carta: «No momento em que os portugueses vão eleger a próxima Assembleia da República, a Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença toma a liberdade de colocar as seguintes considerações: «A Questão de Olivença continua actual: Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território que continua a considerar, de jure, português. «Na legislatura agora finda, apreciado o assunto em Plenário da Assembleia, foi, por todos os grupos parlamentares, ao sublinharem o respeito pela legalidade internacional, lembrado que o direito internacional continua a indicar Olivença como território português e expressa a vontade de que o Governo analise o litígio e encontre uma solução para o mesmo, como factor de grande utilidade no futuro das relações entre Portugal e Espanha. «Entretanto o Governo português, em obediência ao comando constitucional, vem assinalando publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português». Não há muito, a então Senhora Ministra dos Negócios Estrangeiros, Dra. Teresa Patrício Gouveia, veio explicitar que «o Governo português se mantém fiel à doutrina político-jurídica do Estado português relativa ao território de Olivença». «Todavia, apesar destas posições públicas, o Estado português continua, parece-nos, a subestimar a actualidade e relevância da Questão de Olivença e, nesse campo, a nosso ver, fraqueja na defesa do interesse nacional. «Para o Grupo dos Amigos de Olivença, é escusado, é inadmissível e é insustentável prosseguir na tentativa de esconder um problema desta magnitude. A existência política da Questão de Olivença e o mal-estar que, aliás, traz ao relacionamento peninsular, impõem que a mesma seja tratada com natural frontalidade, isto é, que seja colocada sem subterfúgios – na agenda diplomática. «Não é razoável nem correcto o entendimento de que tal agendamento põe em causa as boas relações com o país vizinho e prejudica outros interesses importantes. Primeiro, porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos, ressentimentos e factos (mal) consumados; depois, porque a hierarquia dos interesses em presença não se satisfaz com a artificial menorização da usurpação de Olivença. «As circunstâncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, verificando-se entre eles um clima de aproximação e colaboração em vastas áreas, são as mais favoráveis para que, sem inibições nem complexos, Portugal assuma que é chegado o momento de resolver a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional. «Por tudo isto, o Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 65 anos de esforços pela retrocessão do território e interpretando os anseios de tantos portugueses, apela para que a Questão de Olivença esteja presente entre as preocupações dos candidatos e que na próxima legislatura, face às considerações expostas, os deputados eleitos, sustentando os direitos de Portugal, dêem uma contribuição decisiva na solução do litígio. Lisboa, 17-01-2005. A Direcção do GAO


 
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