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Mensagem:  897
Data:  12/22/2005 7:24:36 PM
Nome:  JOÃO LEDO
País:  CANADÁ
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Mais um Natal se aproxima a passos largos e com ele aquele frio do costume, o Novo Ano já espreita, fazemos todos imensos votos para que seja muito mais meiguinho pois 2005 deixou imensas mossas, com muitas cheias, tsunamis, e tremores de terra.
Faço imensos votos que o Novo Ano seja de mais "PAZ, AMOR E MUITA COMPREENÇÃO" para que DEUS ilumine as pessoas que lançam pavor, tristeza propagando terrorismo que se capacitem que não vale a pena.
Por isso um "FELIZ NATAL" e um "ANO NOVO" cheio das maiores prosperidades e venturas para todos os povos do mundo.
MAY GOD BLESS YOU ALL
João Ledo.


Mensagem:  896
Data:  12/22/2005 5:25:52 PM
Nome:  Carlos silva
País:  Portugal
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PRESENTE DE NATAL

O Pai Natal chegou mais cedo à familia do Fernando e Fernanda Rocha, pois tiveram a felicidade de receberem hoje, 21.12.05 o seu primeiro neto FERNANDO, com o peso de 3.29 kg.
nascido em Vila Nova de Gaia, é mais um “dragão”.
Com imensa alegria está o Alan e sua esposa Kathy, que teve um parto, muito bem sucedido, e encontra-se de boa e excelente saúde.
Melhor presente de Natal não podia ter sucedido à Familia Rocha.
Festas Felizes, com os cumprimentos de Carlos Silva e da Familia da VC.



Mensagem:  895
Data:  12/21/2005 11:41:22 PM
Nome:  Jessica Amaro
País:  Canada
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Joe,

para si e toda a sua equipa, Boas Festas de NATAL e Próspero Ano Novo, com muita saúde e Paz.
São estes os meus sinceros votos.

Jessica Amaro www.jessicaamaro.com



Mensagem:  894
Data:  12/21/2005 7:19:41 PM
Nome:  Julia Leal
País:  Canada
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Olá Joe

Só lhe quis mandar este mail pra lhe desejar um Feliz Natal e um prospero Ano Novo que o 2006 lhe deixei realizar muitos dos seus sonhos e aproveito tambem esta mensagem pra mais uma vez lhe agradecer pela oportunidade que me deu de participar no Amor de Artista deste ano muito obrigado e tudo de bom

um beijo
Julia Leal



Mensagem:  893
Data:  12/20/2005 1:58:21 PM
Nome:  Miguel Angelo
País:  Portugal
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O MUNDO É DA CRIANÇA Este é o Meu Natal HÁ ÁGUA NOS MEUS OLHOS NA FESTA DE NATAL: MEU LIVRE PENSAMENTO É PRISIONEIRO ! DESEJO AMORDAÇAR A VOZ DO MAL, E DEPOIS SOCORRER O MUNDO INTEIRO ! ... HÁ ÁGUA NOS MEUS OLHOS, NA FESTA DE NATAL MAIS UM DIA DE DOR E DE ANSIEDADE: NUNCA POSSO PASSAR UM BOM NATAL AO SABER INFELIZ A HUMANIDADE ! VENHAM CANTAR MEU FADO VENHAM SEM VOZ DE GUERRA VENHAM FALAR DE AMOR VENHAM BEIJAR A TERRA DEIXEM A LUZ DA GLORIA REMEM NUM MAR DE ESPERANÇA DESÇAM DOS VOSSOS PEDESTÁIS DE HORRORES QUE O MUNDO MEUS SENHORES É DA CRIANÇA! ... HÁ ÁGUA NOS MEUS OLHOS, NA FESTA DE NATAL MINHA ALMA VAI MORRENDO EM DESALENTO HÁ FADO DO QUE FOI P?RA MEU MAL HÁ UM POETA EM MIM ,QUE É MEU TORMENTO HÁ ÁGUA NOS MEUS OLHOS, NA FESTA DE NATAL NÃO ME DESEJES POIS A FELICIDADE NUNCA POSSO PASSAR UM BOM NATAL - COM MENINOS PEDINDO A CARIADADE .... AUTOR APOLLO - PORTUGALMUSICA.COM Bom Nata para todos são os votas de todas as pessoas que tralham para a a portugalmusica


Mensagem:  892
Data:  12/18/2005 10:28:17 PM
Nome:  Carlos Silva
País:  PORTUGAL
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É Natal, há tantos problemas para resolver e voçês, estão sempre a dar ao mesmo.
Quantos oliventinos querem ser portugueses?
A partir daí e se o numero fôr superior, então organiza-se uma expedição, tal e qual como das cruzadas, e vamos num fim de semana, ocupar o nosso território.
Ou então, os mais interessados, podem ir viver para Olivença, e quando estivermos em maior numero, fazemos um referendo.

Carlos Silva.



Mensagem:  891
Data:  12/18/2005 10:07:18 PM
Nome:   Grupo dos Amigos de Olivença
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O Grupo dos Amigos de Olivença formula votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Grupo dos Amigos de Olivença
Rua das Portas de Santo Antão, 58 (Casa do Alentejo)
1150-268 Lisboa



Mensagem:  890
Data:  12/17/2005 10:53:13 AM
Nome:  PORTUGAL MÚSICA
País:  PORTUGAL
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PEDIDO DE DIVULGAÇÃO E DE COLABORAÇÃO A TODO A COMUNIDADE PORTUGUESA

Associação para a Promoção e Defesa da Música Portuguesa Boas Noites Amigos/as Será que é possivel publicar esta notícia no vosso jornal, radio tv, a idéia deste site e também desta associação é a promoção e divulgação da cultura portuguesa pelo mundo fora e também ao mesmo tempo convidar os portugues e lusos a participarem em todo o projecto do portugalmusica quais são os seu problemas por aí etc, sem outro assunto de momento e muito obrigado pela atenção.

Dr.Miguel Angelo
Portugal Música melhora «site» para «divulgar melhor Portugal pelo mundo fora
Lisboa - A pensar na «divulgação de Portugal no mundo», o Centro Nova Informação - Associação para a Promoção e Defesa da Música Portuguesa (CNI), uma entidade sem fins lucrativos dirigida a todas as comunidades lusas, aposta na renovação do seu «site» Portugal Música, cujas novidades estarão em breve disponíveis na Internet. Nos planos da organização está também a edição de uma revista e a criação de uma editora discográfica.
«Divulgar e promover o artista», desde o fólclore ao fado, passando pela música ligeira e pelos sons mais tradicionais, é um dos principais objectivos do «site» do CNI (www.portugalmusica.com) que, entre outras novidades, passará a disponibilizar uma agenda para dar a conhecer todas as festas e romarias que se realizam em Portugal e nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, adiantou esta terça-feira ao Jornal Digital o responsável pela associação, Miguel Ângelo.
«A ideia é divulgar Portugal no mundo», explicou o dirigente, que espera ver o «site» transformado numa espécie de «motor de busca» sobre Portugal e as suas comunidades no estrangeiro.
Dentro de dias, deverá estar já online uma nova secção, dedicada à História de Portugal, que disponibilizará as várias bandeiras portuguesas, desde o tempo da Monarquia até à actualidade, bem como a versão original e a respectiva letra do Hino Nacional, cedido pelo Ministério da Defesa.
O Portugal Música passará também a ter uma área dedicada a «imagens de Portugal», que incluirá mapas e fotografias dos diversos concelhos do país, complementadas com links e informações sobre as diversas localidades portuguesas.
A «Entrevista da Semana» é outra das apostas do «site» e deverá arrancar em breve com uma homenagem ao Fado, ilustrada por um álbum de fotografias e textos sobre a história do estilo, com destaque para a carreira musical de Amália Rodrigues.
Segundo Miguel Ângelo, outro dos objectivos do Portugal Música é lançar, até Janeiro, uma revista com o mesmo nome, que será distribuída gratuitamente, e que pretende dar a conhecer «as festas e as romarias dos concelhos e suas freguesias e tudo o que for de interesse das comunidades».
Outro dos projectos da associação é a criação de uma editora discográfica, a instalar na sua sede em Lisboa, para ajudar e divulgar artistas de língua portuguesa que enfrentam dificuldades na gravação/promoção do seu trabalho.
Dentro de quatro ou cinco anos, o CNI espera também ver concretizada a criação de uma fundação dedicada aos meninos de rua, em Torres Vedras.
Segundo o responsável da associação, a futura fundação quer estar aberta ao exterior, «para que todos possam ter noção daquilo que se faz e para onde vai o dinheiro».



Mensagem:  889
Data:  12/17/2005 8:58:43 AM
Nome:  Carlos Silva
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REPORTAGEM II

Açoreanos no Brasil
Percorrer Santa Catarina e Rio Grande do Sul, hoje em dia, é reencontrar essa memória em cada esquina, em cada rosto. Monumentos e memoriais, centros comerciais com nomes de ilhas, cafés e restaurantes baptizados em honra do arquipélago dos antepassados, ruas evocando personalidades marcantes da história comum a um e outro lado, há sempre um pouco de Açores, mesmo se já só no Rio Grande do Sul os currículos escolares contenplem essas origens. Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, existe mesmo um movimento que defende a mudança do nome da cidade para “AÇORIANÓPOLIS”, HONRANDO A HERANÇA DAS ILHAS PORTUGUESAS E, ao mesmo tempo cortando de vez com a homenagem a Floriano Peixoto, Presidente da Republica entre 1891 e 1894, homem que esmagou com sangue uma revolta federalista gerada nos estados do Sul e ofereceu a si próprio o nome da cidade.
No final de Outubro, uma delegação de escritores nascidos nos Açores visitou a região, no âmbito da primeira edição do Travessias-Encontro de Escritores Atlânticos, e houve brasileiros de dez gerações chorando de emoção com aquilo que entenderam como um reencontro – e, se em vez de escritores os visitantes fossem arquitectos, médicos ou cozinheiros, muitos visitados chorariam na mesma (eram açoreanos, e pronto).
Foi essa delegação que Joni Lisboa recebeu momentaneamente em Rio Pardo, a cerca de 300 quilómetros – e foi a ela que, para além de exibições de gastronomia e folclore com os mais variados traços em comum, fez questão de mostrar a cidade cenográfica de DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO.
Inspirado em UM QUARTO DE LÉGUA EM QUADRO.(1976), livro de arranque do entretanto multipremiado escritor gaúcho Luis António de Assis Brasil, o filme é realizado pelo estreante Paulo Nascimento, mas constitui uma verdadeira superprodução à escala do cinema brasileiro, contando com a participação de Edson Celulari e Daniela Escobar, respectivamente o maior galã da televisão brasileira e a uma das suas principais coqueluches femininas.
A RTP já manifestou a intenção de adquirir os direitos para a exibição em canal aberto e, entretanto, já arrancou a produção das edições em homevideo e DVD.
Rogério Samora, no papel de um tenente do exército do império, é um dos actores. Entre personagens fictícias e reais, Carlos Alberto, também português, interpreta Gomes Freire, general e comandante da região do Rio da Prata.
A história é de Gaspar de Fróes (Celulari), médico e escritor nascido no continente português que, após uma missão nos Açores e atormentado pela morte da mulher, decide em 1752 apanhar um dos navios que partiam das ilhas Terceira, São Jorge, Pico e Faial em direcção do Novo Mundo.
Aí vem a apaixonar-se por Maria (Escobar), esposa de Covas, o tenente interpretado por Samora. São tempos de conflito e de desesperança e, tendo em conta as vicissitudes do pampa, o romance está destinado ao fracasso.
É a história da colonização do extremo-sul do continente americano, concretamente na região onde hoje confluem as fronteiras entre Brasil, Argentina e Uruguai, no entanto, que é contada nas entrelinhas e com isso também o papel que os imigrantes açorianos nela desempenharam.
Fome e doença a bordo, sangrentas batalhas entre Portugal e Espanha à chegada era o que os esperava do outro lado do Atlântico, onde lhes haviam prometido a cada um quarto de légua em quadro de terras (medida de área correspondente a pouco mais de um alqueire), estava longe do paraíso sonhado.
Mesmo assim, os recém chegados estabeleceram-se e viveram.
Na tela, o complexo cenográfico de Rio Pardo, representa na verdade a cidade de Rio Grande, situada a sudeste e um dos palcos das mais sangrentas batalhas da época. Mas a própria Rio Pardo também representa um papel fundamental na história, e é com orgulho que Joni Lisboa promete transformar agora os “décors” do filme de Paulo Nascimento num dos principais pontos de atracção turistica da cidade, um municipio com cerca de 40 mil habitantes, com uma economia centrada naquilo a que o congresso brasileiro ameaça agora dar luta sem tréguas:
a cultura do tabaco. Onze casas e uma igreja, todas rebocadas à mão – como era comum no Século das Luzes, constituem o cenário.
Carlos Silva 16.12.05 CONTINUAÇÃO NA PRÓXIMA SEMANA



Mensagem:  888
Data:  12/17/2005 8:50:34 AM
Nome:  Carlos Silva
País:  PORTUGAL
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Não percam o filme “A ÚLTIMA FRONTEIRA”, que deverá estrear-se até Março de 2006. É um tributo a uma história marcada pela tenacidade e pelo empreendedorismo dos descendentes dos imigrantes vindos dos AÇORES.
O filme é baseado num romance do escritor ASSIS BRASIL, e realizado por Paulo Nascimento.
- São duas horas da tarde de uma segunda feira e Joni Lisboa está numa correria. Explica, cumprimenta, limpa a testa ao lenço branco, cumprimenta de novo. Tem uma nódoa na gravata e o ar afogueado de quem lhes restam apenas dez minutos para conquistar o mundo – mas, de cada vez que volta a levar o lenço à testa, respira fundo e acorre a mais um convidado. No mês passado foi a Porto Alegre, quatro horas de distancia a fintar o Jacuí, só para uma hora de História – nada podia falhar nestas curtas duas horas que lhe deram para abrir o coração. A pampa estende-se a perder de vista, capões e coxilhas dispersando-se pela paísagem, e o cheiro a bosta de vaca que se espalha em volta, sob este calor seco da primavera gaúcha, está longe do almiscarado húmido dos cerrados dos Açores. E, porém, são essas as últimas palavras do perfeito de Rio Pardo, acenando com o lenço enxovalhado em direcção ao autocarro que agora parte:-
“ISTO AQUI É AÇORES”! Entre os presentes estão descendentes de alemães, filhos de italianos, netos de argentinos – e porém é assim mesmo que Joni o diz:
- “ISTO AQUI É AÇORES E NÓS SOMOS AÇORIANOS.” Entre 1748 e 1753, um curto espaço de cinco anos, cerca de 13 mil habitantes das ilhas açorianas emigraram para o Sul do Brasil. Aportaram sobretudo no que são hoje os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul – e ficaram de vez. Mais de 250 anos após a assinatura do Tratado de Tordesilhas, continuava por dividir em definitivo a soberania sobre as terras a oeste do Guaíba e, como tantas outras vezes ao longo da história, foi às ilhas atlânticas que a corte foi buscar a disponibilidade e a ambição que nem sempre se encontrava em Lisboa.
Os Açores sentiam então com especial intensidade os efeitos de nova crise cerealífera, e o excesso de população destruía todas as perspectivas.
Já antes havia registos de migrações pontuais para o Brasil, mas foi então, em pleno pombalismo, que o transito se massificou. Eram sobretudo casais ( Casais de numero ou Casais de El-Rey, como lhes chamava Lisboa) iam sob a promessa de terras férteis e, na última região sul americana ocupada pelos portugueses, constituíriam durante os últimos 70 do império uma espécie de guarda avançada da coroa.
Dedicaram-se principalmente à agricultura da cana do açucar, do trigo e da mandioca, mas também à criação de gado bovino e equídeo.
Documentos da época definem os dois estados como a melhor região de toda a América. Foram erguidas e fortificadas povoações como: Viamão, Porto dos Casais (actual Porto Alegre), Rio Pardo, Triunfo, Taquari e Santo Amaro. Outras cidades, como Estreito, São José do Norte, Mostardas, Tavares, Conceição de Arroio (actual Osório) ou Santo António da Patrulha, também contaram com a presença dos ilhéus. Em muitas delas permanecem vivos COSTUMES E TRADIÇÕES trazidos dos Açores.
O falar é cantado e os adágios e provérbios populares um recurso para todo o instante. Come-se pão de ló, arroz doce (ali chamado arroz de leite), merengues, sonhos e rosquetes.
E cultiva-se o ESPIRITO SANTO às vezes quase tão intensamente ali como nos Açores, apesar de durante mais de 200 anos quase não ter havido contactos entre as duas partes.
Muitos açorianos migrariam mais tarde para estados como Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Pará ou Paraíba.
Mais nos anos 20 e 30 do século XX, e antes dos fluxos destinados aos Estados Unidos, ao Canada, ao Havai e à Bermuda, milhares de portugueses – e, com eles novamente centenas de açorianos – mudaram-se para as zonas mais distantes do Brasil. Mas as comunidades do Sul permanecem fechadas de forma quase hermética, distinguindo-se pelo empreendedorismo entre os mais de três milhões de europeus (sobretudo portugueses, espanhois, alemães e italianos) que, entre 1500 e 1900, se instalaram no chamado Novo Mundo.

Se houver interesse , posso continuar a reportagem sobre este filme “DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO”, QUE TEM COMO PERSONAGENS MAIS IMPORTANTES:
Edson Celulari , Daniela Escobar e Rogério Samora.
O escritor do livro é:
ASSIS bRASIL, que é de descendencia açoriana.
Extraído da grande reportagem por
Carlos Silva 10.12.05



 
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