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Mensagem:  511
Data:  10/4/2004 7:53:55 PM
Nome:  JOÃO LEDO
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Foi com muito prazer que pôs aqui o artigo desta senhora (ESPANHOLA) que até se considera muita (PORTUGUESA), como é tão saudável ver-se como ela deve ser bem feliz, pela maneira como fala do marido que é (PORTUGUÊS). Mas no seu artigo reparei que ela menciona que se houvesse um referendo em (OLIVENÇA) eles votariam para serem (ESPANHÓIS), pudera se depois de 2002 anos eles não tivessem feito nada para ganharem a simpatia do povo, sendo até que aboliram a nossa língua tornando-a ilegal. Também vem agora a propósito o problema (GIBRALTINO) em que já houve 2 referendos que resultaram numa maioria esmagadora em favor da continuidade dos (INGLESES) no território. Mas isso nunca esfriou os ânimos dos nossos vizinhos que com a sua presistência até já conseguiram com que a “INGLATERRA” iniciasse conversações com eles, para tentarem uma resolução do problema deste território, e nós andamos sempre a ver a banda passar há 2002 anos, é por isso ainda não conseguimos chegar a parte alguma porque ninguém se importa. Eu acho que é altura de nós (PORTUGUESES) acordar-mos e analisar o que realmente se está a passar, e no fim darmos nosso total apoio a este delicado problema que a todos nós afecta, é nestas alturas que temos que mostrar que ainda temos garra e muita força de vontade para recuperar-mos o que nos pertence. Por favor leiam os comentários que têm saido sobre este assunto e adiram ao que se está a tentar fazer em prol desta justíssima causa de usurpação dos direitos humanos num território que legalmente nos pretence. Os vossos comentários a este assunto são importantíssimos porque assim poderemos saber do (vosso interesse ou não) e se vale a pena tentar-mos reaver o que é nosso. Aqui vai o web site dos “AMIGOS DE OLIVENÇA”. (www.olivenca.org). João Ledo


Mensagem:  510
Data:  10/4/2004 3:39:32 PM
Nome:  JOÃO LEDO
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(ESCRITO POR): GLORIA RODRIGUEZ GALVAN OLIVENÇA E AS SUAS ORIGENS. Perante as ofensas que têm sido feitas a Espanha nos últimos tempos, por causa de Olivença, não posso deixar de manifestar me e deste modo tirar algumas dúvidas, esclarecendo alguns pontos sobre as origens de Olivença, uma vila a uns 22km de Badajoz (a minha terra Natal), que tantas polémicas e controvérsias tem suscitado neste como noutros jornais do "nosso país", digo nosso país entre aspas porque como espanhola que sou de nascimento, por afinidade Portugal também é meu país ao casar me com um português e adquirir por esse motivo a nacionalidade portuguesa. Desde pequena que muitas vezes fui a Olivença onde moravam os meus padrinhos e primos, sendo o meu padrinho descendente de família portuguesa muito abastada, além de que os meus avós maternos e família moraram vários anos em Olivença, até que se mudaram para Badajoz onde eu nasci, tão perto da fronteira portuguesa. Oh Elvas, Elvas, Badajoz à vista... Por tal motivo, cresci num ambiente muito peculiar entre Espanha e Portugal, considerando me, nada melhor dito, uma mulher puramente ibérica. Os meus conhecimentos sobre Olivença, tendo em conta as suas origens, remontam à época pré romana, sendo posteriormente ocupada pelos muçulmanos, pelos vestígios que por todo o sul da península deixaram. No entanto, os primeiros documentos assinalam que os templários arrebataram o território aos muçulmanos. Fontes históricas indicam que pertenceu a Castela, por um antigo enclave que ali tinha existido denominado pela tradição Vila Velha e que posteriormente resultou arrasada durante a guerra entre mouros e cristãos. Então, a Ordem dos Templários edificou uma igreja e um castelo, assim como outras construções que fizeram de Olivença uma pequena povoação. São estes os documentos mais antigos que apareceram conhecidos pela Olivença actual. Outros documentos que apareceram posteriormente indicam que Olivença era um aldeia do município de Badajoz e que foi arrebatada pelos templários aos que Afonso IX havia premiado com o enclave de AIconchel, ao sul de Olivença. A partir do século XIII, esta povoação pertenceu alternativamente a Espanha e Portugal. No entanto, no aspecto eclesiástico, a sua conexão com a diocese de Badajoz nunca chegou a romper se. Em 1297, pelo Tratado de Alcanices, de facto, passa Olivença para Portugal, sendo o rei D. Dinis que a dotou de numerosos privilégios, mandando erigir o seu castelo e muralhas, acrescentando D. João II uma Torre de Menagem no recinto do castelo, mas foi com D. Manue I que, nos séculos XIV e XV, esta vila experimentou um notável desenvolvimento, considerando se o seu reinado a época de maior esplendor pelas obras de arte ali construídas como o Palácio de Cadaval, Ponte de Ajuda e a Igreja da Magdalena, uma verdadeira jóia de arte de estilo manuelino. Durante o século XVII, sofreu Olivença uma série de ataques devido à sua posição estratégica, passando de novo para Portugal, voltando para Espanha conquistada pelo duque S. Germán, passando posteriormente para Portugal em 1688 pelo Tratado de Lisboa, permanecendo assim as fronteiras já estabelecidas em 1640. A data chave na história de Olivença e que daria a seculares reivindicações portuguesas é em 1801, a raiz da chamada “Guerra das Laranjas". Após vários conflitos e uma série de hostilidades entre os dois países ibéricos, Olivença volta a Espanha pelo Tratado de Badajoz, o qual foi declarado nulo pelo regente D. João em 1808. Então começou a luta diplomática dirigida pelo duque de Palmela que pretendia um reconhecimento da soberania portuguesa sobre este território ao Conselho de Regência que governava em nome do monarca exilado D. Fernando VIl, concertando um tratado com os portugueses em 1810, pelo que se comprometia restituir Olivença a Portugal, mas, entretanto, em 1811, Olivença seria ocupada pelas tropas francesas na Guerra da Independência e, finalmente, quando Badajoz foi libertada em 1812, os exércitos franceses foram desalojados da Estremadura espanhola ao mesmo tempo que Olivença foi entregue a Espanha com a oposição de Portugal. Pelo Tratado de Paris em 1814 originaram se novas reivindicações portuguesas e anularam se todos os acordos e conquistas efectuadas por Napoleão, entre eles o Tratado de Badajoz de 1801. Pouco depois o Congresso de Viena art°105 ordenou a restituição de Olivença a Portugal, no entanto, esta não chegou a produzir se. Entretanto Portugal continuou a desenvolver uma importante actividade diplomática neste sentido. Com a morte do duque de Palmela fecha se um capítulo importante nas reivindicações portuguesas que não se efectuaram até ao século XX com a constituição de um "reduzido número de amigos de Olivença". Sobre esta questão acho que deveria haver um acordo civilizado por parte dos governantes de ambos os países e haver um referendo, pois é importante saber a opinião dos habitantes de Olivença que, pelo que vi, faz pouco tempo na televisão portuguesa, quando os Reis de Espanha estiveram de visita a Portugal, aproveitando tal evento para fazer um inquérito aos oliventinos e na sua totalidade queriam ser espanhóis. Por tudo o explícito, acho que ficam mais ou menos esclarecidas as origens de Olivença, mais com o reaccionismo por parte de alguns portugueses nas situações retrógradas e ofensivas a Espanha, devo acrescentar as expressões de Miguel Sousa Tavares: "O mal do nacionalismo deslocado não é só ridículo, mas sim contraproducente, porque perde se nos ultrajes aos símbolos da independência frente a Castela, enquanto deixamos passar, de facto, o que é essencial e contencioso nas nossas relações com Espanha, e acrescenta: "Ilustra uma das piores facetas dos portugueses num nacionalismo espúrio, parolo e deslocado". Face a tudo o exposto, sendo eu espanhola, nascida na Estremadura, terras de grandes conquistadores como Hernán Cortês, Francisco Pizarro, Basco Núnez de Balboa e outros, herdei também no meu sangue o espírito pelas conquistas, mas ao contrário dos meus antepassados que conquistavam terras, nós, espanholas, conquistamos corações, pelo que tive a sorte de conquistar o coração de um português que vale mais do que todas as terras deste mundo. E, pelo que a mim se refere, ele conquistou me sabendo que, como espanhola, sou como um pára ventos" por causa daqueles "temidos e maus ventos que vêm da ambiciosa, conquistadora e arrogante Espanha..." (www.olivenca.org).


Mensagem:  509
Data:  10/4/2004 3:06:58 PM
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20 de Maio de 2002 marca, para a posteridade, a independência de Timor Lorosae, no desfecho feliz de mais de duas décadas de ocupação, de morticínios e de massacres perpetrados pela Indonésia, aos quais os timorenses sempre souberam opor a sua coragem, determinação e desejo de liberdade. No mesmo dia em que do último território ultramarino português da Oceania nasce o mais novo Estado do século XXI, em Portugal, um dos mais antigos Estados do Mundo, cumprem-se 201 anos de ocupação estrangeira e de amputação territorial. Foi a 20 de Maio de 1801, que a Espanha ocupou Olivença, território que continua por devolver apesar do que subscreveu no Acto final do Congresso de Viena. Ao fechar-se o “Ciclo do Império” com a autodeterminação e independência das populações do ex-“Timor-Português” – poucos anos depois da entrega à República Popular da China do território de Macau – e agora que Portugal volta a reduzir-se (com a excepção dos Açores e da Madeira, incluindo as ilhas Selvagens...) à sua dimensão medieval, talvez fosse imperioso que Nós Portugueses aproveitássemos esta ocasião para iniciarmos uma profunda reflexão sobre o nosso Território e especialmente sobre a nossa própria Autodeterminação e Independência. Ironicamente, neste mesmo dia 20 de Maio em que Portugal, sem saudosismos coloniais mas antes com a alegria de ver nascer mais um Estado Lusófono, se despede da sua antiga província de Timor e em que, sem qualquer lembrança oficial nem consciência colectiva, passa mais um aniversário da invasão da irredenta terra oliventina, o Primeiro-Ministro espanhol está em Inglaterra a negociar o futuro de Gibraltar, tentando cumprir o objectivo definido há um ano de a Espanha e o Reino Unido alcançarem até ao Verão de 2002 um acordo de partilha de soberania sobre o Rochedo. Nesta introspecção, individual e colectiva, que aos Portugueses e ao Povo Português, se impõe – num momento em que o internacionalismo globalizante, o federalismo europeu, a iberização da Península Ibérica e a Hispanização do espaço da Língua Portuguesa nos lançam graves desafios, possivelmente letais... – talvez se possa começar exactamente por estas singelas mas não despiciendas questões: Por que razão a Espanha, reconhecendo embora a validade do Tratado de Utrech e a soberania inglesa sobre Gibraltar,continua a reivindicar o Rochedo, enquanto Portugal, que recusa a validade do Tratado de Badajoz e não reconhece a soberania espanhola sobre Olivença, nada faz para reivindicar este território? Por que motivos temos uma diplomacia que nos primeiros dez anos após a ocupação de Timor esteve completamente petrificada e era partidária da integração do território na Indonésia e que relativamente a Olivença se limita a estar cúmplice e cobardemente silenciosa e apenas se mexe para tentar obnubilar as acções que cidadãos portugueses e órgãos de comunicação social pretendam empreender na denúncia deste escândalo, quando, ao invés, vemos a diplomacia espanhola freneticamente agindo por todos os cantos do Mundo em defesa de uma parcela ínfima sobre a qual não tem direitos juridicamente válidos? O que explicará que os nossos dirigentes, independentemente dos partidos a que pertencem, em lugar de defenderem os interesses e os direitos nacionais pareçam ser meros agentes de países estrangeiros e especialmente da Espanha? O que justificará a triste realidade de a Espanha, nos últimos anos, ter ultrapassado fulgurantemente Portugal em quase todos os indicadores económicos-sociais e que o país vizinho se afirme cada vez mais como potência mundial de média grandeza, enquanto Portugal alterna entre a estagnação e o retrocesso, vivendo na mais vil etapa de apagamento e de anulação internacional da sua multissecular História? No dia em que oficialmente nasce Timor Lorosae, talvez fosse oportuno e conveniente olharmos para Portugal, País que – parecendo feliz ou resignado com o caminho que tem seguido, no sentido de se transformar numa simples região da Europa ou numa mera província da Espanha –, se nos afigura estar a morrer... Cuidado! Se não corrigirmos a nossa actuação, pode mesmo morrer... E de quem será a culpa?... Ao fim de quase nove séculos de existência, livre e independente, quer a nossa geração ser o carrasco de Portugal? Que Viva Timor! Mas que Viva, também, Portugal! POR: Mário Rodrigues (www.olivenca.org).


Mensagem:  508
Data:  10/3/2004 10:40:05 AM
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GAO (29-09-2004) XX Cimeira Luso-Espanhola Reunindo-se o Presidente do Governo de Espanha e o Primeiro Ministro de Portugal, no âmbito da XX Cimeira Luso-Espanhola, o Grupo dos Amigos de Olivença, torna público o seguinte: 1. A Questão de Olivença continua por resolver: Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre Olivença e considera o território, de jure, português. Designadamente, a Assembleia da República levou o assunto a discussão em Plenário, os Tribunais portugueses têm indicado que o conflito exige solução pela via diplomática e, facto inédito entre dois Estados europeus, não é reconhecida a fronteira nem estão fixados os limites entre os dois países, na zona, ao longo de dezenas de quilómetros. O assunto é tema na imprensa internacional e suscitou a atenção das chancelarias. Em Espanha, enquanto sectores político-diplomáticos autorizados associam a situação de Olivença aos casos de Gibraltar, Ceuta e Melilha, outros evidenciam incomodidade e nervosismo, tudo abundantemente reflectido na comunicação social. Também o actual Primeiro Ministro de Portugal, pouco antes de assumir o cargo, manifestou publicamente a sua simpatia pela reivindicação de Olivença e declarou que «há alguma incoerência nalgum esquecimento em relação aquela que é a história de Olivença». Inquestionavelmente, a Questão de Olivença está presente na realidade política Luso-Espanhola. 2. O Governo português, conforme o comando constitucional, tem, repetidamente, explicitado que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português». Se o anterior Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Martins da Cruz, reiterou que «temos um problema mas temos de o resolver», mais recentemente a então Senhora Ministra, Dra. Teresa Patrício Gouveia, veio explicitar que «o Governo português se mantém fiel à doutrina político-jurídica do Estado português relativa ao território de Olivença». 3. O litígio à volta da soberania de Olivença, propiciando, pela sua natureza, desconfiança e reserva entre os dois Estados, tem efeitos reais e negativos no seu relacionamento. Se o confronto se evidencia, aparentemente, em episódios «menores», também é certo que muitos dos atritos e dificuldades verificados em áreas relevantes da política bilateral têm causa na natural persistência da Questão de Olivença. 4. É escusado, é insustentável e é inadmissível, prosseguir na tentativa de esconder um problema desta magnitude. A existência política da Questão de Olivença e os prejuízos que traz ao relacionamento peninsular, impõem que a mesma seja tratada com natural frontalidade, isto é, que seja inscrita – sem subterfúgios – na agenda diplomática luso-espanhola. Não é razoável nem correcto o entendimento de que tal agendamento põe em causa as boas relações com entre Portugal e Espanha e prejudica outros interesses importantes. Uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos, ressentimentos e factos (mal) consumados. A hierarquia dos interesses em presença não se satisfaz com a artificial menorização da usurpação de Olivença. 5. As circunstâncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, verificando-se entre eles um clima de aproximação e colaboração em vastas áreas, são as mais favoráveis para que, sem inibições nem complexos, ambos os Estados assumam finalmente que é chegado o momento de colocar a Questão de Olivença na agenda diplomática peninsular e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional. 6. O Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 66 anos de esforços pela retrocessão do território, lança um desafio aos Governantes dos dois Estados para que, no respeito pela História, pela Cultura e pelo Direito, dêem início a conversações que conduzam à solução justa do litígio. O Grupo dos Amigos de Olivença, fazendo seus os anseios de tantos e tantos portugueses, apela ao Governo de Portugal para que, resolutamente, leve por diante a sustentação dos direitos de Portugal. O Grupo dos Amigos de Olivença dirige-se a todos os cidadãos e pede-lhes que, no pleno exercício dos seus direitos, se manifestem e tornem público o seu apoio à defesa da Olivença Portuguesa. Lisboa, 29 de Setembro de 2004. A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença Copyright © 2003 Grupo dos Amigos de Olivença Política de Privacidade. (www.olivenca.org).


Mensagem:  507
Data:  10/3/2004 10:35:28 AM
Nome:  Mariana
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Sr. Luis Àvila ainda não tive o prazer de conhecer o Sr. pessoalmente, mas gostaria de o ver mais vezes por aqui pois admiro muito a maneira como escreve. Também vivo nesta cidade e tal como o Sr. fui informada que nesse tal jornalinho tinha saído um artigo que diz. "Nesta comunidade só há cobardes". Concordo consigo, é preciso ter "lata e pouco juízo" e ainda digo mais como é possível que um jornal aceite para escrever pessoa tão ignorante."COBARDES"? COBARDES são esses que não mostram a cara e se escondem a trás das páginas de um jornalinho. Que falta de respeito falarem da "D. CONCEIÇÃO BAPTISTA" Uma Senhora que merece toda a nossa concederação pois tem trabalhado arduamente em pról da nossa comunidade prestando os seus seviços gratuítamente. Sinto-me um pouco decepcionada em termos na nossa comunidade pessoas que não sabem fazer mais nada que criticar os outros. Será que não existe por cá outro professorzinho que dê-a umas boas lições a este, é que ele está mesmo a precisar muito em especial a aprender a respeitar os outros. Também acabo de ler outro artigo que chama de "Cobardes aos nossos Governantes". Mas que falta de respeito que vai por aí. Escrevam sim, escrevam muito, mas respeitamos os outros como nós gostamos de ser respeitados e não se deixem cair no ridículo com ofenças e acusações .PALAVRAS DE MARIANA...


Mensagem:  506
Data:  10/2/2004 9:19:01 PM
Nome:  JOÃO LEDO
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Há dias recebi um e.mail do nosso bom amigo “SÉRGIO MOURATO” de (PORTUGAL) sobre os “AMIGOS DE OLIVENÇA”, que muito lhe agradeço, tocando-me imensamente no meu brio e orgulho “LUSITANO”, de tal maneira que hoje resolvi fazer algo para tentar que toda a comunidade esteja a par do grande crime que a “ESPANHA” está a cometer contra o nosso país há quase 200 anos, desde a ocupação da nossa bem (PORTUGUESA) terra de (OLIVENÇA), tão inglóriamente anexada pelos nossos (maus vizinhos) em 1801. Quando era miúdo ouvi falar dos “AMIGOS DE OLIVENÇA” mas como tudo naquela altura, as notícias sobre este assunto eram nenhumas porque não convinha aos nossos (cobardes governantes) que soubessemos do que realmente se passava, e também porque infelizmente para “PORTUGAL” nos últimos 200 anos nunca mais tivemos governantes com coragem para enfrentar os (ESPANHÓIS). Tudo começou em 1297 quando o (REI D.DINIZ) de “PORTUGAL” e (D. FERNANDO IV) de “CASTELA” assinaram o tratado de “ALCANIZES” em que reconheciam “OLIVENÇA” como território (PORTUGUÊS). Em 1801 aquando das invasões (FRANCESAS) “NAPOLEÓNICAS” a (FRANÇA) e a (ESPANHA) invadiram o nosso país tendo os nossos vizinhos anexado “OLIVENÇA” em 1815 quando as forças invasoras foram repelidas do nosso solo, no "CONGRESSO DE VIENA” foram assinados pelas potências mundiais daquela altura reconhecendo o direito de “PORTUGAL” ao território de “OLIVENÇA”, 2 anos mais tarde a 7 de Maio de 1817 a “ESPANHA” finalmente assina este tratado, reconhecendo o direito do nosso país ao seu antigo território, mas só se ficaram pelas assinaturas porque nunca deixaram "OLIVENÇA". Infelizmente os nossos governantes da altura e tão pouco os de agora denotando sempre uma cobardia crónica a todos os níveis, provando nunca estarem à altura dos nossos valorosos antepassados, mas eis que a (15 de Agosto de 1938), nasce a "SOCIEDADE PRÓ OLIVENÇA” fundada por grandes e bons (PORTUGUESES) como "VENTURA ABRANTES" (nascido em Olivença), "AMADEU RODRIGUES PIRES" e "FRANCISCO DE SOUSA LAMY" que tudo fizeram para que esta causa nunca morresse e persistisse sempre na memória e no coração de todos os (PORTUGUESES), a 26 de Novembro de 1945 passam a ter a designação actual de "AMIGOS DE OLIVENÇA" fazendo parte desta o (SAUDOSO GENERAL) "HUMBERTO DELGADO" nesta altura só era (TENENTE), e muitas outras ilustres personagens da altura. Em 1990 quando os 2 países pensaram fazer obras na “PONTE DA AJUDA” ponte esta que liga a cidade de “ELVAS” a “OLIVENÇA” o nosso país deixa que os “ESPANHÓIS” façam a recuperação da ponte, estratagema este por eles pensado, porque se tal acontecesse estariamos a reconhecer a soberania (ESPANHOLA) sobre o nosso território, mas felizmente os “AMIGOS DE OLIVENCA” sempre atentos às suas manobras sujas, resolvem interpor uma acção judicial contra os (nossos irmãos da ONÇA), para estes cessarem imediatamente todas as obras, o que tal veio a acontecer. Vem isto a propósito porque a “ESPANHA” reclama bem alto que “GIBRALTAR” lhes deve ser devolvida, quando sabem de antemão não terem direitos nenhum sobre este território, porque assinaram um tratado cedendo "GIBRALTAR" à “INGLATERRA”, ora vejam lá este território tem sómente (6 KMs. QUADRADOS) enquanto “OLIVENÇA” são (750 KMs. QUADRADOS) para eles um pequeno lugar tem grande valor, será que o nosso território que é só 125 vezes maior, não terá ainda maior valor para nós, ou será que já não se lembram do grande problema que têm com “MARROCOS” que pretende ver devolvida “CEUTA” e “MELILLA”. Enfim são maneiras de ser próprias pois só conseguem ver tudo para um só lado, como aliás tem sido sempre apanázio dos (amigos da onça que sempre foram). Ou será que já se esqueceram que nós fomos o país que acolheu de braços abertos a família real “ESPANHOLA” quando esta foi exilada, especialmente o actual rei de (ESPANHA) “JUAN CARLOS”. Senhores governantes “PORTUGUESES” por favor tenham honra, brio e muita coragem, lutem pelo que é muito nosso, porque é para isso que são legítimamente eleitos, acho que um dos pontos altos das próximas eleições em “PORTUGAL” deveriam focar mais o grave problema de “OLIVENÇA” e da sua resolução a curto prazo, porque (nuestros hermanos da onça) estão actualmente a negociar o problema de “GIBRALTAR” com a "INGLATERRA". Como podemos ter respeito por um país que tudo tem feito para que a nossa cultura e língua sejam esquecidas naquela (QUERIDA) parcela do território pátrio. Mas não conseguem porque enquanto existirem os “AMIGOS DE OLIVENÇA” (BEM HAJAM), tal nunca acontecerá, mas prometo sempre trazer à baila este assunto, para que todos nós aqui possamos ser aférrimos defensores do que é muito nosso, e tenhamos sempre orgulho do nosso (QUERIDO PORTUGAL). Desculpem este comentário ser bem longo mas é que este assunto amonta de vital importãncia para todos nós “PORTUGUESES”. Seria muito importante que todos entrassem no web site dos "AMIGOS DE OLIVENÇA" para melhor se inteirarem mais permenorizadamente de todos os acontecimentos, e darem o seu total e inconfundível apoio a esta causa tão patriótica. Façam com que esta notícia se propague por todo o mundo para nos apoiarem, fazendo coro dos nossos protestos contra esta infame usurpação dos direitos humanos, mandem cartas para os governantes em "PORTUGAL" para que façam grande pressão junto do governo (Espanhol). Enfim façamos desta mensagem como que um incêndio propagando-o sempre muito mais, e assim podermos dar um maior contributo, é no mínimo o nosso sagrado dever. Consultem urgentemente este site por favor, agradecia reconhecidamente que mandassem muitos comentários sobre este tema, para tomarmos pulso de que esta mensagem foi acatada, e tenhamos sempre muito orgulho em ajudar-mos esta nobre causa. A "ALIANÇA DOS CLUBES" como entidade máxima dos clubes, devia apoiar esta iniciativa e abraçar condignamente esta ideia, pois estou certo de que o farão de coração aberto (www.olivenca.org). João Ledo.


Mensagem:  505
Data:  10/2/2004 7:18:43 PM
Nome:  Luis Abel Ávila
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Caros amigos: Até parece que só recorro á caneta (neste caso, teclado electrónico)quando há polémicas ou confusão por aqui, mas na verdade recorro sempre que me apetece, pois sou sr. da minha vontade e quem não deve não teme! Foi há poucos dias, que um amigo me informou que um "jornalinho", que se faz por aqui, entendeu atacar a nossa boa gente, chamando-nos todos "uns cobardes". Olha que é preciso mesmo ter "lata" e pouco juizo!!! Que espera essa gente, do dito "jornalinho", arranjar com essa atitude pouco apropriada? Se "são todos uns cobardes, nesta comunidade", como vão "eles" fazer para viver, progredir e aprender? Por acaso "eles" não fazem parte também da mesma comunidade? Que arrogância...ou antes direi; que falta de inteligência! Tenho notado que, todas as semanas, os "ataques" são maiores, não há respeito por ninguém e "eles", os grandes conhecedores do Mundo, vão iventando, misturando, maldizendo... e rebaixando, a eles próprios! Porque é verdade, como pode gente dessa ser respeitada, se não respeita ninguém! Essa de fazer críticas a pessoas e boicotes a Clubes, é uma cena triste mas a de chamar "cobarde", a todos nós, é um desespero... já em agonia! Só tenho pena é que algumas pessoas, por quem tenho o maior respeito, sejam colaboradores dessa "porcaria" a que "eles" com estupidez sem medida, chamam jornal! Considero o ataque directo á minha pessoa, pois vivo aqui, trabalho e participo e não quero ser chamado de cobarde, por quem não merece o minimo respeito desta comunidade!!! Amigos da Venus Creations, o ditado de que "os cães ladram e a caravana passa", é muito acertado mas eu contradigo; a caravana passa, mas os cães, temos que os pôr a ladrar menos!!! Com todo o respeito, para quem tem respeito por mim, Luis Ávila


Mensagem:  504
Data:  10/2/2004 6:42:50 PM
Nome:  Carlos Silva
País:  Canada
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Faleceu hoje pela manhã no Hospital Universitário de Coimbra, onde tinha entrado na última terça-feira, o consagrado e bem conhecido apresentador e locutor, FIALHO GOUVEIA. Abandonado pela nossa RTP há longo tempo, este extraordinário benfiquista pelo coração, foi um expõente das nossas actividades recreativas, trabalhando no ZIP ZIP, com Carlos Cruz e Raul Solnado, e em muitos outros programas, com muita classe, passou mais de 30 anos na Televisão. Vai, agora seguramente a RTP homenageá-lo, mas já é tarde. Fez de tudo um pouco na Rádio e Televisão, foi um dos protagonistas no 25 de Abril de 1974, e ainda há pouco tempo, foi o apresentador na inauguração do novo Estádio do Benfica. O mínimo que o Benfica amanhã pode fazer em Guimarães, é dar 1 minuto de silêncio em MEMÓRIA do GRANDE HOMEM E BENFIQUISTA que foi FIALHO GOUVEIA... "PÁZ Á SUA ALMA".


Mensagem:  503
Data:  10/1/2004 9:05:14 PM
Nome:   AVELINO TEIXEIRA
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Gostaram da repetição?, pois não vão pagar nada mais por isso. Ai como vai a minha cabecinha!... Creio que não foio computador mas sim a minha ignorância. Que me desculpem?!...


Mensagem:  502
Data:  10/1/2004 8:54:21 PM
Nome:   AVELINO TEIXEIRA
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Disque 90+# e através da conta telefónica do seu amigo poupará dinheiro!... Neste mundo em que vivemos, ao qual alguem chama de "MEGABUKS" e com muita razão, pois o que interessa é ganhar-se dinheiro e não importa como, cada vez se está tornando mais dificil de nos livrarmos dos mal intencionados, que sem quaisquer escrúpulos procuram enganarnos e defraudarnos. Há dois dias passados o meu filho enviou-me um e-mail avisando-me que um sujeito fazendo-se passar por um técnico da companhia de telecomunicações de nome AT&T o havia chamado pelo telefone, dizendo-lhe que precisava de fazer um teste na linha dele, e que para isso era necessário que o meu filho discasse 90 e #. Claro que afortunadamente o meu filho recusou-se, baixou o oscultador e depois chamou a Bell Canada para lhes relatar o ocorrido. A Bell Canada respondeu-lhe que ao discar 90 e # automaticamente dava, ao indivíduo do outro lado, acesso à sua linha e que este poderia fazer todas as chamadas que quisesse, inclusivé as de longa distância na sua conta telefónica. Disse ainda que o meu filho avisasse toda a sua família e amigos para se precaverem deste fraudulento acto. E eu pergunto; será que a Bell Canada não tem a responsabilidade de aconselhar os seus clientes sobre estas possíveis situações?!. Ou será que os próprios funcionários andam metidos neste jogo do MEGABUK?!... Ai este Mundo!... Como vai ser isto?... Disque 90+# e através da conta telefónica do seu amigo poupará dinheiro!... Neste mundo em que vivemos, ao qual alguem chama de "MEGABUKS" e com muita razão, pois o que interessa é ganhar-se dinheiro e não importa como, cada vez se está tornando mais dificil de nos livrarmos dos mal intencionados, que sem quaisquer escrúpulos procuram enganarnos e defraudarnos. Há dois dias passados o meu filho enviou-me um e-mail avisando-me que um sujeito fazendo-se passar por um técnico da companhia de telecomunicações de nome AT&T o havia chamado pelo telefone, dizendo-lhe que precisava de fazer um teste na linha dele, e que para isso era necessário que o meu filho discasse 90 e #. Claro que afortunadamente o meu filho recusou-se, baixou o oscultador e depois chamou a Bell Canada para lhes relatar o ocorrido. A Bell Canada respondeu-lhe que ao discar 90 e # automaticamente dava, ao indivíduo do outro lado, acesso à sua linha e que este poderia fazer todas as chamadas que quisesse, inclusivé as de longa distância na sua conta telefónica. Disse ainda que o meu filho avisasse toda a sua família e amigos para se precaverem deste fraudulento acto. E eu pergunto; será que a Bell Canada não tem a responsabilidade de aconselhar os seus clientes sobre estas possíveis situações?!. Ou será que os próprios funcionários andam metidos neste jogo do MEGABUK?!... Ai este Mundo!... Como vai ser isto?...


 
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