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Mensagem:  647
Data:  3/1/2005 11:41:28 PM
Nome:  Carlos Silva
País:  Canada
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Há anos qua não visitava Hamilton, onde tenho muitos Amigos, mas as estadias em Portugal e um longo periodo de doença, assim, me obrigou a uma tão longa ausencia. Mas, calhou agora e a convite do Milton Filho, meu amigo e meu ex-jogador de futebol, empresário de sucesso e colaborador da Venus Creations, tem ainda por missão apresentar espectaculos de variedades, canções e fados, por todo o Canada. E lá fui eu até aquela cidade e aquele Clube, para um bom convivio. Um excelente jantar, preparado a preceito, pelos colaboradores e directores do Clube e das suas esposas que foram inexcediveis e cheios de atenções, assistir a uma Noite de Fados. Que para minha grande surpresa, teve um aliciante extra, que foi muito apreciado por todos os presentes, a actuação da nossa menina e Vedeta MICHELLE TAVARES, que com o seu brio e espontaneidade soube prender as nossas atenções e encantar todo o publico, que não lhe regatiou palmas. Foi soberba, cantou , encantou, foi dinamica, foi sugestiva e maravilhou-nos a todos com o seu encanto e a sua beleza.
Cheia de energia, vai longe esta nossa Menina, que além de cantar, nos proporcionou uns bons momentos de bom humor, com graça contagiante, nas anedotas com que nos obsequiou. Está descansada Michelle que a gente não vai contar à tua mãe, as coisas picantes com que nos fizes-te rir.
Aos Fados. tivemos à guitarra Nuno Cristo e à viola Helder Oliveira, que iniciaranm a sua actuação com variações que agradaram e depois... a abrir o programa esteve LUCIANA MACHADO, fadista bem conhecida em Hamilton, onde sempre que canta agrada com as suas actuações. Depois foi LINA ESTEVES que cantou fados de sua autoria e que agradou a todo o mundo.
Na segunda parte inverteram-se os papeis, cantou primeiro a Lina e fechou a Luciana, sendo muito aplaudidas.
O Fado requer silencio e isso foi até salientado pelos Artistas, e o silencio foi Rei nesta noite.
Foi uma noite muito agradavel, o salão estava repleto e todos os presentes ficaram satisfeitos e agradados por esta noite de Fados a que tiveram o privilégio de assistir. A terminar e para surpresa o viola Helder Oliveira, acompanhou-se e cantou umas baladas muito bonitas, que todo o publico aplaudiu com prazer. Temos de rever este nosso Helder.
Quero em meu nome e da Venus Creations, agradecer aos directores do Vasco da Gama todas as atenções que me dispensaram. Agradecer ao Presidente Jose da Costa (Pinto da Costa) de Hamilton, claro que é portista, e ao Vice, José Manuel Moniz, e prometer que em breve voltarei a visitar o Vasco da Gama, mas para me inteirar das suas actividades mais em pormenor, seja do Futebol ou do Folclore, e do historial do Clube.
Foi muito bom encontrar Amigos de longa data, que já não via há muito tempo, casos do Teixeira e do Pratas. Vamos ver-nos em breve.

Carlos Silva
www.venuscreations.ca



Mensagem:  646
Data:  2/28/2005 10:43:17 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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Público
Sábado, 26 de Fevereiro de 2005
Independência de Portugal ameaçada?
General Loureiro dos Santos

No vizinho peninsular, parece haver quem pressinta a possibilidade de acabar com a independência de Portugal, em proveito próprio. As debilidades por que passamos, por culpa dos responsáveis políticos portugueses que nos têm governado nos últimos anos, estão a ser percepcionadas como janelas de oportunidade que, se adequadamente aproveitadas, poderão conduzir ao fim do nosso autogoverno. Do que resultariam vantagens para o Estado espanhol e para regiões autónomas da Espanha (?). Naturalmente, em prejuízo da capacidade portuguesa de defender os interesses daqueles que habitam no país que os nossos maiores nos legaram. A leitura de um artigo do "La Vanguardia", de 19 de Fevereiro (véspera das eleições legislativas), assim como a de um passo, significativo a este respeito, da entrevista ao "Expresso", de 22 de Janeiro, quando já decorria o debate eleitoral, por Carod Rovira, líder da Esquerda Republicana da Catalunha, revela bem o apetite de estratos da sociedade do país vizinho. Pelo menos de alguns, mas com assinalável expressão e projecção pública. Acabar com a independência de Portugal. No "La Vanguardia" faz-se uma análise da crise portuguesa, recorrendo ao mais recente eurobarómetro e citando os apenas 38 por cento de portugueses satisfeitos com a sua democracia em comparação com os 57 por cento de média da União Europeia. Refere a deterioração da situação económica e relaciona-a com a desenvolvida economia de Espanha, nosso primeiro parceiro comercial, com a região autónoma da Catalunha em destaque. E conclui: "Uma relação económica que, para além dos governos em funções, deveria traduzir-se numa maior integração política, de perfil multipolar, para poder ter peso numa nova Europa alargada" (federação?). A entrevista de Carod Rovira ao "Expresso" vai no mesmo tom. Começando por dizer que o seu objectivo final é a independência da Catalunha no âmbito da União Europeia, não se coíbe de afirmar que, na actual situação, não lhe parece possível tal objectivo, mas é preciso concluir (?) esta "península inacabada". Neste processo, "Portugal, que é a fachada atlântica da península, e a Catalunha, fachada mediterrânica da península, têm vivido de costas viradas para o interior da península e de uns para os outros. Só podemos acabar com isto conhecendo-nos (...) Existem muitas questões na Península Ibérica que só se resolverão satisfatoriamente se forem tratadas com uma mentalidade peninsular." Como existem outras que necessitam de mentalidade europeia e até mundial, assim como muitas outras que exigem mentalidade nacional, acrescento eu. Carod Rovira termina: "Madrid não pode decidir sozinha em tudo, devemos passar de uma concepção unipolar do Estado para uma outra multipolar, que passe por Lisboa, Barcelona, Bilbau, certamente por Sevilha, e juntos poderemos acabar de alguma forma esta península que nunca foi concluída". Embora terminando por uma frase suficiente ambígua para conter todas as interpretações que lhe convenham (nomeadamente a transformação da Península numa Confederação de estados ibéricos independentes), ela também pode ser lida como um cenário de transição com uma Península federal, centrada em Madrid (uma vez que reconhece não existirem condições para a Catalunha atingir a independência). Isto corresponderia à abdicação de Portugal dos atributos de soberania que possui (e que Rovira tanto deseja para a Catalunha, o que é uma flagrante contradição), com tudo o que tal significaria como reforço da instabilidade conflitual na península. Ao mesmo tempo, talvez sem dar conta, atiça os impulsos centralistas de Madrid sobre as regiões periféricas peninsulares, onde verdadeiramente se produz a riqueza, e que são as reais detentoras do potencial estratégico natural, dado o seu acesso ao mar. A grande lição de tudo isto é que a actual situação de crise económica, se não for resolvida atempadamente, tornar-se-á numa muito séria ameaça à independência de Portugal, além de poder vir a traduzir-se em roturas sociais profundas, de repercussões tremendamente negativas no nosso bem-estar e estabilidade. A sua solução passa pela substituição do actual modelo económico-social, já esgotado, por outro bem mais rigoroso, susceptível de exigir, pelo menos temporariamente, talvez num largo período, sacrifícios de todos nós. Os responsáveis políticos agora eleitos terão de seleccionar o essencial e descartar o acessório; agir com lucidez e com despreendimento relativamente à sua continuação no poder; e ter por ambição ficar na História como regeneradores de Portugal, e não como eventuais coveiros da sua independência, se não imediata e formal, pelo menos a prazo e de facto. A racionalização dos instrumentos da acção do Estado é uma das primeiras, senão a primeira decisão a tomar. Em todos os sectores da Administração. Por exemplo, no que se relaciona com o modelo de segurança e defesa de Portugal, que é o domínio sobre o qual penso poder pronunciar-me, haverá que implantar uma estrutura para a segurança do Estado português que permita, com eficiência: 1) avaliar permanentemente as ameaças de todo o espectro que nos podem afectar (tanto as não militares como as militares); 2) analisar a cada momento a situação estratégica envolvente, e propor as modalidades de acção convenientes aos órgãos de decisão política, especialmente aos órgãos de soberania; 3) formular um Conceito Estratégico Nacional que não respeite apenas às matérias da Defesa, mas envolva todas as actividades do Estado e sirva de directriz orientadora/inspiradora para a Nação. Isto exigirá: serviços de informações eficazes, e a criação de um órgão de staff e outro de conselho que apoiem os órgãos de soberania e os responsáveis políticos; a reformulação das competências dos órgãos de soberania, nomeadamente do Presidente da República que, sendo sempre eleito pela maioria do povo soberano, deve ter voz activa em todas as decisões que ameacem a independência nacional (de que é o supremo garante), qualquer que seja o seu âmbito, e não apenas em assuntos de natureza militar, hoje muito menos presentes e menos frequentemente decisivos do que os restantes. Quanto às capacidades na Defesa, deverá ser urgentemente alterado o modelo de Forças Armadas que está a ser implantado - característico do passado -, transformando-o num modelo ágil (em vez de pesado), ajustado às necessidades estratégicas com que nos defrontamos hoje e no futuro visível, quer nos espaços de interesse estratégico imediato e próximo, quer nos afastados (e não a necessidades estratégicas da guerra fria), e racionalizado (atendendo de forma rigorosa às prioridades). Isto exigirá a resolução dos problemas que paralisam as Forças Armadas (pessoal, militar e civil, e orçamentos de funcionamento e de manutenção), a rearticulação dos seus comandos e dispositivos com vista à respectiva racionalização, e a revisão da Lei de Programação Militar. Nesta, deverão ser cancelados os programas de segunda prioridade (e dispendiosos) - segunda esquadra de F26 e respectivo improvement, substituição dos P3 e substituição dos submarinos. E acelerada a execução dos restantes programas, nomeadamente patrulhões (incluindo antipoluição), navio polivalente logístico, transporte aéreo táctico e estratégico, busca e salvamento, radares de defesa aérea, helicópteros para o Exército, substituição das viaturas blindadas de rodas e das espingardas G3, e estabelecimento de sistemas antiaéreos para a defesa de áreas sensíveis. Neste primeiro e urgente esforço, deverá ainda ser revista a legislação de segurança e militar, como a Lei de Defesa Nacional. É indispensável um esforço de todos. A começar pelos responsáveis políticos. Com demagogia, tibieza e falta de lucidez e de espírito patriótico, não será possível afastar as graves ameaças que se colocam à nossa independência nacional. Só com verdade, coragem, visão do interesse nacional e patriotismo, haverá possibilidade de o conseguir. Todos seremos julgados pela História.



Mensagem:  645
Data:  2/22/2005 3:33:20 AM
Nome:  VENUS CREATIONS
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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Por iniciativa da Sociedade Filarmónica Palmelense «Loureiros» e Grupo dos Amigos do Concelho de Palmela, realiza-se no próximo dia 26 de Fevereiro, Sábado, às 17:30 horas, em Palmela, uma Conferência sobre a Questão de Olivença.

O Presidente do GAO, Dr. António Marques, desenvolverá o tema «O Sequestro de Olivença: Ofensa á História, à Cultura e ao Direito», enquanto o Dr. Carlos Luna, do COP, se debruçará sobre «A Colonização Espanhola em Olivença».
O Grupo dos Amigos de Olivença convida todos os seus apoiantes e todos os que se interessam pela «Questão de Olivença» a comparecer e participar nesta iniciativa.
Contamos com a sua presença!
Lx., 21-02-05.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença.



Mensagem:  644
Data:  2/21/2005 5:43:48 PM
Nome:  videosilva
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Carnaval 2005 on the internet! Carnaval 2005 from Toronto,Canada Bailinho Lusitania. As in the past www.videosilva.com is streaming this years dances on the internet. You can get a taste of Carnaval 2005 by visiting videosilva. http://www.videosilva.com/index-14.html Not to be missed.


Mensagem:  643
Data:  2/17/2005 2:44:32 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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GAO (17-01-2005)

Nota Informativa 01-2005

O Grupo dos Amigos de Olivença, em carta hoje enviada, lembrou aos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas a actualidade da Questão de Olivença e deixou-lhes o apelo para que assumam a relevância do litígio e a necessidade de pugnarem pela sua resolução na Assembleia da República. Para conhecimento, pedindo-se divulgação, transcreve-se o conteúdo da carta:
«No momento em que os portugueses vão eleger a próxima Assembleia da República, a Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença toma a liberdade de colocar as seguintes considerações:
A Questão de Olivença continua actual: Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território que continua a considerar, de jure, português.
Na legislatura agora finda, apreciado o assunto em Plenário da Assembleia, foi, por todos os grupos parlamentares, ao sublinharem o respeito pela legalidade internacional, lembrado que o direito internacional continua a indicar Olivença como território português e expressa a vontade de que o Governo analise o litígio e encontre uma solução para o mesmo, como factor de grande utilidade no futuro das relações entre Portugal e Espanha.
Entretanto o Governo português, em obediência ao comando constitucional, vem assinalando publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português». Não há muito, a então Senhora Ministra dos Negócios Estrangeiros, Dra. Teresa Patrício Gouveia, veio explicitar que «o Governo português se mantém fiel à doutrina político-jurídica do Estado português relativa ao território de Olivença.
Todavia, apesar destas posições públicas, o Estado português continua, parece-nos, a subestimar a actualidade e relevância da Questão de Olivença e, nesse campo, a nosso ver, fraqueja na defesa do interesse nacional.
Para o Grupo dos Amigos de Olivença, é escusado, é inadmissível e é insustentável prosseguir na tentativa de esconder um problema desta magnitude. A existência política da Questão de Olivença e o mal-estar que, aliás, traz ao relacionamento peninsular, impõem que a mesma seja tratada com natural frontalidade, isto é, que seja colocada – sem subterfúgios – na agenda diplomática.
Não é razoável nem correcto o entendimento de que tal agendamento põe em causa as boas relações com o país vizinho e prejudica outros interesses importantes. Primeiro, porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos, ressentimentos e factos (mal) consumados; depois, porque a hierarquia dos interesses em presença não se satisfaz com a artificial menorização da usurpação de Olivença.
As circunstâncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, verificando-se entre eles um clima de aproximação e colaboração em vastas áreas, são as mais favoráveis para que, sem inibições nem complexos, Portugal assuma que é chegado o momento de resolver a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional.
Por tudo isto, o Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 65 anos de esforços pela retrocessão do território e interpretando os anseios de tantos portugueses, apela para que a Questão de Olivença esteja presente entre as preocupações dos candidatos e que na próxima legislatura, face às considerações expostas, os deputados eleitos, sustentando os direitos de Portugal, dêem uma contribuição decisiva na solução do litígio.

Lisboa, 17 de Janeiro de 2005.
A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença



Mensagem:  642
Data:  2/17/2005 5:52:35 AM
Nome:  Vitor Pereira
País:  Portugal
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"HUMANOS" CHEGAM AO 1º LUGAR

Vitor PereiraOlá, amigos... HumanosCertamente estarão lembrados deste projecto, que foi por mim divulgado, aqui na Venus Creations, na data do lançamento do álbum (6 de Dezembro de 2004).Agora, depois de ultrapassar as 40 mil unidades vendidas e atingindo assim o Disco de Platina, o álbum "Humanos", que apresenta temas inéditos de António Variações (aqueles que nunca teve oportunidade de gravar), subiu à liderança da tabela de vendas de discos em Portugal.
Um abraço... Vitor Pereira


Mensagem:  641
Data:  2/15/2005 10:44:40 PM
Nome:  Carlos A. Silva
País:  Canada
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As eleicoes estao a chegar. So faltam 4 dias e ja saberemos quem vai dominar o panorama politico portugues. Hoje no debate que devia e comecou com os representantes de cada partido, logo houve uma baixa de grande importancia, o representante comunista nao pode continuar por doenca, nada de grave, mas faltou-lhe a voz. Ao fim e ao cabo e quanto a mim ficamos na mesma, ganhe quem ganhar, como todos dizem que tem grandes projectos para o futuro, so nos resta ter esperanca num futuro melhor.Vai ser dificil, mas como a esperanca e a ultima a morrer, esperemos. Agora, mesmo na RTPI, vejo o KING da Madeira, afirmar que vai prender, investigar ou processar a Policiia Judiciaria, por causa da investigacao que este departamento esta a fazer na Madeira, aos clubes de Futebol, por causa do Apito Dourado. Nao andou no Carnaval deste ano, mas esta sempre em grande forma. E um grande artista este Alberto dos Jardins.


Mensagem:  640
Data:  2/14/2005 11:57:45 PM
Nome:  Venus Creations
País:  Canadá
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Os corações choravam por Canto e Castro, quando surgiu a notícia da morte de Adriano Cerqueira. O País perdeu dois nomes de vulto, que para sempre serão lembrados.
- O mundo artístico e televisivo nacional está de luto! Henrique Canto e Castro e Adriano Cerqueira faleceram na semana passada. Mais uma vez Portugal está mais pobre!


Mensagem:  639
Data:  2/13/2005 5:47:05 PM
Nome:  Tony Melo
País:  Canada
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Caros amigos e leitores da venuscreations, hoje 13 de Fev. parece que não é lá muito agradável em saber notícias que realmente toca em nós todos. Será que o dia (13) é realmente --azar-- ???.
Hoje, em Coimbra, Portugal, pelas 17 horas locais, faleceu a Pastôra e irmã Lúcia, a última dos três pastorinhos que contava com 97 anos de idade.
Para aqueles que acreditem na verdade e na fé de Nossa Senhora de Fátima, decerto que estão hoje de um verdadeiro luto intenso. Paz a sua alma.

++++ As minhas sentidas condolências ++++



Mensagem:  638
Data:  2/13/2005 1:53:23 PM
Nome:  Tony Melo
País:  Canada
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Atraves deste site e como colaborador da venuscreations, vim a saber precisamente neste momento 1:15 p.m. Domingo 13 de fev. a triste noticia do falecimento do Pai de Avelino Teixeira. Eu como amigo e colega, sinto-me obrigado a dizer sentidas condolencias e que possas encarar esta situacao dificil. A vida e assim mesmo uns a vir e outros a partir. Que Deus o proteja para a eternidade. Teu amigo, Tony Melo.


 
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