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Mensagem:  691
Data:  4/1/2005 11:42:47 AM
Nome:  Dr.INTRIGAS II
País:  Canadá
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Desconfiava-se que algo de importante estava para suceder.

Os encontros entre o Presidente da ACAPO, com membros dos governos Federais e Provínciais, assim como com as entidades camarárias, dava a entender que se estava preparando um grande acontecimento.
Pois, agora tudo está claro, depois do fracasso do Brockton Stadium, o nosso Presidente de todos os Clubes Portugueses da Província do Ontário, conseguiu com éxito, um feito extraordinário.
É hoje assinado um acordo entre todas as entidades acima descritas e o Presidente, Joe Eustáquio, para a utilização do SKYDOME STADIUM, para todos os clubes Portugueses envolvidos nas várias Ligas que proliferam nesta Província.
A final da Taça Camões, já será ali realizada, no dia 10 de Junho, assim como os jogos dos vários campeonatos onde estão envolvidas equipas Portuguesas.
Bom trabalho, Joe Eustáquio, a comunidade está agradecida, e muito particularmente os amantes do Desporto-Rei.



Mensagem:  690
Data:  3/31/2005 11:32:21 PM
Nome:  Otília
País:  Canada
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Isabel."

É muito difícil encontrar palavras para exprimir o que queremos dizer em momentos destes.
Não há palavras que vos possa consolar...
Os nossos pêsames pelo falecimento de tua querida irmã.

Que sua Alma descanse em Paz.

Otília, Jessica e Eduardo



Mensagem:  689
Data:  3/31/2005 7:58:21 PM
Nome:  JOÃO LEDO
País:  CANADÁ
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"ISABEL" nesta hora tão triste para ti e a tua família, é muito triste perder-se uma irmã tão querida para ti, porque sabemos bem do teu grande amor e da grande tristeza que te encontravas quando soubes-te que ela teria pouco tempo de vida.
São momentos difíceis que custam muito a passar, mas como tu dizes (ela estará sempre bem guardada no teu coração).
Aceita os meus sentidos pésames e de minha esposa, e que "DEUS" te deia forças e aos teus famíliares nesta hora tão triste, e muito ânimo porque o "RODRIGO" diz que quer ver a sua avó alegre e sempre sorridente.


Mensagem:  688
Data:  3/31/2005 4:22:31 PM
Nome:  Carlos Silva
País:  Canada
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Já se previa. Mas, quando o momento chega. todos ficam mais pobres, mais abandonados, sem prazer de viver. È a lei da vida.
Muito sinceramente, quero apresentar-vos à ISABEL e a ti os meus votos de condoloencias.
Não tenho nem sei dizer-vos mais nada.
Estou vazio de ideias e sem atitude.

Carlos e Maria



Mensagem:  687
Data:  3/31/2005 2:33:10 PM
Nome:  Isabel Amaro
País:  Canadá
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Obrigado Joe pelas tuas palavras de carinho e de amizade.

Minha irmã deixou-nos hoje mas como tu dizes nunca a esqueceremos, ela que foi Mãe, Mulher, Senhora, Irmã e amiga partiu hoje mas deixou-nos lembranças lindas nos nossos corações.
Hoje fiquei muito mais pobre ao perdê-la, é uma dor muito grande perdermos alguém que amamos muito.
Querida irmã por muito que os anos passem por muito que o tempo ajude a esquecer tu estarás sempre comigo.
Te Amo Muito.
Descança em Paz.



Mensagem:  686
Data:  3/31/2005 12:04:39 PM
Nome:  Joe Furtado
País:  Canadá
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Rodrigo, Rodriguinho!!!
Já todo o mundo anda a dizer que tu és parecido, doce e suave como a tua avó.
Exactamente como imaginei que serias...
Parabéns à família "AMARO" que este nascimento seja replecto de felicidades, e alegrias com amizade...

Hoje, mais do que ontem, menos que amanhã para a titia Rosa um beijo muito grande... "Rosa" leva contigo a certeza que nós nunca nos esqueceremos de ti...
God Bless you and rest in peace.

Aquele sempre amigo
Joe Furtado



Mensagem:  685
Data:  3/29/2005 7:15:08 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
País:  CANADÁ
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EXPRESSO, 25-03-2005
Mónica Contreras
«CONTRA OLIVENZA»
Um grupo de portugueses mantém vivo o lema 'Olivença é nossa', apesar da indiferença de quem lá vive. Ramón Rocha: O alcaide não tem dúvidas sobre a soberania espanhola «Acusam-nos de sermos lunáticos, tontos, mas esquecem que o fundador do Grupo de Amigos de Olivença (GAO) era oliventino», desabafa Paulo Fernandes, futuro licenciado em gestão, de 29 anos, um dos 700 sócios do Grupo. António Marques, da direcção do GAO, mostra-se siderado com o número de portugueses que desconhecem a questão de Olivença. «Mas todos conhecem o problema de Gibraltar, que opõe espanhóis e ingleses há 300 anos», lamenta. «Tudo isto é anedótico», contesta, por seu lado, um oliventino de gema, Gregório Torres Gallego, que, na espiral de publicações sobre o tema surgidos de um lado e do outro da fronteira, se viu forçado a estudá-lo e a editar mais uma Historia de Olivenza. Quem entra em Olivença através de Elvas, pela ponte nova da Ajuda - inaugurada em 2000 e construída apenas com dinheiros portugueses - não percebe que continua, segundo a posição oficial portuguesa, em terras lusas.
Mesmo antes de se confrontar com a placa azul onde se lê «Espanha», logo no fim da ponte que atravessa o Guadiana, o visitante recebe as boas-vindas das operadoras espanholas de telemóveis. Chega ao centro da cidade e respira-se Espanha, apesar da proximidade da fronteira. O pessoal dos cafés e os empregados dos restaurantes, onde se servem as típicas tapas do país vizinho, as crianças que brincam nas ruas, as mulheres que trocam dois dedos de conversa a caminho de casa, os homens que se juntam na praça principal para passar o tempo - todos falam castelhano.
Os toldos das lojas e o anúncio das «fiestas» apresentam-se na língua de Cervantes. E até as ruas têm nomes castelhanos. «Isto foi tudo castelhanizado. O apelido Vieira passou a Viera, o Gonçalves a Gonzales, e por aí fora», frisa Carlos Luna, do GAO. «A mudança de toponímia foi um dos instrumentos para apagar o passado», acusa. «Temos duas mães» Mas uma visita pelo «casco viejo» (a zona antiga) revela uma vontade de manter viva a História. Em declarações ao EXPRESSO, o alcaide de Olivenza diz que foram gastos milhões na recuperação dos monumentos herdados dos portugueses. «Temos duas mães, duas culturas. Por isso, tanto as crianças como os universitários aprendem o português. Não renegamos o passado», diz, peremptório Ramón Rocha Maqueda, à frente dos destinos de Olivenza desde 1979.
«Temos quase cem portugueses a viver e trabalhar no concelho». O alcaide anuncia o número com vaidade, depois de um telefonema para a secretária, a quem pergunta: «Além do teu marido, quantos portugueses temos aqui?» O autarca não tem dúvidas sobre a soberania espanhola de Olivença. E, para as reforçar, anuncia: «Até ao final do ano, terminaremos as obras de recuperação na metade (espanhola) da ponte velha. Os portugueses, se quiserem, que deixem a sua parte com está, em ruínas».
«A restauração da ponte significa que foi recuperado entre os dois lados do Guadiana algo que estava rasgado», defende Gregório Torres Gallego, para quem a questão de Olivença não tem sentido - entre outros motivos, porque Portugal, desde meados do séc. XIX, nunca fez nada para reivindicar a devolução da cidade. Esta tese, que pode ser sintetizada no ditado «quem cala, consente», é também defendida na obra La cuestión de Olivenza a la luz del derecho internacional publico, editada o ano passado, por Carlos Fernández Liesa, um catedrático de Direito Internacional.
«Eles não podem restaurar a ponte porque é património nacional», frisa Carlos Luna, um descendente de bascos e de oliventinos, que sente todas as iniciativas espanholas como tentativas para apagar a presença portuguesa em Olivença.
Dá-se, por isso, ao trabalho de produzir constantemente instrumentos de divulgação da cultura e história portuguesas. Isto porque, alega, as crianças da margem esquerda do Guadiana aprendem que Olivença ficou sob tutela espanhola devido ao dote de uma princesa ou em troca de Campo Maior. O próprio alcaide afirma que, depois da invasão do Alentejo, Espanha devolveu «o que não interessava» e ficou com Olivença. Cerca de 400 oliventinos, numa população de 11 mil habitantes, já ouviram os originais de Zeca Afonso, Vitorino, António Barroso e Delfins. Tudo graças a Carlos Luna, que, pela calada da noite e quase como que numa actividade clandestina, oferece aos jovens de Olivença cassetes em português, com música ou com a história de Olivença. «Muy pesados» Mas será que o interesse pelas raízes históricas pode ir além da mera curiosidade? Afinal, os oliventinos têm, bem perto de casa, hospitais, escolas, uma universidade, comércio. Ganham salários mínimos superiores ao português e pagam a gasolina mais barata do que em Portugal.
«Achamos possível o regresso de Olivença a Portugal. Propomos uma administração conjunta de 30 a 40 anos, seguida de um referendo, e em que fique estabelecido que a população não perde regalias», defendem os Amigos de Olivença. Até lá, é provável que repitam manobras como a do Verão passado, no início da «Vuelta» em bicicleta em Olivença. Mal souberam da iniciativa, os «amigos» portugueses (ou «inimigos», como gosta de os classificar o alcaide) de Olivença, rumaram em direcção ao ponto de partida e distribuíram bandeiras portuguesas e panfletos, com frases do género: «Por que não começar a Vuelta no País Basco ou na Catalunha?» A Guardia Civil foi chamada a intervir e a manter sob a sua alçada os «subversivos». «Son muy pesados», descreve um oliventino, quando lhe vêm à memória as «estocadas» dos Amigos de Olivença. «Chatos», em português.


Mensagem:  684
Data:  3/29/2005 12:50:21 AM
Nome:  Rodrigo
País:  Portugal
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Ola amigos da V.C.

Só hoje vim ao site da venus e qual não foi a minha surpresa quando me vi novamente na primeira pagina. Tão pequenino que eu sou e já ando nestas andanças.
Pois é João Ledo sou eu mesmo o netinho da Isabel. Vou-lhe dizer um segredo que fica só entre nós. A minha avózinha vem-me ver esta semana ela está ansiosa para me conhecer e eu a ela, também acho que nos vamos dar bem.
Um dia também o quero conhecer pois acho voçê uma pessoa muito simpática. "Ai ai" que soninho agora só quero a minha xuxinha.
Até breve
prometo que vou voltar...



Mensagem:  683
Data:  3/27/2005 2:29:42 PM
Nome:  Mano Belmonte
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Mensagem:  682
Data:  3/27/2005 1:47:47 PM
Nome:  Michelle Madeira
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Just wanted to wish everyone and their families a very Happy Easter filled with lots of CHOCOLATE, FOOD and of course many BLESSINGS!

Um beijinho!
*Michelle Madeira*



 
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