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Mensagem:  891
Data:  12/18/2005 10:07:18 PM
Nome:   Grupo dos Amigos de Olivença
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O Grupo dos Amigos de Olivença formula votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Grupo dos Amigos de Olivença
Rua das Portas de Santo Antão, 58 (Casa do Alentejo)
1150-268 Lisboa



Mensagem:  890
Data:  12/17/2005 10:53:13 AM
Nome:  PORTUGAL MÚSICA
País:  PORTUGAL
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PEDIDO DE DIVULGAÇÃO E DE COLABORAÇÃO A TODO A COMUNIDADE PORTUGUESA

Associação para a Promoção e Defesa da Música Portuguesa Boas Noites Amigos/as Será que é possivel publicar esta notícia no vosso jornal, radio tv, a idéia deste site e também desta associação é a promoção e divulgação da cultura portuguesa pelo mundo fora e também ao mesmo tempo convidar os portugues e lusos a participarem em todo o projecto do portugalmusica quais são os seu problemas por aí etc, sem outro assunto de momento e muito obrigado pela atenção.

Dr.Miguel Angelo
Portugal Música melhora «site» para «divulgar melhor Portugal pelo mundo fora
Lisboa - A pensar na «divulgação de Portugal no mundo», o Centro Nova Informação - Associação para a Promoção e Defesa da Música Portuguesa (CNI), uma entidade sem fins lucrativos dirigida a todas as comunidades lusas, aposta na renovação do seu «site» Portugal Música, cujas novidades estarão em breve disponíveis na Internet. Nos planos da organização está também a edição de uma revista e a criação de uma editora discográfica.
«Divulgar e promover o artista», desde o fólclore ao fado, passando pela música ligeira e pelos sons mais tradicionais, é um dos principais objectivos do «site» do CNI (www.portugalmusica.com) que, entre outras novidades, passará a disponibilizar uma agenda para dar a conhecer todas as festas e romarias que se realizam em Portugal e nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, adiantou esta terça-feira ao Jornal Digital o responsável pela associação, Miguel Ângelo.
«A ideia é divulgar Portugal no mundo», explicou o dirigente, que espera ver o «site» transformado numa espécie de «motor de busca» sobre Portugal e as suas comunidades no estrangeiro.
Dentro de dias, deverá estar já online uma nova secção, dedicada à História de Portugal, que disponibilizará as várias bandeiras portuguesas, desde o tempo da Monarquia até à actualidade, bem como a versão original e a respectiva letra do Hino Nacional, cedido pelo Ministério da Defesa.
O Portugal Música passará também a ter uma área dedicada a «imagens de Portugal», que incluirá mapas e fotografias dos diversos concelhos do país, complementadas com links e informações sobre as diversas localidades portuguesas.
A «Entrevista da Semana» é outra das apostas do «site» e deverá arrancar em breve com uma homenagem ao Fado, ilustrada por um álbum de fotografias e textos sobre a história do estilo, com destaque para a carreira musical de Amália Rodrigues.
Segundo Miguel Ângelo, outro dos objectivos do Portugal Música é lançar, até Janeiro, uma revista com o mesmo nome, que será distribuída gratuitamente, e que pretende dar a conhecer «as festas e as romarias dos concelhos e suas freguesias e tudo o que for de interesse das comunidades».
Outro dos projectos da associação é a criação de uma editora discográfica, a instalar na sua sede em Lisboa, para ajudar e divulgar artistas de língua portuguesa que enfrentam dificuldades na gravação/promoção do seu trabalho.
Dentro de quatro ou cinco anos, o CNI espera também ver concretizada a criação de uma fundação dedicada aos meninos de rua, em Torres Vedras.
Segundo o responsável da associação, a futura fundação quer estar aberta ao exterior, «para que todos possam ter noção daquilo que se faz e para onde vai o dinheiro».



Mensagem:  889
Data:  12/17/2005 8:58:43 AM
Nome:  Carlos Silva
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REPORTAGEM II

Açoreanos no Brasil
Percorrer Santa Catarina e Rio Grande do Sul, hoje em dia, é reencontrar essa memória em cada esquina, em cada rosto. Monumentos e memoriais, centros comerciais com nomes de ilhas, cafés e restaurantes baptizados em honra do arquipélago dos antepassados, ruas evocando personalidades marcantes da história comum a um e outro lado, há sempre um pouco de Açores, mesmo se já só no Rio Grande do Sul os currículos escolares contenplem essas origens. Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, existe mesmo um movimento que defende a mudança do nome da cidade para “AÇORIANÓPOLIS”, HONRANDO A HERANÇA DAS ILHAS PORTUGUESAS E, ao mesmo tempo cortando de vez com a homenagem a Floriano Peixoto, Presidente da Republica entre 1891 e 1894, homem que esmagou com sangue uma revolta federalista gerada nos estados do Sul e ofereceu a si próprio o nome da cidade.
No final de Outubro, uma delegação de escritores nascidos nos Açores visitou a região, no âmbito da primeira edição do Travessias-Encontro de Escritores Atlânticos, e houve brasileiros de dez gerações chorando de emoção com aquilo que entenderam como um reencontro – e, se em vez de escritores os visitantes fossem arquitectos, médicos ou cozinheiros, muitos visitados chorariam na mesma (eram açoreanos, e pronto).
Foi essa delegação que Joni Lisboa recebeu momentaneamente em Rio Pardo, a cerca de 300 quilómetros – e foi a ela que, para além de exibições de gastronomia e folclore com os mais variados traços em comum, fez questão de mostrar a cidade cenográfica de DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO.
Inspirado em UM QUARTO DE LÉGUA EM QUADRO.(1976), livro de arranque do entretanto multipremiado escritor gaúcho Luis António de Assis Brasil, o filme é realizado pelo estreante Paulo Nascimento, mas constitui uma verdadeira superprodução à escala do cinema brasileiro, contando com a participação de Edson Celulari e Daniela Escobar, respectivamente o maior galã da televisão brasileira e a uma das suas principais coqueluches femininas.
A RTP já manifestou a intenção de adquirir os direitos para a exibição em canal aberto e, entretanto, já arrancou a produção das edições em homevideo e DVD.
Rogério Samora, no papel de um tenente do exército do império, é um dos actores. Entre personagens fictícias e reais, Carlos Alberto, também português, interpreta Gomes Freire, general e comandante da região do Rio da Prata.
A história é de Gaspar de Fróes (Celulari), médico e escritor nascido no continente português que, após uma missão nos Açores e atormentado pela morte da mulher, decide em 1752 apanhar um dos navios que partiam das ilhas Terceira, São Jorge, Pico e Faial em direcção do Novo Mundo.
Aí vem a apaixonar-se por Maria (Escobar), esposa de Covas, o tenente interpretado por Samora. São tempos de conflito e de desesperança e, tendo em conta as vicissitudes do pampa, o romance está destinado ao fracasso.
É a história da colonização do extremo-sul do continente americano, concretamente na região onde hoje confluem as fronteiras entre Brasil, Argentina e Uruguai, no entanto, que é contada nas entrelinhas e com isso também o papel que os imigrantes açorianos nela desempenharam.
Fome e doença a bordo, sangrentas batalhas entre Portugal e Espanha à chegada era o que os esperava do outro lado do Atlântico, onde lhes haviam prometido a cada um quarto de légua em quadro de terras (medida de área correspondente a pouco mais de um alqueire), estava longe do paraíso sonhado.
Mesmo assim, os recém chegados estabeleceram-se e viveram.
Na tela, o complexo cenográfico de Rio Pardo, representa na verdade a cidade de Rio Grande, situada a sudeste e um dos palcos das mais sangrentas batalhas da época. Mas a própria Rio Pardo também representa um papel fundamental na história, e é com orgulho que Joni Lisboa promete transformar agora os “décors” do filme de Paulo Nascimento num dos principais pontos de atracção turistica da cidade, um municipio com cerca de 40 mil habitantes, com uma economia centrada naquilo a que o congresso brasileiro ameaça agora dar luta sem tréguas:
a cultura do tabaco. Onze casas e uma igreja, todas rebocadas à mão – como era comum no Século das Luzes, constituem o cenário.
Carlos Silva 16.12.05 CONTINUAÇÃO NA PRÓXIMA SEMANA



Mensagem:  888
Data:  12/17/2005 8:50:34 AM
Nome:  Carlos Silva
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Não percam o filme “A ÚLTIMA FRONTEIRA”, que deverá estrear-se até Março de 2006. É um tributo a uma história marcada pela tenacidade e pelo empreendedorismo dos descendentes dos imigrantes vindos dos AÇORES.
O filme é baseado num romance do escritor ASSIS BRASIL, e realizado por Paulo Nascimento.
- São duas horas da tarde de uma segunda feira e Joni Lisboa está numa correria. Explica, cumprimenta, limpa a testa ao lenço branco, cumprimenta de novo. Tem uma nódoa na gravata e o ar afogueado de quem lhes restam apenas dez minutos para conquistar o mundo – mas, de cada vez que volta a levar o lenço à testa, respira fundo e acorre a mais um convidado. No mês passado foi a Porto Alegre, quatro horas de distancia a fintar o Jacuí, só para uma hora de História – nada podia falhar nestas curtas duas horas que lhe deram para abrir o coração. A pampa estende-se a perder de vista, capões e coxilhas dispersando-se pela paísagem, e o cheiro a bosta de vaca que se espalha em volta, sob este calor seco da primavera gaúcha, está longe do almiscarado húmido dos cerrados dos Açores. E, porém, são essas as últimas palavras do perfeito de Rio Pardo, acenando com o lenço enxovalhado em direcção ao autocarro que agora parte:-
“ISTO AQUI É AÇORES”! Entre os presentes estão descendentes de alemães, filhos de italianos, netos de argentinos – e porém é assim mesmo que Joni o diz:
- “ISTO AQUI É AÇORES E NÓS SOMOS AÇORIANOS.” Entre 1748 e 1753, um curto espaço de cinco anos, cerca de 13 mil habitantes das ilhas açorianas emigraram para o Sul do Brasil. Aportaram sobretudo no que são hoje os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul – e ficaram de vez. Mais de 250 anos após a assinatura do Tratado de Tordesilhas, continuava por dividir em definitivo a soberania sobre as terras a oeste do Guaíba e, como tantas outras vezes ao longo da história, foi às ilhas atlânticas que a corte foi buscar a disponibilidade e a ambição que nem sempre se encontrava em Lisboa.
Os Açores sentiam então com especial intensidade os efeitos de nova crise cerealífera, e o excesso de população destruía todas as perspectivas.
Já antes havia registos de migrações pontuais para o Brasil, mas foi então, em pleno pombalismo, que o transito se massificou. Eram sobretudo casais ( Casais de numero ou Casais de El-Rey, como lhes chamava Lisboa) iam sob a promessa de terras férteis e, na última região sul americana ocupada pelos portugueses, constituíriam durante os últimos 70 do império uma espécie de guarda avançada da coroa.
Dedicaram-se principalmente à agricultura da cana do açucar, do trigo e da mandioca, mas também à criação de gado bovino e equídeo.
Documentos da época definem os dois estados como a melhor região de toda a América. Foram erguidas e fortificadas povoações como: Viamão, Porto dos Casais (actual Porto Alegre), Rio Pardo, Triunfo, Taquari e Santo Amaro. Outras cidades, como Estreito, São José do Norte, Mostardas, Tavares, Conceição de Arroio (actual Osório) ou Santo António da Patrulha, também contaram com a presença dos ilhéus. Em muitas delas permanecem vivos COSTUMES E TRADIÇÕES trazidos dos Açores.
O falar é cantado e os adágios e provérbios populares um recurso para todo o instante. Come-se pão de ló, arroz doce (ali chamado arroz de leite), merengues, sonhos e rosquetes.
E cultiva-se o ESPIRITO SANTO às vezes quase tão intensamente ali como nos Açores, apesar de durante mais de 200 anos quase não ter havido contactos entre as duas partes.
Muitos açorianos migrariam mais tarde para estados como Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Pará ou Paraíba.
Mais nos anos 20 e 30 do século XX, e antes dos fluxos destinados aos Estados Unidos, ao Canada, ao Havai e à Bermuda, milhares de portugueses – e, com eles novamente centenas de açorianos – mudaram-se para as zonas mais distantes do Brasil. Mas as comunidades do Sul permanecem fechadas de forma quase hermética, distinguindo-se pelo empreendedorismo entre os mais de três milhões de europeus (sobretudo portugueses, espanhois, alemães e italianos) que, entre 1500 e 1900, se instalaram no chamado Novo Mundo.

Se houver interesse , posso continuar a reportagem sobre este filme “DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO”, QUE TEM COMO PERSONAGENS MAIS IMPORTANTES:
Edson Celulari , Daniela Escobar e Rogério Samora.
O escritor do livro é:
ASSIS bRASIL, que é de descendencia açoriana.
Extraído da grande reportagem por
Carlos Silva 10.12.05



Mensagem:  887
Data:  12/16/2005 12:30:22 PM
Nome:  Carlos Silva
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COMENTÁRIO Na festa de Natal da organização Venus Creations, que se realizou ontem, no Restaurante Lisboa à Noite, não estive presente, mas o meu pensamento esteve convosco.

Seguramente que a Festa foi um exito, com a sala repleta de convidados e Amigos, como tive ocasião de constatar quando telefonei e me apercebi do ambiente.
O Furtado bem merece os maiores encómios, pelo seu trabalho realizado com e para os Artistas comunitários e não só.
E com a Festa a ser orientada, seguramente com brilho, pelo experiente homem, Euclides Cavaco, que além d’outras actividades é um poeta da fina qualidade, tudo ter-se-á passado em grande, e com o melhor espirito natalicio.
Parabens e Boas Festas para todo o Mundo.

Carlos Silva 16.12.05



Mensagem:  886
Data:  12/16/2005 9:23:55 AM
Nome:  Carlos Silva
País:  Portugal
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JOE

ATÉ ME CUSTA A ACREDITAR NO QUE VEJO. QUE GRANDE COINCIDÊNCIA.

NO DIA 12 PULICAS NO SITE DA V C A reportagem sobre os açorianos no Brasil e logo no dia seguinte viemos a saber através do mesmo site, que as Casas dos Açores, enviou ao Brasil, precisamente para o Sul, Rio Grande do Sul e mais, uma comitiva, onde o Presidente de Winnipeg e mais dois artistas, foram conviver e estabelecer laços de amizade, com pessoas das mesmas origens.
É inacreditável, afinal porque é que havia de ser eu o escolhido?
Que é que eu tenho com os açorianos?
Aqui há muita coincidência ou será sómente o DESTINO

Carlos silva



Mensagem:  885
Data:  12/16/2005 9:18:24 AM
Nome:  Lena Gal
País:  Portugal
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Saudações venho desejar a si e a toda a equipa um Feliz Natal e Um Bom Ano de 2006, cumprimentos de Portugal-
E se conhecer alguém em S.Miguel poderá os convidar para a minha exposição a realizer no dia 8 de Março no Centro Municipal da Cultura no Largo da Matriz em Ponta Delgada será a 18h30 cujo titulo será Mulheres das Brumas meus agradecimentos


Mensagem:  884
Data:  12/15/2005 5:14:11 PM
Nome:  LUIS BISCAIA
País:  Portugal
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Olá amigos. A Rádio Condestavel de Cernache do Bonjardim (Sertã) a 4 dias de fazer 20 anos acaba de receber uma bonita prenda. A partir de agora deixa de ser local para poder ser escutada onde haja ligação a Internet.

Neste natal não deixe de ouvir se a nossa emissão lhe disser algo.
Estamos em br>(www.radiocondestavel.pta)

Para todos um bom Natal e um óptimo 2006

Luís Biscaia



Mensagem:  883
Data:  12/15/2005 4:23:13 PM
Nome:  LOPES DE ARAUJO
País:  LISBOA PORTUGAL
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Prezados amigos,

Apenas para vos informar que ontem à noite acordámos com a Roger's o lançamento da RTP-I na sua rede de cabo.
A partir de hoje o serviço estará disponível em free-preview.
Continuamos em contacto com outras redes de cabo e DTH no Canadá nomeadamente Montreal e Vancouver bem como com a Bell-expressvu.

abraço
Lopes de Araújo
Head of International Broadcasting
Director de Antenas Internacionais da RTP
RTP-Av.Marechal Gomes da Costa,37
1849-030-Lisboa Portugal
tf- 351 217947479
fax-351 217947494
http://programas.rtp.pt/canais-
tv/rtpi/index_rtpi1.php?canal=5



Mensagem:  882
Data:  12/14/2005 10:58:53 PM
Nome:  Carlos Silva
País:  Portugal
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CONCURSO

Todos os dias da 2ª às 6ºs. Feiras e à noite, há um prograna na RTP que não é exibido em Toronto, quer dizer não faz parte da grelha da RTPI.
Chama-se o COFRE e é um jogo em que os concorrentes, têm de responder às preguntas que lhe são feitas pela apresentador Jorge Gabriel.
Quem responder certo pode ganhar 50.000 Euros, só que desde o seu inicio e só por uma vez, a que eu não assisti, que esse montante foi ganho.
Pois hoje, dei um pulo do sofá como se o Quaresma tivesse marcado um golo, só porque um açoriano de S. Miguel, de seu nome LUIS, estudante no continente, acertou em cheio e levou o prémio.

QUEM É AÇOREANO CONSOLA-SE

Carlos Silva 14.12-05



 
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