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Mensagem:  537
Data:  10/13/2004 3:59:46 PM
Nome:  JOÃO LEDO
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Foi com enorme prazer que verifiquei que algumas pessoas resolveram e muito bem dar a sua opinião sobre o problema tão delicado de “OLIVENÇA” quero dar-lhes os meus parabêns pela coragem que tiveram. Embora tivessem diferido muito uma da outra, mas é sinal que a pouco e pouco as pessoas se vão apercebendo do que realmente se trata. Sr. “JOÃO SANTOS” embora a sua ideia seja totalmente diferente da minha, mas sinceramente a respeito, não sei se já reparou que temos muitas outras coisas interessantes no site que lhe podem interessar e até falamos bastante sobre o “AMOR DE ARTISTA” deste ano no “COMUNICADO DA SEMANA” que escrevo todos os Sábados e tantos outros artigos que o senhor lê no nosso MÉRITO AO “MÉRITO”. Foi também com enorme prazer que li o comentário da nossa boa amiga “CONCEIÇÃO BAPTISTA” que como sempre gosta de dar a sua muito apreciada opinião, e afirma que será uma leitora atenta dos acontecimentos sobre “OLIVENÇA”. Uma coisa reparo é que muitas pessoas não dão a sua opinião, porque não estão a par do que realmente se passa e é por isso que eu de vez em quando publico recortes dos jornais para que as pessoas leiam e comecem a interessar-se, e inteirarem-se de que isto não é algo inventado por mim, mas sim são acontecimentos históricos, e não só de música e artistas vive o homem, a política quer queira ou não faz parte do quotidiano das pessoas, directa ou indirectamente. Como já mencionei em comentários anteriores continuem a mandar vossos comentários, até mesmo que não concordem, porque é mesmo muito salutar e sadio tentarmos esclarecer as pessoas. A título de curiosidade sabiam que “OLIVENÇA” tem (750 km2) e que é maior do que a ilha de (S.MIGUEL) “AÇORES” que só tem (746, 82 km2), o que no meu entender é um pedaço de terra bem grande e muito (PORTUGUESA). João Ledo


Mensagem:  536
Data:  10/12/2004 10:57:57 PM
Nome:  Joao Santos
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Gosto de passar por aqui ainda so deixei dois comentarios. Sempre venho aqui para saber algo da VENUS CREATIONS do AMOR DE ARTISTA gosto do intrigas MERITO A MERITO etc etc etc.Tenho verificado que ultimamente a VC esta mais virada para a politica aqui deixo uma pergunta porque? Pelo que verifico nao vejo que aja alguem que se interesse muito no assunto pois nem sequer se dao ao trabalho de responder. Agora nao seria muito melhor que a VC divulga-se mais o grande evento que estao para fazer ou seja divulgar mais o AMOR DE ARTISTA porque o que se le aqui sobre OLIVENÇA sao copias que ja sairam em jornais, ou entao quem tiver muito interesse no assunto vai ao site dos amigos de OLIVENÇA. Deixem-se de politicas e divulguem sim o AMOR DE ARTISTA para nao deixarem tambem passar para as maos de outros aquilo que tanto vos custou a construir. Um Cidadao Portugues


Mensagem:  535
Data:  10/12/2004 8:10:23 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
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"O DIA" Director: Silva Resende Diário - N.º 2563 - Sexta, 21 de Julho de 2000 "CARLOS GOMES" Olivença portuguesa é colónia de Espanha Constitui um princípio aceite presentemente por todas as nações do mundo civilizado de que o colonialismo constitui uma realidade que deve definitivamente ser varrida da face da terra. Pese embora as circunstâncias em que por vezes o mesmo foi aplicado, tal princípio tem determinado ao longo das últimas décadas o aparecimento de novas nações sobretudo em África e na Ásia, mas também a devolução a países soberanos de territórios que se encontravam sob o domínio e a administração de antigas potências coloniais, como sucedeu recentemente em relação a Hong Kong por parte do Reino Unido e do território de Macau, Taipa e Coloane por parte do Estado português. Apesar da maior parte das potências europeias ter vindo a cessar a sua colonização noutros continentes, continuam por resolver flagrantes situações coloniais dentro da própria Europa. E, é valendo-se precisamente desses argumentos que a Espanha tem vindo de forma insistente a reclamar nomeadamente junto da Organização das Nações Unidas a devolução do rochedo de Gibraltar por parte do Reino Unido. Sucede precisamente que, invocando os mesmos princípios que alega o país vizinho, Portugal reclama a retrocessão do território português de Olivença, colocando-se desse modo termo a uma clara situação de colonialismo dentro da própria Península Ibérica. É de igual modo um princípio geralmente aceite e consagrado no direito internacional o direito que assiste à integridade territorial dos Estados, bem assim como reconhecimento de que o tempo não legitima a usurpação. Ora, tratando-se a situação actual do território português de Olivença sob colonização espanhola a consequência directa de uma agressão militar por parte do país vizinho ocorrida há duzentos anos, facto que a própria Espanha formalmente reconheceu ao subscrever o Tratado de Viena de 1815, aceitando "... a justiça das reclamações formuladas por Sua Alteza, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os territórios cedidos à Espanha pelo Tratado de Badajoz de 1801", comprometendo-se inclusive a efectuar "os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectue a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal" o que deveria "ter lugar o mais brevemente possível". Como se constata, os argumentos que a Espanha invoca para recuperar o Rochedo de Gibraltar contrastam de forma flagrante com as suas posições em relação a Ceuta, Melilla e ao território português de Olivença. Portanto, o problema por resolver do litígio fronteiriço de Olivença possui um surpreendente paralelo com a questão de Gibraltar, diferindo apenas quanto ao facto de, ao contrário deste último, Olivença ter sido reconhecida como território português pelos mais variados tratados internacionais assinados pela própria Espanha. Situado no extremo Sul da Península Ibérica, o Rochedo de Gibraltar é um pequeno enclave de apenas 6 quilómetros quadrados que, pelo Tratado de Utrecht celebrado em 1714, a Espanha cedeu ao Reino Unido, mantendo-se até ao presente sob a soberania da coroa britânica. Em 1967, a população gibraltina foi chamada a referendo, tendo pronunciado-se por esmagadora maioria - 12138 votos contra 44!! - a favor da sua permanência sob a soberania do Reino Unido. Não obstante e apesar do seu reconhecimento da validade daquele tratado, a Espanha não se conforma e reclama junto da Organização das Nações Unidas a devolução desse território, tendo recentemente encetado negociações com o Reino Unido que curiosamente tiveram em Lisboa como palco escolhido para seu começo. Comparativamente, o território português de Olivença é 125 vezes maior do que o rochedo de Gibraltar cuja posse Espanha reclama do Reino Unido!... Pese embora a aparente desvalorização das fronteiras nacionais dentro do espaço da União Europeia na perspectiva da construção de um espaço político comum, a Espanha insiste na recuperação de Gibraltar enquanto o Reino Unido mantém relutantemente a sua soberania sobre o rochedo. Não há, portanto, quaisquer razões que justifiquem a mínima hipótese de Portugal o dever de reclamar aquilo que por direito lhe pertence, nomeadamente empregando os mesmos argumentos que a Espanha utiliza para reclamar a restituição do Rochedo de Gibraltar. Em relação a Espanha cumpre-lhe o dever de cumprir os compromissos que assumiu, honrando aqueles que a representaram nas altas instâncias internacionais e colocando-se entre as nações modernas e civilizadas. Mantendo a situação por resolver do problema colonial de Olivença, a Espanha arrisca-se a ser comparada ao regime indonésio que durante mais de duas décadas manteve Timor Oriental sob o seu domínio. É que, também o país vizinho exerceu desde sempre as mais variadas formas de repressão sobre os oliventinos, nomeadamente proibindo o uso da Língua Portuguesa nas cerimónias litúrgicas e nas mais variadas actividades sociais. Passam dentro em breve precisamente duzentos anos sobre a ocupação ilegal do território português de Olivença. A inauguração no próximo mês de Setembro da nova ponte que vai ligar as duas margens do rio Guadiana pode e deve constituir o ponto de partida das negociações entre as autoridades dos dois países com vista à transferência daquele território para a soberania portuguesa. Chegou a altura de resolver definitivamente o problema, colocando um ponto final na vergonhosa situação de colonialismo por parte de Espanha a que está sujeito o território português de Olivença. Em qualquer dos casos, os direitos adquiridos pelos habitantes de Olivença, nomeadamente os cidadãos de origem espanhola, devem ser garantidos e respeitados. Contudo, os oliventinos têm o direito de serem livres e portugueses - nós temos o dever de ajudar Olivença a recuperar a nacionalidade perdida, regressando à Pátria a que pertence: Portugal! Diário - N.º 2563 - Sexta, 21 de Julho de 2000


Mensagem:  534
Data:  10/11/2004 9:29:47 PM
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Carlos Luna (Jornal "EXPRESSO") (02-09-2004) Gibraltar e Olivença Os meses de Julho e Agosto têm sido férteis em notícias sobre as reivindicações espanholas em torno de Gibraltar. Agora, Madrid protesta contra a visita do ministro britânico da Defesa ao disputado território, considerando que tal provoca «mal-estar», tanto mais que em 2004 se cumprem 300 anos de ocupação inglesa. Na verdade, estamos perante atitudes espanholas que não têm mudado substancialmente nos últimos três séculos. Madrid insiste no princípio de que Gibraltar é parte do seu território, de que é uma colónia anacrónica em 2004, que fere a dignidade de todos os espanhóis. E nada demove Madrid. Os resultados de referendos são desprezados, porque «a soberania não é plesbicitável», ou «a população viu alterada a sua composição e é sistematicamente enganada». O nível de vida dos gibraltinos, superiores aos dos espanhóis, também não, porque «a soberania não se vende, nem pode estar sujeita a conjunturas económicas». Muito menos a remota assinatura da cedência à Inglaterra, em 1713, porque «se tratou de um Tratado arrancado a Espanha sob coacção». Este tipo de argumentos é repetido por Madrid até à exaustão, atravessando alguns deles todos os regimes em que a Espanha já viveu. Há que reconhecer a persistência notável dos responsáveis espanhóis. É aqui que qualquer português não pode deixar de se sentir um tanto admirado. Estes argumentos espanhóis, a serem encarados como válidos e pertinentes, podem, com razões mais sustentáveis, ser aplicados ao caso de Olivença! Será possível que ninguém, em Madrid, se dê conta deste facto evidente... a que a imprensa estrangeira (começando pela de Gibraltar) já tem feito referência? Não saberão que Olivença foi ocupada em 1801, devolvida por Tratados europeus em 1815 a Portugal (assinados por Espanha em 1817), despersonalizada ao longo de duas centenas de anos, e que o Estado português não reconhece Olivença como espanhola... o que até tem beneficiado Portugal na questão da posse das águas do Alqueva...? Não saberão que em finais de Junho de 2004 todos os grupos parlamentares portugueses, embora discordando num ou noutro aspecto, manifestaram a sua concordância em relação ao facto de considerarem a administração espanhola em Olivença como de legalidade no mínimo duvidosa? E o que se passa em Portugal? Ninguém, entre responsáveis do Estado, ergue a voz para denunciar esta escandalosa distorção/manipulação do Direito Internacional? Não haverá comentadores de renome que tenham a frontalidade de opinar sobre tão paradoxal situação? Fala-se muito, em Portugal, de falta de amor próprio. Na verdade, o silêncio perante estas contradições diplomáticas pode ser um reflexo dessa situação. A mania, quase moda, de se considerar Portugal fraco, inferior, ou incapaz, sem que, curiosamente, se apontem soluções, leva a uma situação em que a apatia se torna quase uma segunda natureza de muita gente. E, pelos vistos, do próprio Estado. Há que por cobro a tal «estado de espírito». Mesmo que se lamente a «pequenez» do país (como se não existissem Estados muito mais pequenos...), isso não pode pôr em causa o Direito de protestar contra o que é injusto, e não pode levar a esquecer-se que o Direito Internacional se aplica independentemente do tamanho de uma nação. É, procurando ter voz, que Portugal se torna respeitado. O caso de Olivença não é certamente o maior problema do país. Mas não se vê por que razão não pode ser equacionado em termos diplomáticos, como, por esse mundo fora, o fazem outros países com «casos» análogos. Sem que, por isso, surjam graves incidentes entre Estados. Mostrar que se tem princípios tem necessariamente de ser válido. A persistência é muito mais vezes recompensada do que a apatia. Esta,em parte nenhuma é considerada uma virtude. O que causa alguma perplexidade é o uso, quase abuso, de um conjuntode argumentos para uma situação (a de Gibraltar), e a negação inexplicável dos mesmos para outra situação, igual, ou mesmo mais clamorosamente injusta (Olivença).


Mensagem:  533
Data:  10/11/2004 9:13:39 PM
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A Administração da VENUS CREATIONS informa que estamos a tentar uma total remodelação do nosso site, por isso pedimos desculpa se notarem algo diferente e mal. Podemos afirmar de que dentro em breve haverá muitas e bonitas inovações, de que estamos certos todos gostarão. Teremos mais temas e muito mais que ler, e uma primeira página com melhor apresentação e muito mais cor, enfim continuamos sempre no nosso proposito de fazermos sempre mais e melhor.


Mensagem:  532
Data:  10/11/2004 12:46:01 PM
Nome:  Joe Furtado
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Caros amigos, participantes, e leitores da VC. Para todos faço os melhores votos de que tenham um "FELIZ THANKSGIVING." Para todos os meus respeitosos comprimentos. Joe Furtado.


Mensagem:  531
Data:  10/11/2004 12:08:26 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
País:  CANADA
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A Organização, "VENUS CREATIONS" faz o comunicado que morreu o actor CHRISTOPHER REEVE. Há nove anos tetraplégico, era o "Super-Homem" mais famoso O actor norte-americano Christopher Reeve, que se notabilizou pelos seus papéis nos filmes do "Super- Homem", morreu domingo em Nova Iorque, com a idade de 52 anos. São valores como estes que deixam o mundo artístico mais pobre. A "VENUS CREATIONS" sente um grande pezar pela perda deste grande actor. "PAZ À SUA ALMA"


Mensagem:  530
Data:  10/10/2004 10:57:24 AM
Nome:  VENUS CREATIONS
País:  CANADÁ
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A Administração da "VENUS CREATIONS" vem por este meio desejar a todos um "HAPPY THANKSGIVING" na companhia dos vossos famíliares, não abusem do pobre perú.


Mensagem:  529
Data:  10/9/2004 11:29:09 PM
Nome:  Jennifer Abadesso
País:  Toronto.Onterio,Canada
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Mr. Furtado, Thank you for the addition in your commentary section. I greatly appreciate it. My sincere thanks,


Mensagem:  528
Data:  10/9/2004 6:45:05 PM
Nome:  VENUS CREATIONS
País:  CANADÁ
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A "VENUS CREATIONS" anuncia que terá na Sexta-feira 19 de Novembro no restaurante "LISBOA À NOITE" o jantar do (5* Aniversário) do seu "AMOR DE ARTISTA", os preços serao de (45 dollars) por pessoa, haverá champangne e bolo de Aniversário para todos. Podem começar desde já a fazerem suas reservas para os telefones (416)538-6788 e (416)890-2692.


 
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