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Mensagem:  1614
Data:  3/3/2007 12:01:06 PM
Nome:  Mário Monte
País:  Portugal
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OLÁ PORTUGUESES OLÁFOLCLORISTAS

Estamos prestes a chegar á Páscoa e ainda não está projectada a saida ao estrangeiro se nos quiserem convidar teria muito gosto em ir aí e aceitaria-mos o convite.
como permuta.
Converçem com o grupo e depois digam qualquer coisa de negativo ou positivo pois podem surgir outros. e para eu ter tempo de descutir o assunto em assembleia...
UmA boa PÁSCOA FELIZ com tudo de bom pricipalmente com saúde para vocês todos do grupo folclorico de ganfei
lugar do baroso n.º20-GANFEI
4930-342-VALENÇA DO MINHO-PORTUGAL


www.gfg.k25.net

Um abraço e até sempre do "WEBMASTER" Mário Ponte



Mensagem:  1613
Data:  3/2/2007 12:20:11 PM
Nome:  A. Borges
País:  Canadá
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AINDA SOBRE AS AMALGAMAÇÕES... Acabo de ler o texto do vosso colaborador, senhor J. DeSousa e cujo conteúdo estou absolutamente de acordo. Hoje em dia tudo tem, forçosamente, que ser grande e já é, como uma prima minha que me dizia há uns bons anos atrás, de que ser “Big Better” (Grande é melhor). Sou contra as fusões ou amalgamações como se refere, e bem,o senhor J. De Sousa pois nada há que prove, até ao momento, que o o consumidor vem sendo beneficiado até pelo contrário pois tem de esperar mais tempo nas caixas para pagamento das compras, ou nos balcões para serem atendidos e, como li naquele artigo, de certeza absoluta de virmos, aliás já estamos, a pagar mais pela mercadoria pela razão do fecho do leque da concorrência com excepção nos dólares stores onde a mercadoria vem exclusivamente da China onde, o operária/o ganha uns míseros centavos por hora, e por isso é exportada ao preço da uva mijona. Na nossa comunidade isto também vem acontecendo embora despercebidamente. Começa pelos jornais onde, meses atrás, vários se uniram formando o Post-Milénio e logo seguidamente o jornal desportivo Team com o Nove Ilhas. Qual será o próximo? Vamos lá, com um bocadinho de esforço, tentarmos adivinhar. Será o Jornal da Mulher com o Voice? Ou o Jornal da Mulher com o Lider, mais conhecido pelo Sol Português? Ou será que o Flash vai-se também juntar ao Sonho do Lar? E se o extinto e malogrado jornal da Aliança ressuscitar e juntar-se à Família Portuguesa ao então ao Nove Ilhas? E aquele periódico, Os Negócios, fundir-se com o Voice? Outra aglutinação que me veio à ideia foi do Sotaque Brasileiro, por exemplo, unir-se com o Quinas Magazine e mais com o Brasil News? E o Streamline Magazine de braço dado com Jornal da Mulher ou com o Max Magazine? Não ficava mal, não senhor. Mas isto são apenas palpites pois até, e é quase certo, que nada disso venha a acontecer e seja só fogo de artifício ao meio-dia. Pelo que vejo tudo isto, o de se juntarem, é possível neste jogo de opções ou amalgamações. É tudo questão de boas ofertas com bastante papel e uma rodada de boas negociações. Aliás isto de se juntarem ou fundirem-se já o nosso ex-deputado provincial Carl de Faria profetizou, anos atrás, num evento comunitário, para que um dia só existiria um só clube ou associação graças ao fenómeno de se fundirem o que tornaria a nossa comunidade mais eficaz e mais forte Ele, o autor desta opinião, o Carl de Faria, foi-se das politicas, como o vendaval, mas os clubes e associações, essas continuam a existir sem terem a necessidade de se unirem ou fundirem num só como profetizou então o Carl de Faria. Agora recentemente veio um político de Portugal, o Secretário das Comunidades, Dr. (lá, em Portugal, são todos doutores) António Braga, na sua recente visita a Toronto, fez eco destas ideias – “de que seria bom para os Clubes e Associações de pensarem bem nesta opção (a de se juntarem)...” Como vêm até o Governo Português quer, sem no entanto contribuir com aquilo que se compra os melões (dinheiro ou apoio financeiro), excepto na entrega de carradas de medalhas e Ordns do Infante, Jarreteira ou Barreteira, aconselhar ou alvitrar ideias comunas. Porque carga d'água não vai este nosso governante para o Alentejo para aglutinar os cerrados ou herdades? Pode até ser que no sector agrícola Portugal possa, com o resultado de comunizar o Alentejo, finalmente fazer frente a uma Espanha agressiva neste sector. Porque razão também é que todos os governantes vêm fazer experiências com os seus compatriotas emigrados? Neste capítulo gostaria de fazer uma proposta aos nossos governantes que era de se eliminar todos esses Secretários das Comunidades para e fora da Europa, que já deram bem provas de santa ineficácia, pelo menos para fora da Europa, e entreguem este pelouro à Região Autónoma dos Açores, cuja Directoria Regional das Comunidades Açorianas tem feito um excelente e eficaz trabalho junto das comunidades açorianas na diáspora. Lá nisso ficaríamos muito mais bem servidos. Podem crer. Se o Governo de Lisboa não gostar, ou por despeito o não faça, então que aprendam junto do governo de Carlos César como se sensibiliza e cataliza as energias dos cidadãos emigrados e seus descendentes. Muito, penso, teriam de aprender todos esses Secretários de Estado e seus acólitos. Por fim, e como sou contra o “Big Better”, pois como lá nos diz aquele velho adágio português - Maior é a nau, maior é a tormenta, quase sempre tais opções não dão os resultados mais desejados. A prova dos nove é como, por exemplo, como gosto muito de futebol tenho forçosamente de ler os artigos desportivos até Terça-feira, para estar up-to-date, e não esperar até Quinta-feira ou Sexta-feira como é o caso dos suplementos do Sol Português, Post-Milénio e Nove Ilhas, este último que recentemente se uniu ao Team Jornal Desportivo que tinha noticias do desporto às Terças-feira. Quem é, no meu caso pessoal, que tem de esperar até Quinta-feira para ficar bem informado desportivamente? É um absurdo, não é? Por isso é que digo que Big não quer sempre dizer Better . Quer sim dizer, muitas das vezes, que alguém ficou na penumbra ou mais concretamente, à sombra... sem fazer sombra. Muito bom dia e que tenham um óptimo fim de semana.


Mensagem:  1612
Data:  3/1/2007 11:15:36 PM
Nome:  J. DeSousa
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A SAGA DAS AMALGAMAÇÕES Isto vai cada vez pior. Refiro-me à mania que, de há uns tempos para cá, tudo se vem unindo para ficar maior. É o que temos visto com as companhias de seguros que há coisa de dez anos eram mais ou menos 140 0u 16o e agora, após andarem a aglutinar-se, ou a comprarem-se, só devem, segundo dizem (os Brockers) só 40 ou pouco mais, e os prémios...bem foram para a lua, que é um lugar fora do alcance de qualquer mortal. Com os grandes retalhistas acontece o mesmo e as câmara municipais é, desde o tempo do Mike Harris, o que se vê – ajuntaram-se e os serviços que prestavam começaram a desaparecer ou serem pagos, o chamado imposto indirecto. Os grandes Bancos também queriam fazer o mesmo mas levaram com o “calcanhar” do Governo Federal de Otava, que superintende aquela actividade (até quando estou para ver). Dizem que é para melhor servir o publico mas é exactamente o oposto e acabar com a concorrência e, não sendo necessário tirar um mestrado em economia numa universidade de nome, o certo é que posso afirmar, que os preços irão tal e qual como os foguetões – sobir. No que se refere aos departamentos do Governo, o caso é ainda mais grave pois estão, muitos deles a serem privatizados. Não acreditam? Vejam o que está acontecer com a saúde publica, com o Ministério dos Transportes (que privatizou uma autoestrada, a 407 e as sucursais do registo automóvel, etc e etc. Não acreditam ainda? As câmaras têm ou não privatizado a recolha do lixo? E qual o beneficio que os utentes receberam? Nada. Até piorou com a recolha do lixo, em Toronto, de 15 em 15 dias,tendo os habitantes que guardar a lixeira em casa (não sei se debaixo da cama ou no armário) com os maus cheiros e a barataria, rataria e mais bicharada que tudo isso causa. Antes desse amalgamento isso não acontecia. A saga da energia eléctrica é o que se vê com aumentos escandalosos anualmente após as privatizações, só escapando a Hydro One, mas cujos executivos quando se retiram ou se despedem recebem milhões de dolares por o...fazerem (esses milhões são nossos). Mas isto é história para outra próxima oportunidade. Finalizando creio, estou convencido que tudo isto, no caso dos nossos (Des)Governos não passa de mal disfarçados truques, mas bem orquestrados, para aumentarem as taxas e reduzir serviços e, ao mesmo tempo, carregarem com mais aumentos do imposto predial com as crises que os autarcas criam ou levantam todos os anos, com o short change, pondo as culpas ao (Des)Governo do Queen's Park. O certo é que nunca há dinheiro para os orçamentos apresentados não importando se é na educação, saúde ou para as câmaras municipais. Agora como um pacato contribuinte pergunto: onde está o dinheiro, ou para onde foi, dos impostos que pagamos ao (Des)Governo? Todos os anos é a mesma saga de choradeira desenfreada pondo as culpas uns nos outros pois as câmaras dizem que é “malandrice” da Província do Ontário e esta, com o seu Premier, apontando o dedo ao Primeiro Ministro de Otava. Até já cheira mal toda esta sinfonia tal e qual como as bostas nas pastagens com moscas, escaravelhos e tudo. Parece que andam a brincar cá ca (é cá com... e não caca) malta. Fazem-nos de entupidos ou de parolos e possivelmente ainda se riem ou gozam à brava com estas autênticas fantochadas. É por estas e outras que cada vez vai menos gente votar. É o descrédito nos nossos políticos que nos parlamentos servem apenas os interesses dos seus partidos que são, por sua vez, manipulados pelos lobbies das grandes companhias privadas. O Zé Povinho, como lá dizia o saudoso Rafael Bordalo Pinheiro, que se LIXE e que carregue a albarda até ao palheiro. Tempos atrás li um artigo onde se afirmava que as grandes empresas pagavam menos impostos ao estado e as famílias a pagar mais. Isto é mesmo a história do Robin dos Bosques às avessas. Como o capital com a globalização é volátil, isto é hoje está no Canadá e amanhã houver outro país que lhes aplique menos impostos, este de certeza absoluta que faz os lobbies e chantagem e os Governos, para os agradar e aos cativar...carrega na malta e deixo-os descansados. Inclusive há grandes firmas que recebem incentivos dos (Des)Governos para não encerrarem as fábricas e irem para países do terceiro mundo onde se pagam salários de fome, não protecção social, inexistência de reformas, de protecção ao meio ambiente, ausência ou pouco mais de sindicatos de trabalhadores, de leis de segurança contra sinistros no trabalho e muitos outros factores que levam essas grandes empresas a não querer investir em países como o Canadá e sim nesses países com leis inapropriadas para defesa do que acima apontamos. O caricato desta situação é que por vezes os países como o Canadá e outros dos chamados democráticos e potências industriais após ajudarem essas companhias monetariamente ou lhes facilitar a vida com reduções ou eliminação substancial nos imposto vão, no final, encerrar mesmo essas unidades e abalarem para esses países onde todas as leis são espezinhadas mesmo a dos Direitos Humanos. No meu ver só há uma maneira de se remar contra a maré. É a nossa participação no votar pois ela é a nossa VOZ, a voz do POVO. Devemos estar bem informados de todos os sectores da vida publica e os males que nos afligem. Vamos para de futebol que não dá pão a ninguém excepto aos jogadores e treinadores. Vamos olhar para tudo aquilo que nos rodeia. Não é só do trabalho que o cidadão vive mas sim de tudo aquilo que nos rodeia. Devemos memorizar os discursos dos políticos que nos MENTEM a cada passo ou que OLVIDAM as promessas eleitorais e ainda fazem ESCÁRNIO nos ecrãs dos televisores ou nos matutinos. Para eles, os políticos, somos os COITADINHOS e que até devíamos ajoelharmos e beijar-lhes a mão ou a bunda pela CODEA de pão bolorento que nos atiram como se fossemos RATAZANAS de sarjeta pelo facto de os termos como nossos protectores. Basta senhores políticos. Deixem de nos MENTIR durante o tempo que nos servem nesses parlamentos ou de GOZAR durante as campanhas eleitorais que deviam ser transparentes e honestas. E para terminar gostaria de pedir, mais relembrar, a esses senhores que nos (des)governam, que eles foram eleitos para nos representar e não para fazerem o que lhes dá na real gana. São, ao fim e ao cabo, serventes publico, embora nas funções de administradores e não estão ali para SERVIR, somente, as grandes empresas, as multinacionais e os investidores de capital por atacado. Assina J. DeSousa


Mensagem:  1611
Data:  3/1/2007 11:10:03 AM
Nome:  jJ.Chaves
País:  CANADA
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E a primeira vez que eu escrevo neste espaco e desculpem a pontuacao. Eu sou um principiante em computadores e este meu nao esta munido para tal.Ontem a'volta das 11p ,nas Asas do Atlantico ouvi um fado da Amalia quando ela tinha regressado do Brasil,eu penso nos anos 50's,O fado era o QUE DEUS ME PERDOE..Que lindo fado,que linda voz.Isto leva-me a crer ou a pensar "E o fado que nasce com a pessoa ou e'a pessoa que nasce para o fado" Quando eu era moco de tenra idade,adorava ir a'praca da minha cidade ouvir aqueles fados dos folhetos que deixavam o Ze Povinho a chorar.Ir a' porta da Taverna da Gestrudes ouvir aqueles fadistas que ja tinham um copo a mais e ouvir as pessoas que passavam dizer:Coitadinha o que aquela desgracada passou (Como esses fados eram cantados as portas das tabernas ou nas ruas que eram de calcada:talvez a nossa expressao "Ate faz chorar as pedras da calcada" Nao estou a fazer a comparacao da Amalia com o fadista da rua embora o comeco dela no fado fosse algo identico Aprecio muito estes fadistas modernos mas... O fado tornou-se moderno Ja'nao se canta em tabernas Ja' deixou de ter aquele ar terno Suas letras ja' nao sao ternas Ja' nao comove os seus amantes Ja' nao choram suas guitarras O fado nao e' como antes Tristezas,boemias e farras E'cantado em casas finas Artistas finos sem artes Sem artes pra ser fadistas Vestem-se todos janotas Ao fado trocam as notas E assim la' dao nas vistas O fado,fado O meu fado do passado Agarra a tua guitarra E vem comigo... Eu visto a velha samarra E a esse fado moderno E a estes fadistas modernos Nos cantamos-lhes,um fado antigo ANDAVA A POBREZINHA DESGRACADA A PEDIR PRA FILHITA ESBERCULOSA O MALANDRO DO PADRASTO NAO TRABALHAVA...! Alegrias e tristezas da nossa terra com saudades J.Chaves


Mensagem:  1610
Data:  2/28/2007 10:43:55 PM
Nome:  A. Borges
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Há muito que me desliguei deste Portal por razões pessoais e à falta de democracia que, meses atrás, eramos sujeitos pela eliminação de textos que chocassem com as directrizes talvez emanadas da administração ou de quem orienta este jornal virtual. No entanto continuei a visitar-vos para estar "up-dated", é assim que se diz por estas terras do Canadá, e saber o que anda por aí a fermentar. Ao que parece está mais "democratizado" e já vem à "luz" muita coisa que até então só se sabia por boatos ou com contactos por detrás dos bastidores. Assim vou começar a comentar, quando achar oportuno, para ajudar a "desinfectar" a nossa comunidade que bem precisa usando esfregões de arame, piaçás farfalhudos à mistura com muita potassa e ácido bromídrico. Talvez se consiga, assim, de uma vez para sempre, limpar as "nódoas" que nos envergonham.


Mensagem:  1608
Data:  2/20/2007 10:01:01 PM
Nome:  Elaine
País:  Brasil
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HUMOR





Mensagem:  1602
Data:  2/16/2007 1:25:49 AM
Nome:  Carlos Silva
País:  Canada
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DIA DE SÃO VALENTIM

Quem havia de dizer, que esta noite de São Valentim, seria muito especial para mim.
Depois de ter recebido, e:mails muito bonitos sobre este dia, um deles muito tocante foi o do Mano Belmonte, sempre muito gentil nos dias especiais do ano. Sabe sempre encontrar maneira de agradar aos seus Amigos, e é tão bonito recebermos boas palavras escritas ou faladas de quem nos quer bem.
Nesta noite, fui parar ao restaurante Estrela do Mar, e fui encontrar A D. Maria, pessoa que conheço há muitos anos, e agora está à frente deste restaurante, a quem ela com a sua maneira de saber receber, acolhe quem a visita, com requinte e amabilidade.
O jantar muito diversificado, com uma boa ementa e lista de vinhos que apraz registar de muito boa qualidade, e tenho a certeza de que todos os presentes, ficaram satisfeitos.
A sala estava completamente cheia, não havia lugares vagos.
O serviço foi excelente, pessoal muito prestável a atencioso.
O Helder Oliveira, encarregou-se do som, e cantou e encantou os presentes, e se não lhe cortassemos a corda, ainda a esta hora o estariamos a escutar, pois que o Helder não se cansa e sabe entreter bem.
Com mais vagar tenho de encontrar no seu espectáculo de karaoke às sextas feiras e sábados, no Ti. Carlos da St. Clair.
Com grande surpresa minha, fui encontrar o Julio do Trio Odemira, a abrilhantar esta noite de São Valentim, desta vez a solo, mas como sempre a encantar os presentes, que não deixaram de o aplaudir.
Este grande senhor da canção, conheci-o em Montreal há muitos anos atrás, e pouco depois do 25 de Abril, numa visita a Portugal, encontrei-o a cantar e a explorar o ‘Timpanas’ um restaurante de fados, no bairro de Alcantara.
Essa noite ficou-me na memória para sempre, pela forma como fui recebido e tratado, depois de passados muitos anos entre Montreal e depois Lisboa.
E, agora sem saber o Julio, reconheceu-me, veio à minha mesa onde me emcontrava com a minha mulher e os Amigos Joe Furtado e Isabel Amaro da AMAR FLOWERS, O Luis e Inês Jerónimo do Classic photography patrocinos da organização Venus Creations.

Fui um bom momento de recordar factos passados. E saber que as boas amizades preduram para sempre.
Obrigado Julio, pela tua compostura e maneira de ser.



Mensagem:  1598
Data:  2/15/2007 1:54:45 PM
Nome:  andreia felix
País:  portugual
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oi!!!!!!!!!!!!!!eu nao sei onde se vota mas voto aki!!!!!!!VOTO EM JULIA SANTOS....ela e uma senhora 5*.bjx julia.depois manda-me um mail a dizer kem ganhou.bjs


Mensagem:  1597
Data:  2/13/2007 9:02:51 PM
Nome:  J. De Sousa
País:  Canadá
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Só faltava esta de um, possivelmente, cinco réis de gente, armado em cavaleiro andante na defesa da moralidade deste portal. Estou-me a referir a um tal António Ribeiro da Silva, que lançou um escrito contra a minha pessoa e quase difamatório, chamando-me ordinário. Ora esse defensor das políticas do actual Governo Português, possivelmente um mal disfarçado militante do Partido Socialista, veio, de espada desembainhada, no meio duma sua crise hemorroidal, latir para aquilo que opino. Será que estamos na presença de outro pequeno ditador, do tipo quarter pound, e do mesmo quilate que, infelizmente, temos às carradas no nosso meio? Não será esse individuo o tal que em vez de berrar para o boss, consorte, sogra, periquito ou arara vem, em vez disso fazê-lo, com a caneta, contra a minha pessoa? Será alguma táctica de diversão para desviar as atenções das suas frustrações (que não devem ser poucas)? Não me quero alongar muito mas mais uma vez estamos na presença de pessoas que gostam muito de meter o nariz na vida dos outros tal e a tirar o sossego a quem precisa. Penso que devem ser mandatados por outros lá no poleiro, e agem como se fossem bonecos sem vontade própria, isto é, telecomandados.Pobre senhor (?) Ribeiro da Silva. Tenho comiseraçaõ da sua pessoa pois deve ser daqueles que, lá em casa, ninguém o respeita e até o cachorro lhe mija nas pernas e para se vingar, como não tem mais ninguém para o fazer, vai de sovar nos outros que nem conhece. É bem, com estas atitudes, um belo exemplo do eunuquismo. Vá mas é dar banho ao cachorro e deixe-me em paz. Ouviu?


Mensagem:  1594
Data:  2/11/2007 5:02:28 PM
Nome:  António Ribeiro da Silva
País:  Canada
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DIACHOS O LEVEM É esse colaborador do vosso site, um tal J.DeSousa ou Joaquim de Sousa, de Mississauga, que apresenta teorias contraditórios e confusas. Só sabe dar pancadaria no Partido Socialista pelo que deve ser seguidor das teorias do PSD ou do Partido Popular estando, pela minha observação aos seus textos, muito menos inclinado para o comunismo ou ainda mais à esquerda. Não compreendi ainda o que aquele senhor nos quer dizer com os textos que vos manda. Tem alguma fobia ou não gosta de algum dos governantes de Portugal? Ou será ser seguidor incondicional das políticas do Ayatola madeirense, o Alberto João Jardim? Será que anda a ler muitos livros de ficção ciêntifica e vê em todos os lados extra-terrestres principalmente na Assembleia da República, em Lisboa? Ou será que está nalguma depressão nervosa e em vez de insultar o boss, a consorte, a sogra ou o periquito, no emprego ou lá em casa, toca sim de zurzir nos socialistas e isto é um caso sério clinico, o da perseguição, pois vê inimigos não importando para onde está virado. Depois é que a linguagem não é a mais apropriada, pelo menos para ser divulgada publicamente pelo que penso que já ultrapassou o lumiar da decência estando neste momento inserido na ordinarice. Pare com essa besteira senhor Joaquim ou J. DeSousa ou lá como se chama. Tenha respeito e vergomha nessa fronha. Este site não é exclusiva propriedade do senhor mas sim de milhares de visitantes que entram semanalmente. Se não parar nesse tipo de escritos então sou obrigado a dizer-lhe, como se diz lá no norte de Portugal: Diachos o levem.


 
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